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Um mini-guia de São Paulo para quem vai ao Lollapalooza

Entre os dias 25 e 26 de março São Paulo recebe mais uma edição do Lollapalooza, festival que reunirá dezenas de atrações nacionais e internacionais de variados estilos no Autódromo de Interlagos. Enfim, vocês tão ligados, né? Neste ano, o Lolla trará nomes como Metallica, The Strokes, The XX, Criolo, Flume, Jaloo, Duran Duran, BaianaSystem e muito mais! Pra quem não mora em São Paulo e passará alguns dias pela cidade, aqui vai um mini-guia com dicas de acomodação, comprinhas e fervo, porque saiba, o rolê está longe de se resumir ao festival!

ONDE FICAR

Guest Urban Uma mistura de hospedagem, galeria de arte e espaço para eventos intimistas, o Guest Urban é um hotel boutique de pegada cool pra quem tá a fim de experimentar a vibe cosmopolita da cidade. Ele fica num sobrado construído na década de 60 e todo reformado, no bairro de Pinheiros, ótima localização cheia de opções de lazer e comércio pertinho! (Quartos a partir de R$ 199,00).

Bee.W Esse hostel bar super charmoso foi criado por um grupo de amigos empreendedores e, além de ter acomodações coletivas super organizadas, possui um bar cheio de drinks gostosos e em conta (bom pra fazer aquele esquenta!). Ele fica no bairro da Bela Vista. (Diárias a partir de R$ 50,00).

Aki Hostel O Aki ficou bem famoso ano passado por liberar um espaço na cobertura da casinha para que seus hóspedes acampem. Isso mesmo, você pode acampar no meio da cidade de São Paulo. Além disso, é possível alugar desde quartos compartilhados até privativos. Ele fica no bairro do Paraíso. (Diárias a partir de R$ 30,00).

ONDE COMPRAR

Festival Transforma Nesse fim de semana, entre 25 e 26, rola o Festival Transforma, uma iniciativa que busca incentivar a troca de conhecimento manual. É uma iniciativa da Jardim Secreto Fair, que tá bombando em SP reunindo pequenos empreendedores em jardins da cidade. Vai rolar uma mini-versão da feira no festival.

Cartel 011 Indispensável pra quem busca moda de qualidade, streetwear, cultura jovem e lançamentos de sneakers exclusivos, a Cartel 011 é uma mistura de arte, design, fotografia, cultura, arte e gastronomia, tudo concentrado num lugar só. Ou seja: vale muito a visita! O espaço fica em Pinheiros.

DaHorta Na vibe da decor botânica, essa dica é ótima tanto pra quem quer comprar novidades para a própria casa quanto pra quem quer levar embora presentes criativas. Na DaHorta você encontra lembrancinhas, temperos, suculentas… Tudo lindo e em vasinhos fofos. O ateliê deles fica em Pinheiros, importante ficar atento aos horários de funcionamento!

PARA CURTIR A NOITE

Se engana quem pensa que São Paulo para pro Lollapalooza. São Paulo não para nunca, aliás, a cidade provavelmente fica ainda mais fervida no fim de semana do festival! Por isso a gente foi pedir dicas pro Ian Nunes, DJ da Catuaba: A FESTA, nessa difícil seleção de rolê!

Quinta da TorreA Torre é uma festa clássica de música eletrônica aqui em São Paulo, o line é bafo e o Thomas da VodooHop toca nessa edição”, Ian nos contou.

Macumbia “Uma festa latina bafo no teatro Mars, que é balada também, e vai receber Celso Piña, uma lenda das cumbias”, diz Ian. A boa de sexta! Link aqui.

Girls After do Lolla no Bar Secreto, com foco no L do LGBT, mas aberto a todos que quiserem pintar por lá (com respeito, claro), a festa rola no sábado madrugada adentro. Olha o link!

Mamba Negra Também no sábado rola “uma das melhores festas de Techno do momento”, a Mamba Negra, que vai até 14h de domingo!

Love2Hate Já no domingo o after fica por conta da galera do I Hate Flash, no ano passado esse rolê foi épico, então fique de olho e #procuresaber kkk.

Melissa Meio-Fio: conheça a plataforma que une os criativos paulistanos

A Melissa é, há anos, uma das marcas mais queridas dos brasileiros, e ganhou ainda mais espaço em nossos corações quando iniciou um processo inovador de parcerias com designers que reposicionou a marca. Também nesse sentido, a brand começou a investir em projetos alinhados com a personalidade que construiu para si, como é o caso de sua mais recente iniciativa: o Melissa Meio-Fio, uma plataforma que irá reunir, durante 3 meses, postagens, inspirações e experiências de 18 criativos paulistanos.

São 18 artistas, designers, escritores, estilistas, fotógrafos e criadores que refletem a atual cena criativa de São Paulo de um jeito plural, abrangente. O objetivo da Melissa ao criar a plataforma foi entender quais são os reflexos criativos de São Paulo por meio dos projetos, insights, anseios e vivências dessa turma. Questões cruciais como a efusão da grande cidade, as relações de suas diferentes áreas, a ebulição cultural de cada lugar e suas movimentações criativas atravessam esse trampo que nos instiga a entender a loucura de uma cidade que esconde novidades em cada esquina.

Para construir a plataforma, a Melissa foi atrás de um time de nove Conectores: pessoas de diferentes áreas, vindas de diferentes contextos e relevantes na cena criativa que foram convidadas a indicar os Refletores, levando em consideração suas próprias narrativas urbanas por ali. Os Conectores darão, durante todo o projeto, suporte aos Refletores, que por sua vez são os nove artistas indicados que serão acompanhados durante esses três meses. A plataforma vai ser alimentada com o que os inspira e os artistas ainda terão um baita apoio da marca para mergulhar em projetos e ferramentas que levem seu potencial criativo ainda mais além! O conteúdo é uma miscelânia bacanérrima que vai de família e religião a trabalho e produção. Inspirador pra caramba!

O Meio-Fio também quer ser interativo. O público poderá não apenas acompanhar os conteúdos quase que em tempo real, mas colaborar com os caras e manas na seção “Ajude o Artista”, onde determinadas habilidades poderão ser solicitadas para uma fase de certo projeto. É o público que finaliza o projeto e que, ao final dos três meses de plataforma, vota nos três Refletores que irão se unir para criar uma exposição inédita com a marca. Indiscutivelmente motivador.

Vale muito a pena entrar no hotsite e dar uma mergulhada nesse universo criativo que a Melissa reuniu tão bem, até para conhecer de perto o perfil dos 18 Conectores e Refletores. Vai lá! E aproveita para assistir ao vídeo que apresenta o projeto:

Já estamos mega curiosos para saber o que vai brotar dessa iniciativa bem inovadora da marca e que é a cara de São Paulo exatamente por ser tão diversa!

oGangorra: co-working e mobilidade urbana

In São Paulo, a co-working focused in urban mobility

Um laboratório onde se experimenta novas relações, atividades e projetos de alguma forma ligados a cidade, mobilidade urbana e ocupação do espaço público. Esse é oGangorra, um co-working paulistano que agrega uma rede interessada em mudar a cidade em que vive, conduzido por Aline Cavalcante, Evelyn Araripe, Laura Sobenes e Pedro Henrique Ishikawa.

A casa onde funcionam, na Vila Madalena, foi descoberta pelo pessoal do Las Magrelas Bar e Bicicletaria, que convidou as meninas d’oGangorra a transformar o espaço livre num negócio (Pedro entrou pro jogo um pouco depois). É um povo unido pela bicicleta, que vai pedalando atrás dos sonhos e resolveu dividir aquele ambiente e, de alguma forma, se apoiar.

oGangorra passou por algumas fases desde sua inauguração, em fevereiro de 2013. Produziram conteúdo, realizaram eventos, até que descobriram o enorme potencial de sua rede, criando o Parquinho, espécie de membership. Assim, engajam a galera que conhecem, captam projetos e possibilitam o contato dessa gente tão ligada em qualidade de vida. Recentemente, inclusive, rolou a aprovação de um projeto educativo com jovens da periferia de São Paulo.

“A experiência de cidade, de gente, de rua talvez seja a coisa mais brilhante que nós temos em mãos”, diz Aline, sentada numa poltrona confortável da deliciosa casinha. É lá que oGangorra segue experimentando até o final desse ano ou começo do próximo, quando se separa do Las Magrelas porque cada um busca seu próprio espaço, afinal, “os dois cresceram”. Que bom!

ENGLISH

A laboratory that experiments new relationships, activities and projects linked in some way to the city, urban mobility and occupation of public spaces. This is oGangorra, a co-working from São Paulo with a network interested in changing the city, led by Aline Cavalcante, Evelyn Araripe, Laura Sobenes and Pedro Henrique Ishikawa.

The house where they work, in Vila Madalena neighborhood, was discovered by the staff of Las Magrelas bar and bike shop, who invited the girls from oGangorra (Pedro came a bit later) to turn the free space into a business. It is a group united by the streets, following their dreams by bike, who decided to share the space and, somehow, help each other.

oGangorra went through some phases since its inauguration in February 2013. They produced content, held events and discovered the huge potential of its network, creating the Parquinho, which is sort of a membership. Now they can engage groups of work, attract projects and allow contact between these people so conected to quality of life. Recently they had the approval for an educational project with young people from the outskirts of São Paulo.

“Our experience with the city, people and the streets may be the most brilliant thing that we have in our hands”, says Aline, while sitting in a comfortable chair in the delicious house. It is there that oGangorra keeps experimenting probably until the end of this year or the beginning of the next, when oGangorra and Las Magrelas will both separate because they grew. Good!

Fotos de Marina Ribeiro

Look: Navy @ Avenida Paulista

Camisa Tommy Hilfiger | Jeans Levi’s | Sapatos Triton

Considerada um dos principais centros financeiros da cidade, assim como também um dos seus pontos turísticos mais característicos, a Avenida Paulista revela sua importância não só como pólo econômico, mas também como centralidade cultural e de entretenimento. Devido à grande quantidade de sedes de empresas, bancos, consulados, hotéis, hospitais, como o tradicional Hospital Santa Catarina e instituições científicas, como o Instituto Pasteur, e culturais, como o MASP.

A avenida Paulista foi a primeira via pública asfaltada de São Paulo, em 1909, com material importado da Alemanha, uma novidade até na Europa e nos Estados Unidos. Movimentam-se diariamente pela avenida Paulista milhares de pessoas oriundas de todas as regiões da cidade e de fora dela. Com 200 mil moradores, se a avenida fosse uma cidade, estaria entre as 150 maiores do Brasil.

English

Considered one of the main financial centers of the city, as well as one of its most characteristic sights, Avenida Paulista reveals its importance not only as an economic hub but also as a cultural and entertainment center. Due to the large number of corporate headquarters, banks, consulates, hotels, hospitals, like the traditional Santa Catarina Hospital, scientific institutions, such as the Pasteur Institute, and cultural, such as the MASP.

The Paulista Avenue was the first paved public road to São Paulo in 1909 with materials imported from Germany, a novelty even in Europe and the United States. Jogging daily along Avenida Paulista thousands of people from all regions of the city and beyond. With 200 000 inhabitants, if this avenue were a city, it would be among the 150 largest in Brazil.

Fotos de Pablo Escajedo

Streetstyle Guys | Dia 01 no SPFW

pra começar do jeito certo

como usar onça sem parecer uma menina

blazer + sapatos incríveis, preto com cadarço camelo.

“you make me smile” blacc, aloe

calça camelo em alta

brasão? só se for em um casaco assim.

sweater zara + calça camelo + meia de bolinhas = perfect match

chapéu + parka militar + meia com ponto de luz + sapato lindo

nice shoes!

smile like you mean it!

Fotos: Gustavo Elsas | IHateFlash.Net

São Paulo Hipster Guide

Available in English

Agora que eu sou oficialmente um morador da cidade de São Paulo, e com a São Paulo Fashion Week na porta, resolvi escrever o “São Paulo Hipster Guide”, para você que está vindo de fora, para trabalhar, passear, se divertir, tudo. Esses devem ser os lugares, além da Bienal, onde você pode encontrar a toda a galera da moda, e aproveitar melhor a maior cidade do Brasil. Ah, e claro que serve também para depois do evento!

COMER

Chez Lorena (ex-Lorena 1989) Alameda Lorena 1989, Jardins.

O Chez Lorena é um dos points mais badalados da cidade e funciona tanto na hora do almoço, como no jantar. De tarde eles oferecem almoço executivo por um precinho mais em conta (algo em torno de R$ 25-30). Eu lembro que pedi um picadinho, que é um dos hits da casa, e já provei o risoto de limão siciliano – também uma delícia!

O ambiénce lá é incrível, e eu adoro principalmente, o atendimento. Paulistanos tem essa mania de levar super à sério o atendimento, o do Lorena costuma ser impecável. Não aceitam reservas, então principalmente à noite, é bom chegar cedo pra garantir uma mesinha legal. É um ótimo lugar pra fazer uma pré antes de engatar o badalo.

Ritz Alameda Franca 1088, Jardins.

O bolinho de arroz do Ritz é quase uma instituição gastronômica em São Paulo, muito delicioso, assim como o Ritz Burguer, um hamburguer feito em casa que é de babar.

O Ritz é super badalado e tem um lance de colocar jovens universitários lindos para trabalhar como garçons. Já fui algumas vezes com uns amigos e a gente sente que o garçom tá meio que cagando pra gente, então não espere muita coisa do atendimento. Pode ter sido uma coisa pontual, mas já ouvi outras pessoas reclamando também.

O Ritz é muito bem frequentado, a comida é deliciosa, o preço é ok, então pra mim, isso basta. Vale à pena.

COMPRAR

À La Garçonne Rua João Moura 395, Pinheiros.

Olha, eu já rodei brechós de vários lugares do mundo, e o À La Garçonne está no mesmo patamar dos melhores brechós internacionais. Só entra na loja peça incrível, e tem muitas opções para os rapazes, o que é raro aqui no Brasil. T-shirts de bandas, jaquetas, sapatos, cintos, bermudas jeans, coturnos, bonés, chapeus, tudo o que você gostaria de ter no seu guarda-roupa.

Eu sempre prejudico minha conta bancária quando vou lá – se a gente comparar com os brechós das gringas, é bem mais caro. Mas se comparar com qualquer shopping center brasileiro, nem fica tão caro assim, e as peças são bem mais legais.

BADALAR

Festas Sem Loção & Javali A festa Sem Loção, sucesso recifense, foi importada para São Paulo pelo promoter Mano Vilar, e acontece frequentemente com os DJs originais da minha terrinha, como Lala K e Original DJ Copy. Toda a irreverência pernambucana, muita música pop, indie e brasileira em uma festa animadíssima.

A Javali é uma das novas festas do Mano – “tudo é permitido na pista”, de acordo com o briefing, e as pessoas que frequentam essas festas são super legais, de todas as indústrias e orientações sexuais. O repertório é super variado, garantindo uma pista muito divertida.

CLUBE GLÓRIA Rua Treze de Maio 830, Bela Vista

Ícone da noite gay paulistana, é um lugar frequentado por muita gente jovem (18-25 anos), e vive sempre abarrotado. Nas pick-ups, os hits da Billboard e muitas ‘divas pop’, como Madonna, Britney Spears, Beyoncé, e por aí vai. Quando a noite em São Paulo está agitada, muita gente acaba fazendo todo o circuito de baladas para terminar no Glória. É um lugar onde a montação fashion sempre cola. Dica: as festas dos promoters Johnny Luxo e Laís Pattak tem animação garantida.

Bar Secreto Rua Alvaro Anes 97, Pinheiros

O Bar Secreto surgiu há anos em São Paulo como um bar realmente secreto. Não tem placas na porta e pouca gente o conhecia. Hoje já faz parte da história da noite da cidade, com público entre os 20 e 40 anos, muitos da cena fashion. Adoro o Secreto principalmente quando tem grandes shows em São Paulo, porque os artistas costumam fazer after parties e DJ sets para poucas pessoas por lá. Já passaram: Justice, MGMT, Mika, e até a Madonna. Durante a programação normal, fique de olho na festa Tropicanalha, do Jackson Araújo e o DJ Ad Ferrera, é super divertida, só de música brasileira.

 

Yacht Rua Treze De Maio 703, Bela Vista A poucos passos do Glória, o Yatch é um point recém-chegado na noite paulistana – tem um arquitetura linda, iluminação incrível e muito bem-frequentada pelos homens mais coxinha. Apesar da localização vizinha, é bem diferente do Glória, o público é um pouco mais velho (frequentador de lugares como Lions Club e The Week), e nas pick-ups uma mistura de música pop e eletrônica. É o menos ‘hipster’ da lista, mas é novidade!

 

Studio SP, Beco 203 & Sesc Pompeia Rua Augusta 591, Rua Augusta 609, Bela Vista| Rua Clélia 93, Perdizes São três casas muito descoladas da cidade com ótima estrutura para shows ao vivo – o público vai sempre variar de acordo com o artista que for se apresentar, mas quando você estiver em São Paulo, sempre vale à pena conferir a agenda desses locais para ver um bom show. O Studio SP e o Beco 203 ficam na badalada região do Baixo Augsuta e tem uns artistas um pouco mais pop, enquanto o SESC Pompeia cumpre uma agenda mais indie.