Conheça as colagens e bordados apaixonantes do Pedroluiss

Sabe aquela sensação gostosa de descobrir um artista no Instagram e se identificar com a sua arte e as suas fotos? Pois é. O Pedro Luis, que hoje assina como pedroluiss, é um desses caras. Passear pelos registros de suas invenções é uma delícia e dá logo vontade de saber mais sobre seu processo criativo e suas inspirações, tanto que a gente foi correndo atrás dele pra desvendar essa história direitinho.

O Pedro tem 28 anos, é carioca e formado em Publicidade pela PUC-Rio, além de ter feito alguns cursos na Central Saint Martins, em Londres, e na EAV, no Rio. Desde que se formou, trabalhou como diretor de arte em agências de publicidade e na área de criação online e offline. Em 2014 ele se mudou pra São Paulo, onde começou a estudar Artes Plásticas na Escola Panamericana. Chegou até a trabalhar em algumas agências por lá, mas em 2015 ele resolveu ser freelancer pra poder se dedicar mais às artes e a uma produção mais autoral. Sorte a nossa!

Suas colagens e bordados chamam muito a atenção, são doces e ao mesmo tempo fortes. “Tenho os trabalhos de colagem no vinil, as colagens digitais e o meu caderno de colagem, onde tento fazer pelo menos uma por semana para exercitar e não perder a mão”, conta, “o bordado surgiu em 2016, eu fiz umas aulas com a minha vizinha e tomei gosto, muito mesmo”. Ele já fez uma exposição coletiva com os discos de vinil no Rio, além de ter três desses trabalhos no cenário da novela “A Lei do Amor”, da Globo. Em 2016 também rolou o convite para ilustrar uma das cartas do baralho da El Cabriton — e ele fez uma colagem, claro!

Os bordados de Pedro são super lindos e, apesar de ter aprendido com uma vizinha, a influência veio muito de sua mãe, que faz crochê e é super ligada no artesanal. Ele tem algumas séries de trabalhos nessa linha, como máscaras, pets sob encomenda (com fila de espera, hein), bastidores bordados (que já foram feitos para o Twitter e para a Globo), a série bem autoral com fotos antigas e as “brusinhas”, feitas em parceria com a sócia Alessandra Valois. É tudo agênero, bordado a mão e exclusivo, com apenas um bordado único para cada camiseta.

Uma foto publicada por Pedro Luis (@pedroluiss) em

E de onde vem tanta inspiração? Da vida que Pedro leva, mesmo. “Às vezes a inspiração vem de ver uma combinação de cor em algum prédio na rua, ler uma palavra e assimilar com algum sentimento…”, diz. E 2017 promete! Pedro já assinou uma coleção exclusiva com a Collector55 chamada “HOME IS WHERE…”, vai começar uma oficina de bordado com a amiga Patricia Matz e com a Pat e a Alessandra iniciou um projeto chamado “Feito à Mana”, de capacitação e profissionalização de trans.

Legal, né? Interessou, quer pra você? Corre lá no Insta do Pedro e manda mensagem ou manda email no pedroluisfs@gmail.com. Você pode também entrar em contato com a Myllery, galeria com a qual o Pedro tem vínculo.

La La Land: o figurino que é tão maravilhoso quanto o filme em si e as gravatas de Ryan Gosling

Uma febre, uma obsessão, quase uma doença. Será que é exagero definir assim a relação do público com La La Land? Quem já viu pôde entender tamanha comoção em torno do filme e quem não viu ainda, não se preocupe, não daremos spoilers além do figurino, tão legal e encantador quanto a narrativa em si. O musical, dirigido por Damien Chazelle (Whiplash), abocanhou 7 categorias do Globo de Ouro e tem ainda 14 indicações ao Oscar. Tem gente que não entendeu tanto frisson, mas é que La La Land é um jovem clássico, remetendo à era de ouro de Hollywood enquanto conta a história desses dois jovens em busca de seus sonhos.

Pois bem, uma dessas indicações é inclusive a de “Melhor Figurino”, característica que realmente se destaca ali no meio de tanta coisa boa desse feel-good movie. A responsável pelo sucesso nessa área foi Mary Zophres, que trouxe aos personagens de Emma Stone (Mia) e Ryan Gosling (Sebastian) essa coisa retrô, mas pé no chão — afinal, o filme se passa nos tempos atuais. E nós amamos o resultado de Gosling! Sebastian é apaixonado por jazz de raiz e naturalmente seus looks têm uma pegada inspirada em gerações anteriores. Ele está sempre de camisa, calça e blazer; camisetas, de jeito nenhum. Ah, e sapatos bicolor! Perfeitos inclusive para os números de dança. Muito romântico e conquistador sim.

Além de tudo isso, um acessório em particular capturou o nosso olhar durante o filme: as gravatas de Sebastian! De design mais slim (mas sem ser aquele slim máximo, uma coisa meio termo), elas sempre traziam algum detalhe não só bonito, mas que claramente conversava com a cena ou o personagem. Algumas vezes mais minimalista, como a gravata azul marinho com o detalhe branco e o monograma vermelho, outras mais ousada, como a gravata preta com as teclas de piano. Ótimas!

Se você é do time dos que ainda não viu La La Land, corra pra assistir no cinema! Vale a pena.

Resumão das semanas de moda internacionais: macrofomentos para ficar de olho em 2017

Janeiro foi um mês agitado para o calendário fashion. Londres, Florença, Milão e Paris receberam desfiles de grandes marcas que apresentaram suas coleções masculinas de inverno 17/18. Muito close, vários fomentos, e a gente foi atrás dos nossos favoritos pra te deixar informado do rolê. Repara:

Uma coisa é importante ser dita. Essas semanas de moda trouxeram uma ideia de que o sonho acabou. Um ar de desencanto paira diante de tantas questões preocupantes e reviravoltas políticas que tomam o planeta. Agendas de extrema direita, Brexit, Donald Trump no poder. E de que forma isso se traduz? Especialmente nas referências à juventude, dessa vez mais anárquica, certamente melancólica, saindo das utopias e sonhos de infância e adentrando o mundo real. Referências à juventude pipocam até mesmo em marcas voltadas para um público mais maduro. A juventude é a esperança de um mundo melhor, mas será que ela vai aguentar o tranco?

Gosha Rubchinskiy

Vetements

A Louis Vuitton, que fez um desfile em parceria com a Supreme e inspirado em artistas de Nova York que viveram a glória entre 70 e 90 (Basquiat, Andy Warhol, Keith Haring…). Muito pop e trazendo a alta moda para um universo mais street (e jovem, claro).

De forma mais clara e prática, isso se mostra também no militarismo, que apareceu bastante. Não tanto como tema de uma coleção inteira, nem sempre de forma literal, mas ali, rondando, reforçando a ideia de nos equiparmos contra o que está por vir. Sim, é uma vibe bélica mesmo, reflexo dos atuais movimentos no mundo.

Moschino / Walter Van Beirendonck / Gosha Rubchinskiy / Rick Owens / Lanvin

Outra parada que bombou na temporada? Acessórios. Começando pela pochete se afirmando absoluta no reino fashionista e aparecendo em uma pá de desfiles, da óbvia Supreme em parceria com a Louis Vuitton até a Lanvin, passando quepes, bonés e boinas de variados materiais (couro especialmente, parece que vai bombar), até echarpes típicas do mundo futebolístico (alô Gosha Rubchinskiy e Lanvin).

Versace / Missoni / Louis Vuitton / Lanvin / Gosha Rubchinskiy

E sim, parece que a estampa xadrez está voltando com força. Tínhamos dado um tempo nas camisas de flanela (ou não) de estampa xadrez, especialmente aquelas estampas maiores, né? De alguma forma isso começou a voltar, as camisas amarradas na cintura foram reaparecendo (Justin Bieber usa muito e inclusive fez modelos para sua coleção Purpose Tour), e agora a estampa pode ser vista em diversos tamanhos e estilos, da pegada mais grunge à mais elegante, em casacos, camisas, sobretudos… A mistura de azul com preto marcou uma presença especial.

Versace / DSquared2 / Facetasm / Givenchy

É muito massa repararmos de que forma a moda molda nosso comportamento e também como rola o movimento inverso. Pois sem saber quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, fato é que nessa temporada algumas marcas trouxeram muitas referências do universo raver e techno, como a Dior (ahã!). “HarDior” foi a expressão escolhida para juntar hard techno e Dior numa coisa só. Particularmente em Londres essa leitura foi mais forte, com alusões encontradas em Christopher Shannon, Cottweiler e Topman (com sua psicodelia contraposta a uma pegada mais dark e, advinha, melancólica), entre outras marcas. Nada feliz e supercolorido, mas rebelde, indócil, dark. (Fun fact: no Rio de Janeiro a cultura techno tá voltando com tudo. A pegada é underground e da rua e vem se proliferando na cidade).

Dior

Christopher Shannon / Cottweiler / Topman

Agora, a macrotendência que foi puro fomento nessa temporada sem dúvidas é o street. Não importa muito a mensagem que o designer queria passar, pois o street se encaixa, se adapta a tudo. Inclusive à alta moda, que um dia já se esquivou declaradamente dessa tendência. Da Louis Vuitton ao Gosha, da Dior à Lanvin, da Vetements à Versace… Seja nos cortes super oversized que podem ser encontrados em cada vez mais marcas, seja nos jacos esportivos, nos tênis, nas referências a grupos underground e a manifestações de rua… Enquanto em alguns lugares as tentativas são de suprimir essas iniciativas, em outros elas são até de apropriação. Mas que a estética é mara, isso é.

Lanvin / Versace / Louis Vuitton / Ermenegildo Zegna / Comme des Garçons

Carnaval: 7 inspirações belas e imperdíveis de como usar purpurina no rolê + como aplicar e retirar

A gente sabe que no carnaval — que, por sinal, já começou — até mesmo quem odeia purpurina volta para casa feito uma estrela no céu. Não tem jeito; sempre haverá alguém para jogar glitter na sua cabeça sem pedir licença, sempre haverá o beijo, o abraço e a dança que cobram o pedágio do brilho e te deixam ornando com o rolê. Para quem se dá por satisfeito com a apropriação da purpurina alheia (kkk), é ótimo! Mas para aqueles que gostam de fazer uns desenhos especiais com os pontinhos brilhosos antes mesmo de sair de casa ou de pedir aquela ajuda ao amigo no meio do bloquinho para fomentar um concept de glitter no rosto, aqui vão umas inspirações para gravar na memória!

COMO UMA MÁSCARA

De uma linha embaixo dos olhos até a testa, onde você pode finalizar com um formato mais arredondado. Use a purpurina para fazer as vezes de máscara! É fácil e todo mundo entende a referência. Aliás, se você estiver usando uma fantasia de super-herói do tipo que usa máscara, pode ser bem legal fazer essa fake de glitter. Para maior aderência, use gloss ou protetor labial (passe com cuidado no formato que deseja e depois, se quiser, tire o excesso com um pincel seco).

NA BARBA

Essa não é mais novidade, mas que o efeito fica carnavalesco e vistoso não se pode negar. O Buzzfeed Austrália inclusive postou um “faça você mesmo” completíssimo para alcançar o resultado perfeito (bom também para quem gosta de efeitos mega definidos!). Se você não é tão exigente assim, pode investir na pasta de gel com purpurina e depois aplicar mais purpurina por cima para potencializar o brilho.

NOS CABELOS

Um cabelo mega purpurinado feito esse é de impacto imediato no meio do povo (até porque às vezes tudo que a gente vê é cabeça saltitante rs). Para conseguir esse efeito, siga os mesmos passos do tutorial da barba (gel + purpurina e + purpurina ainda).

NA LATERAL E AVANTE

Bem massa esse efeito que pega um bom pedaço da lateral do rosto e avança para os cabelos! É comum vermos uma galera com essa lateral bastante purpurinada, mas o avanço para os cabelos dá uma originalidade à coisa. Use gloss ou protetor labial para aplicar a purpurina no rosto e gel para modelar o cabelo e depois aplicar os pontinhos. Se quiser um exagero de brilho, um pincel ajudará no serviço!

NA LATERAL E ABAIXO

Outro jeito de dar um tchan a mais na purpurina passada na lateral do rosto é trazer ela para baixo. Uma ótima para quem tá a fim de marcar o maxilar avantajado ~kkk.

NA MARQUINHA DE SOL

Sabe quando você exagera um pouco no sol e fica com aquela linha marcada no rosto que pega as bochechas e o nariz? Então, que tal aplicar a purpurina nessa região? Se duvidar, rola até escolher uma cor de purpurina que lembre esse efeito, fica lúdico. Como sempre, se jogue no gloss ou protetor labial pra fixar o barato.

NO CANTO DOS OLHOS

Bem mais sutil do que pavão o efeito dessa purpurina aplicada com cuidado nas laterais externas dos olhos. Apesar de pouca coisa, quase nada, ainda assim vale se aproveitar daquele gloss maroto para não perder os brilhos na avenida. Agora, o desafio é conseguir não voltar para casa com (muito) mais purpurina do que saiu kkk.

BÔNUS CORPORAL

Essa não é uma referência de purpurina (apesar de ser facilmente substituído o material), mas fica bem bonito e carnavalesco o efeito de uma tinta brilhosa aplicada no corpo em regiões que já são naturalmente mais marcantes (músculos, dobras, ossos, desenho do rosto…).

E PARA TIRAR?

Uma das partes mais traiçoeiras de tanta farra da purpurina é conseguir tirar tudo depois, mas algumas dicas te ajudam nessa árdua tarefa.

– Use shampoo anti-resíduos: barba, cabelo e bigode agradecem uma hidrataçãozinha depois. E a boa é lavar pelo menos duas vezes!

– Use fita crepe: cole a fita crepe nas regiões da sua pele que estão purpurinadas e depois retire. A diferença é notável, mas você terá que repetir algumas vezes a ação para ficar perfeito (ou quase hehehe).

– Use demaquilante: aplique uma boa quantidade do produto no algodão e depois deixe agir de forma que você sinta a sua pele úmida. Puxe de vez para trazer a purpurina junto!

– Tome banho de shampoo: parece maluquice, mas é sério, e nesse caso pode ser qualquer shampoo. É que o sabonete vai acumulando a purpurina que ele retira do seu corpo e aí fica aquele passa pra lá, passa pra cá… Tomar um banho de shampoo (fazendo bastante espuma) ajuda bastante nessa função ingrata rs.

Gostaram das dicas? Fiquem ligados que vem mais papo de carnaval por aí. E quem tiver outras belas referências purpurinadas ou dicas de como tirar o paranauê depois, conta aqui!

Bolovo: uma marca bem massa e comprometida com os good times

Vamos falar de coisa boa? Vamos falar de Bolovo! “Hãm?”, você talvez pergunte. Sim, Bolovo, a marca que celebra 10 anos de estrada e que nasceu das mentes inquietas de Deco Neves e Lucas Stegmann de um jeito bem descompromissado e é divertidíssima.

Tudo começou em 2006, quando Deco e Lucas filmavam e fotografavam as suas viagens com os amigos. O nome “Bolovo” surgiu numa dessas viagens e acabou pegando. Como a turma era uma gangue, o nome foi parar em camisetas que o Deco fez com a mãe no Brás, em São Paulo, “elas eram muito podres”, ele diz. De lá pra cá surgiu um interesse natural e bem orgânico de produzir também umas peças de roupa que a galera tinha vontade de usar, mas não encontrava para comprar. Foi daí que veio a marca, que é definida como “de espírito livre” e inserida numa espécie de plataforma onde os caras também produzem vídeos, fotos e tudo que dá na telha.

A gente bateu um papo com o Deco pra saber mais dessa história, se liga:

Podemos definir a Bolovo como uma marca? Ela parece ser quase uma filosofia de vida… Acabou virando mesmo algo nesse sentido. A Bolovo é como se fosse uma “plataforma de lançamento” das nossas ideias. Um monte de coisas legais que temos interesse, a gente coloca dentro da Bolovo e lança pro mundo: vídeos, fotos, roupas, amigos, festas, viagens, esportes, ideias de “girico.com.br”… Isso tudo sempre com o norte que é: fazer memórias/ter boas histórias pra contar. Queremos ficar velhos e ser aqueles tiozinhos que sempre têm uma história boa na manga.

Como funciona o processo criativo de vocês? O que inspira as criações? Depois desses anos todos acho que a gente ainda não sabe da onde vem a inspiração, mas normalmente não é de onde procuramos na primeira vez. Nosso processo criativo é bem solto, não tem muito um caminho, mas as melhores ideias acabam sempre saindo de quando estamos todos juntos conversando sem muita preocupação. Aí depois a gente tenta lapidar as que achamos melhores. O que a gente acha mais legal mesmo é fazer as coisas acontecerem e nessa hora vem mais um milhão de ideias. A gente curte fazer coisas pra estrada e pros amigos. Daí já é um bom norte de “inspiração”. Também curtimos coisas extremamente bem feitas ou extremamente ridículas.

Quem usa Bolovo? Acho que são pessoas que entendem o valor de sair de casa e ter boas histórias pra contar, que curtem pôr a mão na massa mesmo e fazer coisas. Não ligamos pra classe social ou se curte isso ou aquilo. Acho que se você ver alguém usando Bolovo um dia deve ir trocar uma ideia com essa pessoa que ela deve ser bem gente fina.

Quais são seus planos para 2017? Tem sido uma fase muito legal e nova pra gente. Depois que saímos da MTV [os caras já trabalharam com a MTV e mais um monte de marca legal, tipo Nike, Vans, Void, Perestroika…] tivemos mais tempo para tocar a marca e estamos com bastante coisas no horizonte. Vamos lançar algumas colabs bem legais esse ano e novas peças que nunca tínhamos trabalhado antes.

Nós compramos um furgão 82! Vamos levar ele pra estrada e isso vai virar nossa websérie no youtube, que vai se chamar “Go Out” e deve estrear no fim de Março, começo de Abril. Nosso livro de 10 anos, financiado via crowdfounding, finalmente vai sair! Queremos fazer um campeonato de snowboard dentro da nossa casa e sei lá o que mais vamos inventar até o fim do ano.

Queria agradecer todo mundo que tem apoiado essa ideia louca que é a Bolovo e por deixar os Good Times rolarem. Ohhh Yeahhh!

Bem massa, né? A Bolovo tem loja online, então quem quiser fuçar mais das ideias, das loucuras e, claro, dos produtos dos caras, é só entrar lá e se jogar. Nós temos uma queda por tudo, das meias aos shorts, passando pelas camisetas que têm uma cara meio antiguinha. É tudo mega descolado e divertido e os preços começam nos R$ 25,00 (meias invisíveis) e vão até os R$ 209,00 (casacos).

Todas as fotos são do Instagram da marca!

Roupa de Homem: tudo que rolou na 3ª temporada da série lá no canal

Vocês devem ter visto que a terceira temporada da nossa série querida, a Roupa de Homem, finalmente saiu lá no canal do Youtube. Foram dois episódios por dia durante toda a semana, permitindo assim aquele binge watching maneiro que você respeita. Dá uma olhadinha aqui no making of:

Dessa vez a série foi apresentada pela C&A e foram dez episódios com muitos temas novos e que estão super em pauta na moda contemporânea, tipo agênero e activewear. Tudo naquela pegada “papo entre amigos” e troca de ideias que vocês estão ligados. Repara só:

Aliás, já começamos com agênero, onde falamos sobre como empurrar as fronteiras de gênero nos looks, relembramos que isso de alguma forma já existia há tempos (lembra do unisex?) e defendemos a liberdade na hora de se vestir!

Depois compartilhamos umas dicas pra quem vai para uma entrevista de emprego e não sabe em que look investir; dos lugares mais formais aos mais descolados.

Então, aquele evento que deixa todo mundo confuso pra dedéu. O casamento, é claro! Que cor de paletó, com que camisa, com que sapato? Calma que o Brazinho responde!

Uma das tendências que mais está bombando ultimamente é a do activewear. Tanto porque andamos muito malhadores mesmo quanto porque a roupa de pegada esportiva está mais estilosa, moderna e cheia de design do que nunca e já pode ser usada em tudo que é lugar! Duvida?

E claro que falamos bastante de estampas, afinal de contas, taí uma coisa que a gente adora usar e que carrega junto vários truques de styling que vale conhecer. Tem floral, poá, camuflado, xadrez…

Aí chegou a vez de falar de utilitários. Peças cheias de bolsos, zíper, velcros, tecidos tecnológicos, botas resistentes… É a união da funcionalidade com a praticidade que te deixa com cara de explorador e aventureiro. Perfeito para fugir da selva de pedra e adentrar selvas de verdade.

Quem entrou numa vibe mais clean nesses últimos tempos bate aqui! E nesse quesito o preto e branco leva nota dez. Uma misturinha muito prática, na qual tudo combina com tudo, que traz resultados elegantes, descolados, mais básicos; vai do estilo de cada um, mas são sempre muito bons, especialmente para o homem moderno que não quer gastar muito tempo pensando no que vestir. Rolou até um desafio pra vocês nesse vídeo, aperta o play pra descobrir qual!

Mas eis que Brazinho pisciano teve que trazer aquela coisa mais mística para essa temporada do programa, né não? Falamos de cores, seus significados, as energias que elas despertam e como elas funcionam juntas ou separadas. “Eu ando pelo mundo…” kkk.

Hoje em dia onde é que se acha surra de look por metro quadrado? É em semana de moda? Que nada, é em festival de música! O momento perfeito pra se jogar no guarda-roupa e montar aquele look mais elaborado e divertido que você sempre quis experimentar. Corre no vídeo pra descobrir as dicas espertas desse “festivaleiro” que vos fala pra otimizar a montação.

E pra fechar a temporada, um assunto que não poderia faltar de jeito nenhum, ainda mais em tempos de verão: praia. E o que colocar na malinha? Roupas leves: check. Chapéu? Check! Chinelos e sandálias? Sim, por favor. E mais vários itens básicos pra fomentar o concept praieiro.

Agora a gente quer saber: o que vocês acharam dessa temporada? Já mandem sugestões e pedidos de novos temas para o Roupa de Homem e, claro, se inscrevam no canal! É rapidinho e vocês ficam por dentro de tudo que ainda vamo aprontar por lá.