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Look de rolezeiro: três acessórios polêmicos que estão voltando com tudo

É meio doido pensar que os anos 90 e principalmente os anos 2000 já passaram há tanto tempo que já voltaram a ser tendência, né? Mas tá rolando e não é de hoje, mores. Com a internet e o acesso fácil a registros múltiplos de tempos tão remotos (kkk) fica ainda mais de boas desenterrar tendências bem específicas, como essas três que a gente listou abaixo e que, por sinal, são perfeitas para o fashionista fritness que há em nós.

Nem precisa virar a cara; aposto que você fazia isso pra pochete e hoje em dia não vive sem a sua pendurada no peito, risos. Talvez não, mas a graça é defender a liberdade de usar o que se bem entende e deixar ser, né? Vamos a elas!

BONÉ VON DUTCH:

Se você era adolescente nos anos 2000, provavelmente invejou seus colegas de escola que desfilavam bonés Von Dutch pelos corredores. Talvez você mesmo tenha ostentado o acessório ou acumulado uma pequena coleção, original ou cópia (beeem comum na época). Rolou? Bem, você não estava sozinho. Paris Hilton, Britney Spears, Justin Timberlake, Pharrell, Ashton Kutcher e até Jay Z foram alguns dos nomes responsáveis por fazer o boné bombar internacionalmente. E sim, ele está voltando.

A responsável quase que solitária pelo retorno da tendência é ninguém mais, ninguém menos que Kylie Jenner, a pessoa que pode postar uma foto no Instagram com literalmente uma melancia pendurada no pescoço e possivelmente uma multidão vai adotar a ideia. Na verdade faz sentido que o boné volte ao gosto do povo, já que os anos anos 2000 estão mesmo super na moda. Por enquanto ainda tem muita gente virando a cara, outros acham tão normal quanto usar qualquer outro boné, a gente acha que é uma referência maravilhosa pra revisitar, provocar e se divertir de um jeito saudoso. E você?

ÓCULOS SPORTY-RAVER ANOS 2000:

É isso aí que você leu no título, e a imagem de óculos de armação comprida e lentes coloridas e furta-cor que chegam a ofuscar talvez tenha vindo à mente. Uma coisa new-age meets escalador de montanha, por assim dizer. Desejadíssimos e usados à exaustão no início dos anos 2000, esses óculos de pegada Oakley eram o que havia de moderno na chegada do novo milênio. Com a retomada pesadíssima da estética da época que tá rolando agora, era de se esperar que os tão controversos acessórios sofressem uma retomada.

É só ficar atento para flagrar por aí uma galera antenada nas modas exibindo os seus, que vão da praia ao rolê fomentando o concept e sem deixar de chamar a atenção. A questão é, dessa vez, até quais ambientes levaremos essas comentadas lupas? Uma coisa é certa, para a geração multi-tarefas de hoje, que vai da pedalada ao escritório, do escritório ao mergulho e do mergulho à night, óculos com esse nível de conforto e proteção podem ser uma mão na roda. A Anitta, aliás, estava plena com os seus no clipe de “Is That For Me”.

CINTO DE LONA:

Quem foi mais rockeirinho nos anos 90 com certeza investiu num desses. Os cintos de lona com aquela fivela de metal meio espelhado eram queridinhos da juventude e chegavam a ser divertidos de comprar porque eram comuns lojas que vendiam as peças separadamente. Você podia escolher a lona nas cores que quisesse e arrematar com uma fivela com desenhos aplicados e outros detalhes. Quantas calças jeans de escola já foram seguradas por esses cintos…!

Agora eles voltam como uma das finalizações mais legais para a sua produção de rolezeiro, não só simplesmente segurando as calças, mas marcando cinturas em peças oversized e te ajudando também na hora de fomentar aquela cintura alta que voltou com força. A Off-White, marca babadeira do Virgil Abloh, tem sua releitura em lona com feixes diferentes, do de metal a encaixes mais inusitados (aqueles encaixes de plástico tipo de mochila e argolas de metal, por exemplo!) e comprimento exagerado. Acessório cheio de informação de moda. A Cacete, marca brasileira sobre a qual já falamos aqui, também tem um modelo basicão do tipo que vai com tudo e vale super investir, até porque é um material que aguenta o tranco. Aliás, se você investigar os cafundós do seu armário, capaz de achar um escondido.

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Moda: aproveite a chegada do inverno para investir de vez nos looks com moletom

De item básico do guarda-roupas renegado a momentos caseiros ou fitness para a estrela da festa, o moletom já viveu lá suas diferentes fases fashion. Sempre presente, nem sempre considerado uma possibilidade para o rolê, para o trabalho ou para o jantar, ele vem ganhando terreno, variedade e aceitação com o passar dos anos e já se firma como um dos tecidos nos quais vale a pena investir, inclusive pra quem tem acreditado cada vez mais num armário enxuto de poucas, mas ótimas peças.

O normcore teve muito a ver com essa evolução do moletom. O fomento de se vestir de um jeitinho “normal” casou perfeitamente com a tendência. Acontece que, hoje em dia, moletom nem é mais sinônimo de basiquinho, hein?! O que tem de marca investindo em cortes inusitados, design invejável, aplicações e estampas diferentes, só para citar algumas das possibilidades, não tá no gibi rs. Sem falar que muitas marcas importantes e até maisons começaram a investir em peças de moletom, o que significa que a trend já deixou de ser obrigatoriamente barata faz tempo, mas tudo bem, porque tem pra todos os gostos e bolsos.

Burberry // Dolce & Gabbana

LAB // Osklen

Kanye West x Adidas // À La Garçonne

Junte ao normcore e aos novos desenhos de moletons o boom do estilo esportivo sobre o qual já falamos tanto e os diversos pontos positivos de uma peça do tipo, como conforto, preço e versatilidade, e temos listados alguns dos ingredientes que fizeram esse caldeirão borbulhar. O que mais tem é celeb gringa bombando conjuntinhos de moletom nas fotos dos paparazzi, que o digam as Jenner e Kardashian, o Kanye West e o Justin Bieber, só pra citar alguns.

Kanye & Kim

ASAP // Justin Bieber

Pra nós aqui do Brasil é uma bela opção para os dias de inverno, que começaram na semana passada. É que o moletom pode ser a escolha perfeita para usar por baixo de outras camadas, como parkas e sobretudos, nos estados mais frios, e também é uma boa pedida nos estados de temperatura mais amena e equilibrada, que não têm a estação tão marcada por baixas temperaturas.

Looks monocromáticos ou com pouquíssimas cores funcionam super bem, têm cara de conjuntinho e pegada moderna ao mesmo tempo.

Bermudinhas de moletom ou bermudinhas + moletom na parte de cima super rolam e são uma boa para os dias de inverno mais amenos…

As peças de moletom ultrapassaram as barreiras do básico já faz tempo quando o assunto é corte, estampa, aplicações… Se jogue no oversized, nos estruturados e na mistura de cores se quiser montar um look ousado com o material.

Você provavelmente tem um moletom em casa! E se não tiver, cavuque armários de familiares ou amigos em busca de um antiguinho que pode dar uma cara mega descolada à produção. Vale também garimpar uns belos exemplares em brechós! Se precisa de um novo, a Hering é famosa por seus moletons bem básicos e acessíveis, e lojas esportivas, tipo a Nike, possuem várias opções. Lá no canal do Youtube, num dos episódios da série “Oficina do Braz”, rolou um DIY de moletom ensinando a fazer aquele modelo destruidão do Kanye West a partir de um casaco baratex ou (melhor ainda) daquele que você já tem em casa e não usa mais.

Quem também aposta na tendência e já tirou seu moletom da gaveta?

Moda Para Homens: o maravilhoso desfile de verão da Prada

A Prada desfilou a sua coleção primavera-verão/2018 no último dia 18, na semana de moda de Milão, dessa vez sem o resort feminino. O desfile bem lindo chamou a atenção pelas referências e pela estética, cujas inspirações vieram das histórias em quadrinhos. “Eles são feitos à mão, humanos, simples e reais. Mesmo que tragam todas as piores fantasias, eles são simples… Pequenos fragmentos da vida, que é o que você tem agora da informação, da mídia”, disse Miuccia Prada sobre a direção que tomou na hora de criar as peças.

Os quadrinhos, na verdade, surgiram em sua mente quando ela refletia sobre se sentir presa entre a humanidade e a realidade virtual. “O mundo inteiro está se deparando com essa questão”, comentou. E aí que as HQs dominaram a passarela, trazendo beleza, provocação, um ar muito moderno e ao mesmo tempo algo retrô à coleção, com elementos literais e outros mais subjetivos relacionados ao tema, mas tudo do tipo que nos deixa morrendo de desejo.

Os macacões, por exemplo, foram destaque forte da temporada e apareceram em 18 dos looks. Miuccia alegou que eles são sua nova obsessão especialmente por sua simplicidade; são peças que remetem ao trabalho, ao uniforme, e que aparecem em muitas cores, às vezes cobertas com sobretudos, outras acompanhadas de ótimos acessórios, como as pochetes (que seguem reinando!) e sapatos e sandálias incríveis. As cinturas vieram altas, com elásticos e as camisas pra dentro. As barras das calças estão curtinhas, assim como os shortinhos mega curtos também deram o ar da graça. Fashionistas com calor dizem amém, kkk!

Vale ficar de olho também nos truques de styling, como as meias longas usadas bem altas, as golas das camisas usadas pra cima como o detalhe mais chamativo da peça, o suéter pra dentro da calça, as sandálias com meias… Outro detalhe pra ficar de olho: a icônica etiqueta da marca que agora também aparece do lado de fora das roupas. Diz a Prada que quer questionar a relação entre marca e produto e o logo enquanto símbolo de status — eles até lançaram a #PradaEtiquette no Insta.

Pra completar o rolê apaixonante, o cenário foi todo de quadrinhos feitos pelos artistas James Jean e Ollie Schrauwen, quase tudo preto e branco com um ou outro toque de cor. A coleção vem super sintonizada com a moda urbana que temos visto ultimamente, tipo de roupa criada por uma grande maison que agradaria facilmente um bom amante de streetwear. Pra colar no board de referências já.

A moda pode ser um movimento libertário e isso começa dentro da gente

Venhamos e convenhamos que a nossa relação com a moda é, de fato, bem ambígua. Amamos a indústria, mas nos sentimos pressionados por ela, deixados de lado, oprimidos por suas regras e por seus padrões muitas vezes inalcançáveis. Às vezes parece que a moda é feita só pra fazer a gente se sentir mal. Mas peraê, calminha, que ela pode ser extremamente libertadora e aqui vão algumas provas disso!

Um fato: pra começar a encarar a moda de um jeito fresco e libertário, é importante que esse movimento comece internamente. “Em que sentido, gente?”, no sentido de que quanto mais a gente passar por processos de autoconhecimento e, principalmente, aceitação, mais a gente é capaz de amar quem a gente é e expressar isso pro mundo com segurança, o que obrigatoriamente passa pelo que a gente veste (mesmo sem perceber).

É isso, quanto mais confortável você se sente na própria pele, mais coragem pra bater de frente com a cagação de regra do mundo. A moda vai se tornando um mecanismo libertário quando a gente começa a bater no próprio peito e desafiar a conjuntura com cada vez mais determinação! Veja bem, esse provavelmente é um processo eterno, mas ele tem que começar de algum lugar, e uma vez que começa, não retrocede mais. Parece blá blá blá? Pois existem ótimos, aliás perfeitos exemplos de gente que se encontrou dentro da sua própria personalidade e transformou isso numa estética forte, desafiadora e, claro, libertária pra caramba.

Talvez soe meio utópico ou irreal, mas é teoricamente simples. É mais um movimento de usar o que gosta ou não, e menos um movimento de levar em consideração se está na moda, se se encaixa no seu corpo porque OS OUTROS dizem, se é barato ou caro… É uma questão de se sentir bem, feliz, e não assustado dentro de uma roupa, ressignificando a parada. Longe da gente querer livrar a moda da culpa por seu comportamento excludente, tá? Mas, em vez de ficar esperando o momento da indústria se transformar, vamos nós mesmos começar esse processo internamente e fazer essa diaba trabalhar pra gente!

Alguns movimentos e pessoas são ótimos e públicos exemplos disso. A moda agênero, por exemplo, que vem tomando cada vez mais fôlego nas coleções e nas representações de rua, torce as definições de gênero e quebra a ideia de que existem roupas exclusivamente para homens e roupas exclusivamente para mulheres. Isso é fortalecedor para quem nunca se encaixou esteticamente só de um lado ou de outro dessa história. No fim das contas, é tudo pano, né não?!

O Jaden Smith, filho do Will Smith de quem somos fãs, é um ótimo representante dessa nova moda. Podemos chamar de genderless, gender-bender, agender, unissex ou o que for, mas sabemos que esse é sim um movimento fashion mega libertário.

Jaden Smith

E tem muito mais gente inspiradora nessa jogada, não só falando de moda agênero, mas de utilizar a moda como um mecanismo para ser cada vez mais livre e expressivo, sem medo de opiniões. É impossível não identificar, por exemplo, o estilo marcante de David Bowie, especialmente na sua época de Ziggy Stardust, mas, no geral, sempre acompanhado de peças icônicas, corajosas; maquiagem, perucas, brilhos, cores… Bowie foi um revolucionário, assim como Ney Matogrosso, com seu estilo genuíno, super ousado. “Nunca me travesti. Sempre gostei de ser do sexo masculino, mas não de ser restrito a ele”, disse numa entrevista ao GNT. Ney é performático e transcendental e a moda sempre foi uma ferramenta utilizada por ele para alcançar esses lugares.

David Bowie

Ney Matogrosso

Quer outro exemplo extremamente inspirador que pode te ajudar a entender esse lugar da moda como libertária? Experimente assistir ao documentário Iris, que narra a história de Iris Apfel, verdadeiro ícone fashion do alto de seus mais de 90 anos que nunca teve medo de ser ela mesma e de traduzir isso nas suas roupas e acessórios. Ela é, de fato, uma figura absurdamente entusiasmante nesse sentido e conhecer melhor Iris provavelmente vai te dar muito mais vontade de se descobrir e jogar essa energia pro mundo.

Iris Apfel

A idade, aliás, não deveria ser um limitante (mas o tempo inteiro estão exigindo da gente a juventude, assim como a magreza), e aí vale muito assistir também ao doc “Advanced Style”, que nos mostra sete idosas fashionistas e suas histórias, e buscar na internet blogs, sites, canais de manas e manos gordos que, diariamente, mostram pro mundo que todas as regras impostas sobre seus corpos e sua estética podem ser quebradas sim e ajudam centenas de pessoas a se amar mais e a ousar mais.

Nadia Aboulhosn

Esse não é um texto ingênuo; sabemos que esse universo pode ser extremamente limitante e que, mesmo com crescentes avanços nesse sentido, ainda é difícil nos desapegarmos de regras e do que nos é exigido. Mas olha, volta e meia é bom lembrarmos, por meio de tantos exemplos, que a desconstrução desses limites começa internamente, e que ao longo da história sempre existiu gente disposta a quebrar paradigmas e a utilizar a moda como mecanismo de libertação e de autoexpressão.

Magá Moura

A gente vai aprendendo que tem gente de tudo que é gosto, estilo, tamanho, vontade, e vai aprendendo que nós mesmos somos únicos nesse sentido, e quanto mais a gente se aceita, mais a gente aceita o próximo. O que vocês acham? Quais histórias vocês têm para contar da moda como libertadora? Bora trocar essa ideia!

Resumão das semanas de moda internacionais: macrofomentos para ficar de olho em 2017

Janeiro foi um mês agitado para o calendário fashion. Londres, Florença, Milão e Paris receberam desfiles de grandes marcas que apresentaram suas coleções masculinas de inverno 17/18. Muito close, vários fomentos, e a gente foi atrás dos nossos favoritos pra te deixar informado do rolê. Repara:

Uma coisa é importante ser dita. Essas semanas de moda trouxeram uma ideia de que o sonho acabou. Um ar de desencanto paira diante de tantas questões preocupantes e reviravoltas políticas que tomam o planeta. Agendas de extrema direita, Brexit, Donald Trump no poder. E de que forma isso se traduz? Especialmente nas referências à juventude, dessa vez mais anárquica, certamente melancólica, saindo das utopias e sonhos de infância e adentrando o mundo real. Referências à juventude pipocam até mesmo em marcas voltadas para um público mais maduro. A juventude é a esperança de um mundo melhor, mas será que ela vai aguentar o tranco?

Gosha Rubchinskiy

Vetements

A Louis Vuitton, que fez um desfile em parceria com a Supreme e inspirado em artistas de Nova York que viveram a glória entre 70 e 90 (Basquiat, Andy Warhol, Keith Haring…). Muito pop e trazendo a alta moda para um universo mais street (e jovem, claro).

De forma mais clara e prática, isso se mostra também no militarismo, que apareceu bastante. Não tanto como tema de uma coleção inteira, nem sempre de forma literal, mas ali, rondando, reforçando a ideia de nos equiparmos contra o que está por vir. Sim, é uma vibe bélica mesmo, reflexo dos atuais movimentos no mundo.

Moschino / Walter Van Beirendonck / Gosha Rubchinskiy / Rick Owens / Lanvin

Outra parada que bombou na temporada? Acessórios. Começando pela pochete se afirmando absoluta no reino fashionista e aparecendo em uma pá de desfiles, da óbvia Supreme em parceria com a Louis Vuitton até a Lanvin, passando quepes, bonés e boinas de variados materiais (couro especialmente, parece que vai bombar), até echarpes típicas do mundo futebolístico (alô Gosha Rubchinskiy e Lanvin).

Versace / Missoni / Louis Vuitton / Lanvin / Gosha Rubchinskiy

E sim, parece que a estampa xadrez está voltando com força. Tínhamos dado um tempo nas camisas de flanela (ou não) de estampa xadrez, especialmente aquelas estampas maiores, né? De alguma forma isso começou a voltar, as camisas amarradas na cintura foram reaparecendo (Justin Bieber usa muito e inclusive fez modelos para sua coleção Purpose Tour), e agora a estampa pode ser vista em diversos tamanhos e estilos, da pegada mais grunge à mais elegante, em casacos, camisas, sobretudos… A mistura de azul com preto marcou uma presença especial.

Versace / DSquared2 / Facetasm / Givenchy

É muito massa repararmos de que forma a moda molda nosso comportamento e também como rola o movimento inverso. Pois sem saber quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, fato é que nessa temporada algumas marcas trouxeram muitas referências do universo raver e techno, como a Dior (ahã!). “HarDior” foi a expressão escolhida para juntar hard techno e Dior numa coisa só. Particularmente em Londres essa leitura foi mais forte, com alusões encontradas em Christopher Shannon, Cottweiler e Topman (com sua psicodelia contraposta a uma pegada mais dark e, advinha, melancólica), entre outras marcas. Nada feliz e supercolorido, mas rebelde, indócil, dark. (Fun fact: no Rio de Janeiro a cultura techno tá voltando com tudo. A pegada é underground e da rua e vem se proliferando na cidade).

Dior

Christopher Shannon / Cottweiler / Topman

Agora, a macrotendência que foi puro fomento nessa temporada sem dúvidas é o street. Não importa muito a mensagem que o designer queria passar, pois o street se encaixa, se adapta a tudo. Inclusive à alta moda, que um dia já se esquivou declaradamente dessa tendência. Da Louis Vuitton ao Gosha, da Dior à Lanvin, da Vetements à Versace… Seja nos cortes super oversized que podem ser encontrados em cada vez mais marcas, seja nos jacos esportivos, nos tênis, nas referências a grupos underground e a manifestações de rua… Enquanto em alguns lugares as tentativas são de suprimir essas iniciativas, em outros elas são até de apropriação. Mas que a estética é mara, isso é.

Lanvin / Versace / Louis Vuitton / Ermenegildo Zegna / Comme des Garçons

Moda: Mês das Crianças – 5 Crianças Estilosas Pra Seguir no Instagram

5 stylish kids to follow on Instagram right now

O Dia das Crianças acabou de passar! Pra celebrar essa data e todo o mês dos pequenos, separamos 5 mini fashionistas que têm um guarda-roupa de botar inveja em qualquer adulto escolado em estilo. Duvida? Então dá uma olhada nessas 5 contas de Instagram e tira a prova!

Kyan – @jetaimekyan

A mãe desse pequeno fashionista gerencia sua conta no Insta, onde compartilha ótimos cliques da vida do mocinho. De undercut e estilo moderninho, Kyan é um exemplo de como combinar jeans com jeans e crash de estampas, usar toucas e chapéus. Fofo!

Gavin Logan – @gavster_07

Aos 8 anos, Gavin é modelo, dança, faz propaganda e desfila seu estilo de mini galã street por aí. Óculos escuros, T-shirts estampadas e bonés são alguns de seus itens favoritos.

Michael Rangamiz – @michaelrangamiz

Com apenas 3 aninhos (quem toma conta da conta é a mamis), Michael já arrasa em looks inspirados no Harry Styles e um cabelão lindo que volta e meia aparece em coques igualmente estilosos. É pinta de rockstar mirim, minha gente!

Gavin – @gavinduh

Um moleque sorridente com um respeitável topete. Conheça Gavin, esse pequeno estiloso que também é apaixonado por seu cachorro.

London Scout – @scoutfashion

Dividindo a conta no Instagram com sua mamãe Sai, London tem apenas 4 aninhos e já passeia com alguns dos looks mais elaborados da moda infantil, além de ostentar um black power prá lá de lindo. Impossível escolher a melhor produção!

ENGLISH

The Brazilian Children’s Day is celebrated every October 12 and, to celebrate this important date, we selected 5 small fashionistas who have a wardrobe that can make any stylish grown up jealous. Believe us and check out this 5 Instagram accounts!

Kyan The mother of this little fashionista manages his Instagram account, where they share great clicks of his young man’s life. With and undercut and a modern style, Kyan is an example of how to combine jean with jeans, crash prints, wear caps and hats. So cute!

Gavin Logan At age 8 Gavin is a model, a dancer and an actor who parades a street style full of sunglasses, printed tees and caps.

Michael Rangamiz At only 3 years old (his mother takes care of his account), Michael already wears amazing outfits inspired by Harry Styles. He also has a gorgeous long hair which now and then appear in stylish hairdos. He’s such a little rockstar!

Gavin A smiling boy with a respectable quiff. Meet Gavin, this little stylish dude who also loves his dog.

London Scout Dividing the account with her mama, London is only 4 years old and already walks around in some of the most elaborated childre’n outfits, with her beautiful black power hairstyle. Impossible to choose her best production!

Fotos: respectivas contas do Instagram