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Moda Masculina: street style MECA festival

O MECA festival reuniu durante duas semanas La Roux, AlunaGeorge, Citizens, entre outras atrações do indie experimental ao eletrônico em quatro cidades do país! Além de reunir gente que curte boa música, juntou também muita gente estilosa por onde passou. Quem esteve por lá conferiu ~a vibe~ do festival, que cresce a cada ano e consolida como um dos principais festivais de música do Brasil.

O mais legal é que, em cada lugar que ele passa, traz uma sensação diferente, deixando o festival com a cara da cidade e das pessoas de lá: no Rio de Janeiro, por exemplo, ele aconteceu na Estação Leopoldina, uma estação de trem abandonada no Centro do Rio de Janeiro. Em Maquiné (RS) o lugar escolhido foi ao ar livre de um Hotel Fazenda, e em Minas Gerais, onde o festival aconteceu de graça, em comemoração às 5 edições do evento, o cenário foi nada menos que Inhotim. Chique e artsy!

E festival, na moda, significa looks pra lá de criativos! Afinal, não dá pra curtir um evento desses e não sair bem na foto. Muita roupa estampada, tecidos leves, acessórios e até flores na barba! É que isso que a gente viu por lá: um streestyle masculino divertido e espontâneo. Reunimos os melhores looks de algumas cidades por onde o MECA passou.

São Paulo

Rio de Janeiro

Agora é esperar 2016! Fotos: I Hate Flash e Dhyogo Oliveira (SP)

Aquecimento Meca Festival 2015 by Youcom

Quem me acompanha já está ligado que eu amo o MECA Festival – dá uma olhada nos reports de 2013, e 2014, quando eu criei até uma linha de t-shirts exclusiva pro festival. Estou em temporada em Janeiro em Recife – por motivos de carnaval e trabalho – mas não consegui deixar de marcar minha presença esse ano mais uma vez. Let’s go!

MECA FESTIVAL 17 de Janeiro – Maquiné, RS 18 de Janeiro – Rio de Janeiro, RJ 24 de Janeiro – São Paulo, SP

A graça do MECA nos últimos anos tem sido exatamente ~a vibe~, que é um conceito muito subjetivo mas que faz a diferença em qualquer festival. Só gente linda (hehehe), poucas filas, e um line-up que sempre foge ao lugar comum ajudam a coroar o MECA como o festival mais cool do Brasil.

Neste ano, o MECA é patrocinado pela Youcom, marca de fast fashion super antenada que eu adoro (minha calça preta preferida é de lá!), e eles vão me levar com meus amigos pro festival! Galera de São Paulo, atenção no meu Instagr.am – quem não segue ainda corre lá @caiobraz – que eu vou fazer uma promoção com alguns ingressos free!

Vamos dar uma olhada nas atrações pra já ir entrando no clima? La Roux lançou CD novo que está incrível – já pode decorar a letra de Let me Down Gently

Minha música preferida da Aluna George – sexy, groovy R&B

Mais uma vez o Citizens! vem para o MECA. O show em 2013 foi massa!

Ingressos nas Lojas Youcom de todo o Brasil – encontre a loja mais próxima de você aqui!

Ah Meca, porque tu és tão tri-a-fudê!?

Quem acompanha o blog e minhas andanças lembra que no ano passado eu estive no Meca Festival 2013, junto com a turma do I Hate Flash, conhecendo e gravando nesse sonho que é o Meca. O vídeo nunca saiu: acredita que nós gravamos durante quatro horas com o microfone desligado (PQP!). Foi um verdadeiro t-r-a-u-m-a, chorei dias. Este ano, entretanto, voltei com a cabeça erguida, o microfone ligado e o melhor: uma coleção de camisetas em parceria com o festival, como official merchandise. Bravo!

Alguém aqui já ficou hospedado em um motorhome? É uma coisa meio engraçada. O nosso era tão anos 90 que tinha até videocassete. Imagine um caminhão-ônibus com ar condicionado split, geladeira, forno, fogão, beliches, banheiro. Meio caótico mas no bom humor, a gente leva numa nice [menos o Totó que roncava DEMAIS]

Dá uma olhada na giftshop Caio Braz <3 Meca Festival, que graça, debaixo da árvore.

Criei cinco estampas [junto com a Alice Vieira, que trabalha no desenvolvimento da marca comigo]. Esta é uma das minhas preferidas, que tem uma pegada mais de taxonomia/botânica, com o desenho de uma araucária. Aliás, este tipo de traço e imagem tem virado uma obsessão pra mim

E a de coração, sucesso total.

Muito boa a ideia do clubinho I Hate Flash + adidas Originals, onde você podia ganhar suas fotos impressas [e polaroids instax mini] para montar um scrapbook. Programa de índio? Programa de indie, eu diria.

What Happens at Meca, Stays at Meca. É isso mesmo.

Detalhe do meu look: tênis cano alto Vert e meias Urban Outfitters.

Costas da camiseta, Meca + Caio Braz. Bonitinho né?

Gravando piadinhas e tirando uma onda com essa gurizada. Muito engraçado. Ahhh sai logo material!

It’s a wrap, Meca! Com minha turminha de amigos, invadimos juntos, e claro, vamos voltar ano que vem <3 Em tempo: nesta sexta-feira tem edição do Festival MECA em São Paulo, no Grand Metrópole, com direito a lojinha também!

Meca Festival 2013: road trip report

BRASIL, ATENÇÃO. Temos uma nova vedete no mundo dos festivais. Bem-vindos ao M/E/C/A Festival, a surpresa mais surpresa das supresas de 2013. Esqueça tudo o que você viu no Brasil nos últimos três anos, quando surgiu esse boom festivaleiro: filas intermináveis, palcos gigantes, multidões, cenários ~assépticos~. O Meca é um ‘pocket’ festival que acontece na Praia de Xangri-Lá, no litoral Gaúcho, a cerca de 1h30 de Porto Alegre. E por acaso, o festival mais delicioso do país.

1. I Hate Flash Crew + Ringo
2. Chegando no M/E/C/A Festival
3. Com Raul Aragão, I Hate Flasher.
4. A crew completa: Esper, Duarte, Schlaepfer, Aragão e Braz.

Antes de falar mais sobre o MECA, neste ano preparem-se para acompanhar uma parte da minha trajetória com essa galera das fotos, o I Hate Flash. Você já deve ter ouvido falar neles: o IHF é um talentoso coletivo artístico do Rio de Janeiro, do qual agora eu faço parte. Queremos neste ano fazer uma turnê mundial de festivais. O que vai acontecer de fato, não sabemos – inclusive, patrocinadores, sejam bem-vindos [momento jabá]. Somos um grupo de fotógrafos, videomakers e repórter[es] viajando por aí pra desvendar o lifestyle dessa geração vidrada em música, arte e estilo.

Estas duas fotos exemplificam bem o cenário onde acontece o Meca: uma espécie de fazenda, repleta de árvores na beira de um lago, com muita área de lazer [parquinhos, sombras para piquenique] e piscina. Falando em piscina, assim que chegamos no local, nos deparamos com este cavalo bebendo Heineken [foto 1] ao som de Flight Facilities. Sim, eles estavam tocando na beira da piscina, como quem vê um CDJ vazio e decide assumir porque tá de bobeira. Um dos pontos altos do dia, que começara há tão pouco.

O MECA parece um editorial de moda da i-D, ou um site de streetsyle personificado. São centenas de jovens muito bem vestidos. Como diria Raul, que viajou comigo: “Aqui em POA a galera leva realmente a sério o look né?” Este menino da primeira foto, de cabelo azul e casaco H&M por Versace, tá a cara da capa do álbum do MGMT. De gente bonita e bem-vestida a gente nunca cansa. A consciência fashion e ótimo styling do público do Sul são um fator muito importante do festival, que ajuda a colorir a energia do lugar. Eu, que fui de camiseta preta, bem básico, me achei tão boring.

É disso que eu tô falando. Nem no Coachella elas são tão lindas e bem vestidas.

1. O duo australiano Flight Facilities
2. A lead singer Martina, do Dragonette
3. Pedro e Pata, do Holger

Vamos falar de música? Meus três shows preferidos foram Flight Facilities, Dragonette, e Holger. Depois que o Flight Facilities publicou essa mixtape em Dezembro [se você ainda não baixou, do it now!], surtei com eles e comecei a baixar todas as músicas e remixes. O som é finíssimo, sexy, soulful, enfim. Memorável.

Dragonette já era um velho conhecido: desde o desfile da Auslænder, quando eles tocaram no Fashion Rio 2010, antes mesmo da explosão da track Hello com o Martin Solveig. A Martina, vocalista, continua afiadíssima no palco – em entrevista para nós, ela confessou sempre ficar nervosa quando vem tocar no Brasil porque considera os brasileiros “o povo mais cool do planeta”.

E o show do Holger, de longe a melhor atração nacional. As principais faixas do excelente Ilhabela [que levou prêmio de melhor disco nacional de 2012 aqui no blog] colocaram t-o-d-o m-u-n-d-o pra pular. A formação do Holger no palco é muito interessante: eles se revezam no palco, em uma espécie de rodízio, onde todos podem cantar e tocar qualquer instrumento, em uma dinâmica ágil e divertida. E claro, todo o ambience do Meca pareciam casar perfeitamente com o som deles: o por do sol, o streetstyle. Excelente.

Quem ficou com vontade de ir no ano que vem? Enquanto isso, as fotos de 2013 já estão no ar, na íntegra, pra vocês entenderem tudo. Beijos.

Fotos: I Hate Flash