Tag: bonde do rolê

United States of Pará

Há uns dois anos eu queria conhecer Belém do Pará, mas nunca tinha companhia. Desde que Belém começou a se tornar a nova Recife (o tecnobrega é o manguebeat dos anos 2010), o país inteiro está de olho neles, né? Eis que surgiu a maravilhosa chance de ir para o aniversário da Meachuta, uma festa enorme que acontece lá em Belém. O line-up era só de amigos, como a Banda Uó, Bonde do Rolê, Gang do Eletro, e o André Paste. Fechamos uma galerona e compramos as passagens para conhecer essa cidade tão exótica, de culinária e gente tão incrível!

A aterrisagem em Belém, no Aeroporto Val de Cans. Já da pra sentir a imensidão e a diferença da Amazônia. A boa é ir de milhas, porque a passagem pode ser bem carinha, são mais de 3 horas de vôo saindo de São Paulo.

Eu e Ju Mathias, stylist do GNT Fashion e também da Banda Uó, carimbózando na chegada em Belém. O calor é impressionante, muito úmido e chove todos os dias, sem exceção, durante a tarde.

Essa vista linda é de um restaurante que se chama Palafita, bem conhecido lá em Belém. Vale à pena conhecer, preços bons, comida gostosa, tudo ao ar livre.

Assim como a Barra da Tijuca, Nova Iorque e Paris, Belém tem uma estátua da liberdade pra chamar de sua. Fica em frente a uma loja, muito avulsa. Achei exótico.

A Praia do Mosqueiro é um passeio imperdível a uma hora de Belém, onde tomamos o batismo no banho do Rio Amazonas. É uma das praias mais frequentadas pelos belenenses (dizem que Salinas é melhor, mas é bem mais distante). A boa é alugar um carro e ir com os amigos dirigindo, mas cuidado na estrada, quase batemos várias vezes. Aliás, achamos o trânsito no Pará um pouco Bangladesh, tem carro, caminhão, carroça, bicicleta, moto, e lagartos se degladiando pela rua. E não dá pra confiar no Google Maps, ele nos traiu várias vezes. Crazy.

Uma compra imperdível no Mercado Ver-o-Peso: óleo de bôto, ou da bôta. Reza a lenda que é um perfume afrodisíaco, você passa nas suas coisinhas para atrair homens ou mulheres e melhora seu poder de sedução e desempenho sexual. Todos compramos, sem exceção.

Polaroid que tiramos na Praia do Mosqueiro. Faltou só o Rapha Boy assinar.

Detesto foto de comida, principalmente no Instagr.am, mas não dava pra não registrar a maravilha que é o tacacá. Conheci pela primeira vez ainda quando trabalhava na TV Brasil e passei vinte dias gravando pelo Acre. A culinária típica do Norte é muito diferente do resto do Brasil. Você também encontra bife, arroz, feijão e batata frita, mas a graça é provar tudo que é feito de tucupi (extrato de raiz da mandioca brava) e o jambu (erva que deixa a boca dormente). Tacacá is a must.

Amigos em Belém do Pará

Eu e meu roommate paulistano, Felipe Ávila. Ambos vestem Neon.

Fazendo o rubi (símbolo da aparelhagem) com o André Paste, príncipe dos mashups.

A Nave do Rubi no palco do Amazônia Hall, na Meachuta. É o cenário que ilustra o espetáculo que é a aparelhagem no Pará.

Procissão de estampas em Belém do Pará, todo mundo pronto pra Meachuta!

A Banda Uó tocando no palco da Meachuta, o show deles tá cada vez melhor!

Candy Mel [loiríssima] veste (sh)it girl., da Caio Braz Casa de Modas.

Galera da produção da Meachuta com Keilinha Gentil, da Gang do Eletro.

A grande revelação da viagem, nosso amigo paraense Wendel! Já estou com saudades dessa terra boa!

Fotos: Instagr.am de Caio Braz, Felipe Avila, Glauco Sabino, Raphael Lima e Fiesta Intruders