Um rasante em Macau

Nessa turnê aqui pela Ásia acabei passando um dia por Macau, ilha que fica a uma hora de ferry boat de Hong Kong. Foi tudo bem corrido então nem tenho ótimas histórias pra contar – mas Macau é muito interessante, porque foi uma ex-colônia portuguesa até um dia desses – e hoje restam na cidade ruínas e a cultura portuguesa, misturadas com a chinesa. Hoje em dia Macau é tipo um estado chinês, mas que tem bastante autonomia.

No fim das contas, Macau é bem confusa, e virou a Las Vegas da Ásia, com todas as grandes redes de cassinos americanas como MGM, Wynn, The Venetian (onde ficamos hospedados), Hard Rock Cafe, e por aí vai. Achei isso muito chinês, na verdade. Eles só pensam em dinheiro. Quer desenvolver rápido um lugar que vinte anos atrás estava às traças? Libera a jogatina e a cachaça, reduz o imposto, e transforma em um putaria haven. Apesar de ter tomado uns drinks nos cassinos e visto um show de uma banda cover bem cafona, a parte legal mesmo é a cidade antiga.

A Torre de Macau

Foi o máximo encontrar no meio da Ásia um lugarzinho com todas as placas em Português, apesar de ninguém falar absolutamente uma palavra na nossa língua.

Largo da Barra?

Rua do Pagode? Amo/sou.

Principal rua do centro histórico de Macau, com dezenas de padarias que vendem pastel de belém. Só que você pede um pastel de belém e ninguém sabe o que é. Chamam também de Portuguese Egg Tart (achei péssimo)

Quem quer lembranças da Fong Seng Lei Loi?

Em frente as Ruínas de São Paulo, principal ponto histórico da cidade – tô sério né?

Eu e Victor fazendo a Xuxa em Macau. Sem comentários.

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O contraste do Centro Histórico com um cassino gigante, o Grand Lisboa. São mais de trinta pela cidade inteira.

Victor e o dragão chinês. Ele não larga essa camisa por nada.

E um por do sol daqueles pra terminar o dia!

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