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Roteiro de Arte no Brasil: onde encontrar?

A guide to see art in Brazil

A-do-ra-mos fazer roteiros culturais quando viajamos pra fora! Visitar museus, ficar de olho na arquitetura, sacar um pouco mais da história daquele lugar ou ver de perto os mais diversos movimentos artísticos são motivos de animação. E aí que, às vezes, acabamos esquecendo que o nosso país também tem destinos mara quando o assunto é arte. Assim, inspirados pela Arte de Viajar Pelo Brasil, montamos um roteirinho artsy dos bons, pra você pegar a estrada djá!

Amazonas: Começamos em Manaus. Que tal visitar o Teatro Amazonas? Inaugurado em 31 de dezembro de 1896, ele é hoje uma das obras arquitetônicas mais importantes do país e representa o período áureo da borracha, sendo patrimônio artístico do estado. Vai lá que é lindo, lindo.

Distrito Federal: Brasília é uma cidade-monumento. Projetada por Lúcio Costa, possui um formato de ave com asas abertas e, de quebra, é tomada pela arquitetura cheia de curvas de Oscar Niemeyer, o que confere tanta modernidade à cidade, que inclusive impulsionou o Construtivismo no Brasil. Ou seja, museu a céu aberto, né?

Pernambuco: Da capital, pulamos direto pra Recife, já que o Instituto Ricardo Brennand é um must go da cidade. Veja tapeçarias, esculturas, mobiliário e pinturas de diferentes épocas e provenientes de Europa, Ásia, África e América, reunidas durante mais de 50 anos pelo colecionador homônimo, num complexo arquitetônico com cara de Medieval.

Bahia: O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) fica no Solar do Unhão, lugar privilegiado com arquitetura do século 17 (tem capela, casa grande e senzala) e na beira da Baía de Todos os Santos. O acervo é grande e conta com artistas como Cândido Portinari e Di Cavalcanti. Ainda na cidade, o Palacete das Artes Rodin Bahia é outro que merece visita, com quatro peças de Rodin em seus jardins e exposições temporárias de arte moderna e contemporânea. Tá pensando que a Bahia é só Axé?!

Minas Gerais: Os mineirins têm o sotaque mais delícia desse Brasil e também muita arte pra oferecer, começando por Inhotim. O centro de arte contemporânea iniciado por Bernardo Paz abriga um dos mais importantes acervos do nosso continente (#modéstia) e fica em Brumadinho. Lá, você pode ver obras de Olafur Eliasson, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Matthew Barney, Yayoi Kusama… A interatividade é ponto alto. E que tal dar um pulinho em Ouro Preto? A cidade é monumento nacional e reúne um grande acervo religioso, contando a história do nosso país com obras de Aleijadinho e Mestre Ataíde, por exemplo.

São Paulo: Alô destino mais cosmopolita desse país! Sampa reúne um bocado de museus e galerias para amante de arte nenhum botar defeito! Do Museu de Arte Moderna (MAM) ao MASP. Da Pinacoteca ao Instituto Tomie Ohtake. Do Museu da Imagem e do Som (MIS) ao Museu de Arte Contemporânea (MAC). São paulo transpira arte inclusive nas suas ruelas e avenidas, já que a arte urbana também é seu forte. Tem que ir!

Rio de Janeiro: O Rio pode continuar lindo, mas vamos ali pra Niterói, onde fica o Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Aquele mesmo, cuja arquitetura projetada por Oscar Niemeyer é reconhecida no país todo. Além da vista, você pode apreciar o acervo que possui obras de Hélio Oiticica e Tomie Ohtake. Ah! No Rio, o CCBB, a Casa Daros e o Museu de Arte do Rio (MAR) também merecem atenção, hein!

Rio Grande do Sul: Bah! Porto Alegre está cheia de opções pra quem curte um bom museu, mas dois deles são realmente imperdíveis: o Museu de Arte Moderna do Rio Grande do Sul (MARGS), com seu enorme acervo, e a Fundação Iberê Camargo, que reúne obras do artista de mesmo nome e realiza expos de arte contemporânea. Fique de olho na sua arquitetura e feche com chave de ouro esse roteiro artsy brasileiro!

ENGLISH

We Brazilians love to do cultural tours when we travel to other countries. Visit museums, keep an eye on the architecture, learn a little bit more about the new places and take a close look to different artistic movements are reasons for excitement. Sometimes, we simply forget that our country also has wonderful destinations when it comes to art and that’s why we put together a travel plan for you to see art in Brazil. Let’s go!

Amazonas: We’ll start in Manaus. How about visiting the Amazonas Theatre? Opened in December 31, 1896, it is now one of the most important architectural masterpieces in the country, representing the golden age of rubber and an artistic heritage for the state. You should go, ‘cause it’s a beautiful, beautiful building.

Distrito Federal: Brasília is a city-monument. Designed by Lúcio Costa, it has a “bird with open wings” format and it is taken by the curves of Oscar Niemeyer’s architecture, which ensures the city’s modernity that boosted Constructivism in Brazil. Well, it’s like an open-air museum, right?

Pernambuco: From the capital we go straight to Recife, as the Ricardo Brennand Institute is a must go in this city. See tapestries, sculptures, furniture and paintings from different eras and from Europe, Asia, Africa and America, all gathered in over 50 years by Brennand, in an architectural complex with a Medieval flair.

Bahia: The Museum of Modern Art of Bahia (MAM) is housed in Solar do Unhão, a privileged place with 17th architecture and an ocean view. Its collection is large and features artists like Cândido Portinari and Di Cavalcanti. The Palacete de Artes Rodin Bahia is another museum that deserves your visit, with four pieces of Rodin in its gardens and temporary exhibitions of modern and contemporary art.

Minas Gerais: This state has a lot of art to offer, starting with Inhotim, in Brumadinho. This contemporary art center started by Bernardo Paz houses one of the most important collections of our continent. It features artists like Olafur Eliasson, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Matthew Barney and Yayoi Kusama, and the interactivity is key to the experience over there. You shoul also go to Ouro Preto, a small city considered a national monument, full of religious Brazilian art.

São Paulo: Well, hello to our most cosmopolitan destination! São Paulo is full of museums and galleries, such as the Modern Art Museum (MAM), MASP, the Pinacoteca, the Tomie Ohtake Institute, the Museum of Image and Sound (MIS) and the Museum of Contemporary Art (MAC), to name a few. There’s art everywhere, even in the streets, sice its urban art is also potent. You have to go!

Rio de Janeiro: Let’s go to Niterói, where the Museum of Contemporary Art of Niterói stays. A building with a famous architecture designed by Oscar Niemeyer and recognized all over the country, featuring works by Hélio Oiticica and Tomie Ohtake, for example, besides a great view. In Rio, you can go to the CCBB, Casa Daros and Rio Museum of Art (MAR).

Rio Grande do Sul: Porto Alegre is full of options for those who enjoy a good museum, but two of them are a must go: the Modern Art Museum of Rio Grande do Sul (MARGS), with its huge collection, and the Iberê Camargo Foundation, which brings together works of the artist and contemporary exhibits. Keep an eye on its architecture and end this trip in an amazing way!

Fotos de Reynaldo Stavale, Fernando Vivas, Mirele Pacheco e divulgação

A melhor análise sobre o problemão que virou o Brasil

O correspondente internacional Juan Arias, natural de Almería, na Espanha, é o responsável por enviar notícias do Brasil para o jornal El País, da Espanha. E escreveu o melhor artigo na minha opinião sobre tudo o que está acontecendo por aqui, e analisa a onda revolucionária que está acontecendo no nosso país. Sem rabo preso, sem partido, sem vícios e com ótima análise [e ainda joga um pouco de esperança na gente]. Tomei a liberdade de traduzi-la para o português, com algumas simplificações:

Giuliana Vallone, leitmotiv da “Revolução do Vinagre”, sofreu ataque de um policial com bala de borracha enquanto cobria os protestos

Por que Brasil, e agora?

Está criando confusão, dentro e fora do país, a crise criada de repente no Brasil pelo surgimento de protestos de rua, em primeiro lugar, nas cidades ricas de São Paulo e Rio, e agora se espalhando por todo o país e até mesmo pelos brasileiros no exterior .

No momento há mais perguntas para entender o que está acontecendo do que respostas para elas. Existe apenas um certo consenso de que o Brasil, até então invejado internacionalmente, vive uma espécie de esquizofrenia ou paradoxo que ainda devem ser analisados e explicados.

Vamos começar com algumas perguntas:

Por que agora surge como um movimento de protesto como os que estão de volta em outros países, enquanto durante dez anos o Brasil vivia  anestesiado pelo seu sucesso e aplaudido mundialmente? O Brasil é pior hoje do que dez anos atrás? Não, é melhor. Pelo menos é mais rico, tem menos pessoas pobres e crescem os milionários. É mais democrático e menos desigual.

Como é, então, que a presidente Dilma Rousseff, com uma aprovação popular de 75%, um recorde que superou o do popular Lula da Silva, pode ser vaiada várias vezes na abertura da Copa das Confederações , em Brasília, por quase 80 mil torcedores de classe média que podiam se dar ao luxo pagar até US$ 400 por um ingresso?

Por que vão para as ruas para protestar contra o aumento do preço dos de transportes públicos jovens que normalmente não utilizam esses meios, porque eles já têm carros, algo impensável ​​há dez anos?

Por que protestam estudantes de famílias que até pouco não sonhariam em ver seus filhos pisando em uma universidade?

Por que aplaude aos manifestantes a classe C, recém-chegada da pobreza e pela primeira vez na sua vida capaz de comprar uma geladeira, uma máquina de lavar roupa, televisão e até mesmo uma moto ou um carro usado?

Por que o Brasil, muito orgulhoso de seu futebol, parece ser agora contra a Copa do Mundo chegando a manchar a abertura da Copa das Confederações com uma manifesto que produziu ferimentos, prisões e medo nos fãs que foram ao estádio?

Por que esses protestos violentos em um país invejado até mesmo pela Europa e pelos Estados Unidos por seu desemprego quase zero?

Por que protesto nas favelas onde as pessoas dobraram sua renda e recuperaram a paz que a droga lhes roubara?

Por que de repente se levantaram em armas os índios que já têm 13% do país e tem o Supremo Tribunal Federal sempre ao lado de suas reivindicações?

Os brasileiros são ingratos a quem lhes tem feito melhor?

As respostas para todas essas perguntas que produzem em muitos, começando com os políticos, uma espécie de perplexidade e espanto, poderia ser resumida em algumas questões.

Primeiro, você poderia dizer que, paradoxalmente, a culpa é de quem deu o pobre um mínimo de dignidade: a renda não miserável, a possibilidade de ter uma conta bancária e acesso a crédito para comprar o que sempre foi um sonho para eles (eletrodomésticos, uma moto ou um carro).

Talvez o paradoxo seja devido a isso: por ter colocado os filhos dos pobres na escola, onde não puderam ir seus pais e avós; e permitir aos jovens, todos brancos, negros, indígenas, pobres ou não ir para a faculdade; fornecer livre acesso de saúde a todos, e ter conseguido tudo o que transformou o Brasil em 20 anos em um país quase de primeiro mundo.

Os pobres chegados à nova classe média tornaram-se conscientes de ter tomado um salto qualitativo em matéria de consumo e agora querem mais. Eles querem, por exemplo, serviços públicos de primeiro mundo, o que não são. Eles querem uma escola que além de acolher, ensine com qualidade, o que não existe. Querem uma universidade não politizada, ideológica ou burocrática. Eles a querem moderna, viva, para prepará-los para o trabalho futuro.

Eles querem hospitais com dignidade, sem meses de espera, sem filas desumanas, onde eles são tratados como pessoas. Eles não querem que 25 bebês morram em 15 dias em um hospital de Belém, no Estado do Pará.

E eles querem sobretudo o que lhes falta politicamente: uma democracia mais madura, em que a polícia não continue agindo como na ditadura;  querem partidos que não sejam, nas palavras de Lula, um “negócio” para ficar rico;  querem uma democracia onde exista uma oposição capaz de vigiar o poder.

Querem políticos menos corruptos; querem menos desperdício em obras que consideram inúteis quando ainda existem oito milhões de famílias sem moradia; querem uma justiça com menos impunidade, querem menos diferenças sociais abismais. Eles querem ver na cadeia os políticos corruptos.

Querem o impossível? Não. Ao contrário do que os movimentos de 68, quando queriam mudar o mundo, os brasileiros insatisfeitos com o já alcançado querem serviços públicos como no primeiro mundo. Eles querem um Brasil melhor. Nada mais.

Em última análise, querem o que lhes foi incentivado a desejar: ser mais feliz ou menos infeliz do que eram no passado.

Já ouvi algumas pessoas dizerem: “Mas o que mais essas pessoas querem?” A pergunta me faz lembrar de algumas famílias que dizem que mesmo dando tudo para seus filhos, eles se revoltam do mesmo jeito.

Às vezes os pais esquecem que faltou nesse tudo algo que para os jovens é essencial: a atenção, a preocupação com o que eles querem e não o que às vezes é oferecido. Elas precisam não somente de ajuda e proteção, de serem pegos pelo braço: eles querem aprender a ser protagonistas.

E aos brasileiros mais jovens, que cresceram e se tornaram consciente não só do que eles já têm, mas do que ainda podem alcançar, está faltando apenas deixá-los serem os protagonistas de sua própria história, especialmente quando eles provam ser extremamente criativos.

E que façam isso, sem violência, porque a violência já sobra neste país maravilhoso sempre preferiu a paz à guerra. E que não se deixem influenciar por políticos que tentarão tirar proveito da situação, para esvaziar a legitimidade do conteúdo.

Em uma faixa onde se lia ontem: “País mudo é um país que não muda.” E também, dirigido à polícia: “Não atire meus sonhos.” Ninguém pode negar a um jovem o direito de sonhar.

Gaga (finalmente) no Brasil!

Ok, também vamos falar da Lady Gaga no Brasil. Não temos como escapar depois da polêmica dos ingressos encalhados, da constrangedora entrevista para o Fantástico, dos quilos a mais… mas principalmente não temos como escapar porque a Mother Monster finalmente pisará no Brasil pra apresentar a megalomaníaca tour  The Born This Way Ball.

“Só não me levem assim no Fogo de Chão”

Piadas à parte, a aguardada vinda dela para o país têm gerado uma grande expectativa nos Little Monsters, seus amados fãs. Gaga desde o início criou certa cumplicidade com eles por passar uma mensagem de “você é lindo do jeito que você é”. Lógico que na terra dos fãs mais ensandecidos, estão sendo organizadas várias homenagens durante os shows nas três cidades. Com direito a bexigas brancas, abraços coletivos, óculos customizados, pulseiras e bastões neon.

 

“A Tia ama vocês! S2”

Quando todos esperavam uma lista de exigências tão exótica quanto o lifestyle que vende – até uma lhama falaram que ela teria pedido -, Lady Gaga (dizem que) apenas pediu para decorar o quarto com rosas e velas perfumadas. Além de trazer sua própria bicicleta ergométrica.

Já escolhi o look pra conhecer o Glória.

Na verdade, o mais importante de tudo isso, são os shows, ÓBVIO. Com uma mega-estrutura, o  cenário representa um castelo medieval que se abre durante o show para a plateia se sentir dentro do Monster Ball. Os figurinos são de Giorgio Armani, Versace e Moschino. Dentro do setlist o esperado: os hits e músicas nem tão legais do último disco. Com certeza, será um ótimo show de se assistir. Lady Gaga é uma grande performer com ótimas referências. Agora é esperar e ver!

Como não há nenhum video decente dessa tour, compartilho uma apresentação do especial A Very Gaga Thanksgiving que é do ano passado, mas maravilhosa:

Agora vamos comprar aqueles ingressos encalhados? Aproveita que tá rolando até promoção Pague 1 Leve 2, no melhor estilo Casas Bahia.

NOTA DO CAIO:

Tive a chance de ver o show da Lady Gaga em 2010 no festival Lollapalooza, em Chicago. Eram milhaaares de pessoas para ver a Monster Ball Tour, onde Gaga apresentava os sucessos do seu primeiro CD, logo depois do auge de Bad Romance. GaGa é legal, mas não espere um show com o mesmo nível da Madonna, por exemplo, que tem o audiovisual e performances muito mais impressionantes.

A parte realmente chata é que ela faz a linha missionária no show com os Little Monsters: a cada música, conversando com os fãs e gritando no microfone por horas mensagens de incentivo como “You can be anything”, e auto-ajuda do gênero. Um pé no saco. Mas tá tão baratinho, que vale à pena!

 

United States of Pará

Há uns dois anos eu queria conhecer Belém do Pará, mas nunca tinha companhia. Desde que Belém começou a se tornar a nova Recife (o tecnobrega é o manguebeat dos anos 2010), o país inteiro está de olho neles, né? Eis que surgiu a maravilhosa chance de ir para o aniversário da Meachuta, uma festa enorme que acontece lá em Belém. O line-up era só de amigos, como a Banda Uó, Bonde do Rolê, Gang do Eletro, e o André Paste. Fechamos uma galerona e compramos as passagens para conhecer essa cidade tão exótica, de culinária e gente tão incrível!

A aterrisagem em Belém, no Aeroporto Val de Cans. Já da pra sentir a imensidão e a diferença da Amazônia. A boa é ir de milhas, porque a passagem pode ser bem carinha, são mais de 3 horas de vôo saindo de São Paulo.

Eu e Ju Mathias, stylist do GNT Fashion e também da Banda Uó, carimbózando na chegada em Belém. O calor é impressionante, muito úmido e chove todos os dias, sem exceção, durante a tarde.

Essa vista linda é de um restaurante que se chama Palafita, bem conhecido lá em Belém. Vale à pena conhecer, preços bons, comida gostosa, tudo ao ar livre.

Assim como a Barra da Tijuca, Nova Iorque e Paris, Belém tem uma estátua da liberdade pra chamar de sua. Fica em frente a uma loja, muito avulsa. Achei exótico.

A Praia do Mosqueiro é um passeio imperdível a uma hora de Belém, onde tomamos o batismo no banho do Rio Amazonas. É uma das praias mais frequentadas pelos belenenses (dizem que Salinas é melhor, mas é bem mais distante). A boa é alugar um carro e ir com os amigos dirigindo, mas cuidado na estrada, quase batemos várias vezes. Aliás, achamos o trânsito no Pará um pouco Bangladesh, tem carro, caminhão, carroça, bicicleta, moto, e lagartos se degladiando pela rua. E não dá pra confiar no Google Maps, ele nos traiu várias vezes. Crazy.

Uma compra imperdível no Mercado Ver-o-Peso: óleo de bôto, ou da bôta. Reza a lenda que é um perfume afrodisíaco, você passa nas suas coisinhas para atrair homens ou mulheres e melhora seu poder de sedução e desempenho sexual. Todos compramos, sem exceção.

Polaroid que tiramos na Praia do Mosqueiro. Faltou só o Rapha Boy assinar.

Detesto foto de comida, principalmente no Instagr.am, mas não dava pra não registrar a maravilha que é o tacacá. Conheci pela primeira vez ainda quando trabalhava na TV Brasil e passei vinte dias gravando pelo Acre. A culinária típica do Norte é muito diferente do resto do Brasil. Você também encontra bife, arroz, feijão e batata frita, mas a graça é provar tudo que é feito de tucupi (extrato de raiz da mandioca brava) e o jambu (erva que deixa a boca dormente). Tacacá is a must.

Amigos em Belém do Pará

Eu e meu roommate paulistano, Felipe Ávila. Ambos vestem Neon.

Fazendo o rubi (símbolo da aparelhagem) com o André Paste, príncipe dos mashups.

A Nave do Rubi no palco do Amazônia Hall, na Meachuta. É o cenário que ilustra o espetáculo que é a aparelhagem no Pará.

Procissão de estampas em Belém do Pará, todo mundo pronto pra Meachuta!

A Banda Uó tocando no palco da Meachuta, o show deles tá cada vez melhor!

Candy Mel [loiríssima] veste (sh)it girl., da Caio Braz Casa de Modas.

Galera da produção da Meachuta com Keilinha Gentil, da Gang do Eletro.

A grande revelação da viagem, nosso amigo paraense Wendel! Já estou com saudades dessa terra boa!

Fotos: Instagr.am de Caio Braz, Felipe Avila, Glauco Sabino, Raphael Lima e Fiesta Intruders