Porque todo mundo está procurando o mindfulness

São muitas e muito sedutoras as promessas do mindfulness. E o melhor, pautados por pesquisas científicas, esses benefícios vêm atraindo cada vez mais adeptos da técnica. Não conhece? O mindfulness é uma técnica de exercícios de meditação de origem asiática que ajuda seus praticantes a focar no presente, desapegando cada vez mais das expectativas do futuro ou das bads do passado, sempre com uma forte conexão à respiração e que exige um certo compromisso para funcionar de verdade, mas que vem mostrando a que veio com cada vez mais exemplos de gente (atletas, empresas, pessoas em busca de uma vida mais tranquila ou de aliviar algum vício) e experiências relacionadas ao assunto.

No Brasil, o termo “mindfulness” foi adaptado para “atenção plena”, o que faz todo sentido, já que a ideia é trabalhar a clara sensação de se estar no “aqui e agora”. Sim, isso quer dizer que, ao praticar, você vai ser convidado a reparar na temperatura do ambiente, na textura das roupas em contato com o seu corpo, nas dores e tensões musculares daquela hora exata, nos sons ao redor… E tudo isso buscando a aceitação. Nada de ouvir barulhos e reclamar mentalmente ou fazer planos de falar com o gerente da obra vizinha ao final da meditação (ainda que esses pensamentos possam passear pela sua cabeça; é normal dar uma viajada, especialmente no início).

Hoje em dia é possível sacar mais e colocar em prática o mindfulness de várias formas. Existem guias online, vídeos, áudios, livros sobre o assunto, espaços zen onde é possível fazer aulas de mindfulness, grupos voltados à prática em empresas comprometidas com o bem-estar de seus funcionários e até aplicativos de celular, tipo o Headspace (que a gente adora!), que disponibiliza muitas meditações guiadas para seus usuários (você pode baixar o APP de graça e usufruir de 10 passos gratuitos e depois ir comprando os outros pacotes).

Fato é que anda se falando cada vez mais do assunto e gente dos mais variados tipos têm mencionado melhoras significativas na vida depois de se iniciar nesse tipo de meditação. Melhora do sono, do foco, da criatividade, diminuição em dores crônicas e pressão arterial, ajuda no combate e na diminuição da ansiedade, stress pós-traumático e depressão, conservação de um cérebro jovem, controle do fumo, aumento do rendimento no trabalho e na escola e, claro, melhora no bem-estar são vários dos benefícios que a prática pode trazer à sua vida. Soa milagroso, mas os resultados dependem de dedicação diária e o ideal é transformar isso em parte da sua rotina e levar para o resto da vida com o objetivo de se aprofundar no rolê e se desenvolver cada vez mais. Não é facinho, não!

Pra ter noção de como o mindfulness está popular, o psicólogo George Mumford lançou o livro “The Mindful Athlete”. Ele colocou times para praticar a meditação e transformou performances de atletas mundialmente reconhecidos como Kobe Bryant e Michael Jordan, que posteriormente atribuíram ao mindfulness sua melhora nas quadras. Os Estados Unidos têm centenas de instituições dedicadas a esse tipo de meditação e aqui no Brasil a secretaria da Educação do Espírito Santo já a adotou como parte do treinamento para professores. O Vale do Silício é provavelmente um dos lugares que mais concentra adeptos no ocidente (risos), com a adoção do mindfulness num ambiente corporativo e cheio de criatividade, mas com altas cargas de trabalho.

É claro que o mindfulness virou um belo de um negócio lucrativo, movimentando US$ 984 milhões só nos Estados Unidos em 2015 (Fonte: IBISWorld). Ao mesmo tempo, dezenas de estudos sobre o assunto são publicados semanalmente nos dias de hoje. Se sabe que a prática influencia também o hipocampo, parte do cérebro extremamente importante para a memória e a regulação de emoções, reforça a compaixão e pra gente, que vive conectado o dia inteiro e é uma das gerações mais ansiosas de que se tem notícia, ajuda com a mania de criar expectativas ao te fazer tirar um tempinho pra si. Então, já que você chegou até o fim desse texto, que tal experimentar o mindfulness hoje?

Fotos: Unsplash

Uma plataforma que conecta viajantes a hospedagens pelo trabalho voluntário: conheça a Worldpackers

Sabe aquele esquema já conhecido dos viajantes, que te permite se hospedar de graça num hostel em troca de trabalho? Pois é, o Worldpackers é uma comunidade online criada para organizar as demandas o tipo entre hospedagens e viajantes, reunindo geral num único lugar e fazendo o intermédio entre um e outro. Massa né?

O site nasceu das experiências de vida de dois amigos, Riq Lima e Eric Faria. O primeiro é um economista que largou seu trampo para viajar o mundo com pouca grana e abusando da criatividade durante 4 anos. O segundo é um contador que viajou para os Estados Unidos para estudar inglês e acabou ficando por lá durante uns 4 anos, sendo que os primeiros 2 anos foram gastos ajudando em hostels de San Diego em troca de acomodação. Esses amigos juntaram sua experiência e sabedoria para criar esse site que pode ser o que você estava precisando para agitar uma viagem agora.

Riq e Eric

O objetivo do Worldpackers é o de tornar viagens mais acessíveis para quem tá atrás de uma profunda vivência de troca cultural. Muito provavelmente você voltará com uma bagagem bem mais rica ao fazer esse tipo de rolê, porque inevitavelmente conhecerá uma galera de lugares variados, pode aprender coisas novas e/ou melhorar suas habilidades e, claro, ainda terá bastante tempo para passear e conhecer a cidade que escolher, com chances de ganhar umas dicas de insider pra isso.

Além do work exchange, que é a troca clássica de hospedagem por trabalho, você também pode optar por experiências de impacto social (voluntariado em ONGs, escolas e projetos sociais) e natureza e bem-estar (processo de aprendizado em fazendas, ecovilas e institutos de permacultura). E a plataforma conecta 531 mil vajantes e anfitriões pelo mundo; ou seja, impossível não encontrar uma oportunidade que se encaixe com o que você busca.

O esquema do site é bem simples e autoexplicativo: primeiro você cria o seu cadastro com todas as informações solicitadas. Lembrando que um perfil bem completinho é mais eficaz! Você deve colocar as infos básicas, tipo foto, cidade e país, línguas que fala e tal, e também as suas habilidades, que irão ajudar a plataforma a encontrar as hospedagens perfeitas.

Sim, tem que rolar match! Isso quer dizer que as suas habilidades e buscas devem casar com as necessidades do trabalho voluntário que te chamou a atenção. Você também pode ver o que cada lugar oferece (tipo só café da manhã e acomodação ou todas as refeições, além de coisas como Wi-Fi e bicicleta) e a maioria dos lugares costuma oferecer o básico hospedagem + café da manhã, ou seja, mais ou menos a mesma coisa de se hospedar por conta própria.

“Beleza, mas é totalmente gratuito?”. Não! A cada viagem que você decide fazer uma taxa é cobrada, mas ela é bem baixa e vai sair mais barato do que pagar a hospedagem sim. A maioria das taxas custam US$ 30,00 ou US$ 50,00, mas existem outros valores nesse meio. Quando você se inscreve convidado por alguém, você ganha US$ 10,00 e um código que você usa pra compartilhar com amigos que, ao se candidatarem a uma vaga, mandam US$ 10,0 de volta pra você! Ah, e a taxa só é cobrada caso a viagem role de fato, se rolar alguma treta ou imprevisto eles devolvem a grana.

Seja num orfanato em Uganda ou num hostel na Noruega, será que é agora que aquela trip sai do papel?

Precisamos falar sobre esse ensaio do Brad Pitt na GQ

O momento é de tensão absoluta e o terremoto político desse país segue LOKO, mas vamos te dar um refresco para os olhos e para a mente agora, porque você merece. Na verdade, é provável que você já tenha cruzado com essas imagens por aí, mas a gente não pode deixar de falar disso também. “Que imagens?”, você nos pergunta. As do Brad Pitt na GQ Style desse mês, mores. De tirar o fôlego sim, com certeza.

Pitt foi capa na revista dos EUA e posou para muitos registros do fotógrafo Ryan McGinley, que foi junto ao ator numa viagem de carro por três grandes parques nacionais em busca dos cenários perfeitos. O resultado? Dezenas de imagens intensas e impressionantes do ator junto a uma entrevista profunda, que desnuda o cara e traz várias revelações bem íntimas de Pitt, como seu problema com consumo excessivo de bebida e maconha, seu lado sombrio, as batalhas que teve de enfrentar ao longo da vida, seu conturbado divórcio etc. O texto tão honesto de Brad junto às fotos de McGinley são de uma beleza ímpar e não é à toa que a reportagem viralizou na internet.

As imagens incomuns para ensaios de moda chamaram a atenção inclusive de muitos outros fotógrafos, que passaram a debater em fóruns e postagens online sobre as técnicas (ou falta delas) utilizadas por McGinley para registrar Brad Pitt. O trabalho de Ryan é bem famoso, especialmente uma série sua chamada “The Kids Were Alright” na qual ele retratou jovens em suas respectivas vibes e estilos de vida, e ele é hoje considerado um dos maiores fotógrafos dos Estados Unidos. Parece que uma das coisas mais incríveis feitas por ele nesse ensaio foi abrir mão de perfeccionismos em nome de contar uma boa história, com força, verdade e beleza, do tipo que dá vontade de pendurar numa parede bem especial de casa.

Muitas das fotos, cheias de estranheza, emoção e pegada cinematográfica, estão aqui no post, mas você pode ver o ensaio completo e a entrevista do ator nesse link!

Conta pra gente o que achou! Qual foi sua foto preferida?

O trabalho sensível e autoral do fotógrafo Pedro Pedreira

Este é Pedro. Pedro Pedreira. Fotógrafo e artista visual de 25 anos que mora em Nova York, mas te alcança em qualquer lugar do mundo com as mais bonitas fotografias. O cara manda muito! E olha que ele começou a fotografar profissionalmente há relativamente pouco tempo: são 3 anos pra essa conta que começou de maneira meio espontânea, como ele mesmo garante. Foi ajudando a mãe com o marketing de sua marca feminina que Pedro começou a registrar, primeiro material de backstage e depois as campanhas propriamente ditas. Não demorou pra começar a trampar com moda aqui no Brasil, mas ele sentia falta de uma educação mais formal e foi aí que Nova York entrou na jogada.

“Vim pra Nova York estudar, fui bater na porta de uma escola chamada ICP (International Center of Photography) e encontrei um curso de um ano”, ele conta. O curso terminou no meio do ano passado e desde então Pedro segue na cidade trabalhando como freelancer e tocando seus projetos pessoais, que foram se desenvolvendo: “acho que foi nesses últimos 6 meses, já pós curso, que eu realmente comecei a tatear território artístico como forma de expressão e começar entender os significados da minha fotografia”, diz.

Pedro se afastou da moda, que hoje em dia funciona como mais um recurso, um elemento criativo, mas não como assunto principal, e foi fazer retratos. Ele fotografa homens, e usa de toda a sua sensibilidade para expor, nas suas fotos, a essência alheia, contextos, personalidades, histórias. “Acho que esse imaginário se construiu naturalmente, provavelmente pelo fato de eu ser gay. Apesar disso, eu não gosto de me classificar como um ‘queer artist’, pois a mensagem nas minhas imagens, apesar de falar de gênero, não têm a ver exclusivamente com o universo homossexual”. Pedro quer quebrar barreiras de masculinidade e equilibrar feminino e masculino, colocar o homem numa posição vulnerável e mostrar pra ele que isso também significa força.

Claro que pra essa troca acontecer com verdade ele precisa caprichar na abordagem, cuja base é a honestidade. “Estar bem é o primeiro passo pra eu poder lidar com o outro”, ele diz, ressaltando que é essencial também ter tempo para observar, trocar ideia, passar confiança pras pessoas. As sessões muitas vezes rolam com gente que Pedro acabou de conhecer e a intimidade vai se construindo ao longo do trabalho. “Você aprende a ler as pessoas, a chegar mais desarmado, a se abrir buscando a abertura do outro. A entrega tem que ser caminho de mão dupla”, explica.

Atualmente Pedro está com alguns corpos de trabalho, que transitam entre séries e pegadas mais fluidas dentro de seu universo. Isso quer dizer que ele tem tanto investido em registros específicos, de uma só pessoa dentro de contexto e período particular, quanto em trampos mais abrangentes, mais chegados à sua rotina e vivência. Algumas das fotos aqui na matéria, inclusive, são de seu próximo trabalho, que até o momento se chama “Soft Hands”. O negócio, de acordo com Pedro, é não parar! “Independente da finalidade de cada imagem, é importante sempre estar fotografando, é só aí que você consegue entender e moldar esses projetos mais longo prazo”. A dica é clara: segue o rapaz no Instagram pra ficar de olho nas suas novidades!

AS INSPIRAÇÕES DE PEDRO

Três artistas que admiro muito são Helmut Newton, Robert Mapplethorpe e Peter Hujar. Como inspirações, eles me ajudam a esclarecer as dúvidas que eu tenho na prática como artista. Como lidar com explorações, como talhar a própria identidade, como colocar o trabalho no mundo e assim por diante, tentar entender realmente o ofício, o caminho. Porque eles conceberam aquelas imagens da maneira que fizeram? Não deixaria de seguir um instinto porque algum deles já fez algo parecido, mas se inspirar é justamente traduzir a referência com sua própria visão. Esses ídolos, infelizmente, já morreram, se fosse mencionar um nome contemporâneo, dentre vários que acompanho mais recentemente, seria um garoto chamado Brett Lloyd, ele arrasa demais. E fora do contexto fotografia, acho que me inspiro muito na minha própria vivência, minha sexualidade aflorou muito em Nova York e acho que fiquei mais sensível. Concebo/percebo muitas imagens em momentos mais íntimos, em que posso observar as pessoas mais cruas, mais vulneráveis. Às vezes, aquele é o momento de capturar a foto, outras é um registro mental de alguma coisa que tento recriar depois.

Resumão da Casa de Criadores: saiba tudo que rolou na 41ª edição do evento

Ano após ano, edição após edição, a Casa de Criadores vem se confirmando como o espaço da experimentação e do ativismo na cena fashion brasileira. Sua 41ª edição, comemorativa de 20 anos do rolê, não foi diferente. Coleções para o Verão 2018 foram apresentadas na Oficina, em São Paulo, mostrando que a nova moda do país está sim preocupada com impactos ambientais, desconstrução de gêneros, representatividade, racismo e pautas LGBT. Nas passarelas que lançaram nomes como João Pimenta e Ronaldo Fraga vimos gente muito diversa representando as marcas, ao longo de cinco dias bombados de desfile. Aqui vai um resumão do que rolou pra você ficar por dentro!

08.05 SEGUNDA-FEIRA

Brechó Replay, Cemfreio, Fernando Cozendey, Filipe Freire, Rober Dagnani

O 1º dia do rolê juntou 5 estilistas: Brechó Replay e Diego Gama abriram a passarela com foco no empoderamento negro, enquanto Cemfreio trouxe referências quentes na coleção batizada de “Fogo na Babilônia”, com a trilha feita ao vivo por Pabllo Vittar. Fernando Cozendey surpreendeu ao trabalhar muito jeans e Felipe Freire estreou no evento, apostando em correntes nessa coleção. De quebra, rolou Rober Dognani, que investiu em produções all black.

09.05 TERÇA-FEIRA

Tarcísio Brandão, Felipe Fanaia, Weider Silveiro, Också, Ellias Kaleb

Na terça, Tarcísio Brandão chegou com tudo e resolveu explorar suas origens e sua história como estilista, trazendo tecidos de seu estoque e referências regionais. Felipe Fanaia brincou com o tema “Patricinhas de Beverly Hills” e abusou de alusões ao filme, passando pelas misturas de tecidos e padronagens típicas da época e do clássico. Weider Silveiro nos apresentou peças inspiradas na Espanha com o plus do upcycling e do jeans revisitado, enquanto a Också também quis relembrar a sua história ao trazer releituras de peças, que aparecem cada vez mais voltadas para a rua. Ellias Kaleb fez bordados como metáfora para o tempo em looks cheios de romantismo.

10.05 QUARTA-FEIRA

Diego Fávaro, Rafael Caetano, Alex Kazuo

No 3º dia da Casa, Diego Fávaro explorou o tema da depressão e de pedidos de ajuda tanto física quanto psicológica, inspirado por experiências próprias, na coleção “SOS”. O resultado de pegada streetwear e bem pop entregou as melhores pochetes da temporada. Rafael Caetano veio de universo queer, inspirado especialmente por “Kinky Boots” e “Priscilla: a Rainha do Deserto”. Alex Kazuo trouxe muitos looks pretos e referências do Japão em peças com reaproveitamento de tecidos. A abertura do dia ficou por conta do Projeto LAB, com Neriage por Rafaella Caniello, Acrvo, Rocio Canvas, Senplo, Caroline Funke, Renata Buzzo. Clica aqui pra saber as resenhas completas!

11.05 QUINTA-FEIRA

Isaac Silva, Ben, Igor Dadona, Karin Feller para Di Gaspi

Dia de muito “clôsy” na passarela com a Coleção de Isaac Silva em parceria com Magá Moura, claro, mega colorida e de pegada 80’s/90’s. Releituras de looks de praia com muito preto e branco e vibe modernosa foram vistas na coleção da Ben de Leandro Benites. Igor Dadona trouxe uma alfaiataria noturna e rolou ainda Karin Feller para a Di Gaspi, que homenageou o Brasil do concreto à Mata Atlântica.

12.05 SEXTA-FEIRA

Ale Brito, Heloisa Faria, Mrtns, Fila por Der Metropol

O último dia de Casa de Criadores apresentou Ale Brito, que super explorou a tendência do oversized em alfaiataria, Heloisa Faria, que se inspirou nos encontros e desencontros da vida e misturou cores, tecidos naturais e fluidos, a Mrtns e sua trupe de party people em looks da virada dos 70’s pros 80’s e a Fila por Der Metropol, que fechou a noite com inspiração no hip-hop e coleção preciosista, mas sem exageros.

Se tem uma dica amiga da moda brasileira que a gente dá, é a de ficar de olho nas marcas e estilistas que desfilam na Casa de Criadores! Cada vez mais ousados e fora da caixinha, é de dar gosto de ver. Quais foram as suas coleções preferidas? Conta pra gente!

AHLMA: nova marca de André Carvalhal coloca a moda com propósito em prática

Para acalentar os corações meio carentes de marcas alinhadas com propósitos que vão além do óbvio nasceu, nessa semana, a AHLMA, mais novo projeto do multitask André Carvalhal, autor dos livros “A Moda Imita a Vida” e “Moda Com Propósito” (duas leituras recomendadíssimas aos interessados no assunto, por sinal) e co-fundador da Malha, espaço colaborativo mara no Rio de Janeiro. Oficialmente lançada no dia 10, a AHLMA é uma marca de roupas, mas, como tudo que André costuma produzir, não só isso.

Evocando as energias da lua cheia, a AHLMA chega com vibes místicas e sustenta que a moda é a potência e a ferramenta para defender o que se acredita. Construída coletivamente, a marca se define como eixo de co-criação e promete fazer roupa enquanto reflete sobre consumo, indústria têxtil e os caminhos pra mudar nosso jeito de se relacionar com essas questões. Pretensiosos da melhor maneira! A gente volta e meia conversa por aqui sobre novas formas de fazer, consumir e pensar moda. Elas existem e têm mais é que ser postas em prática!

As propostas da nova brand se fazem verdade por meio de diferentes processos que abrangem de uma comunidade de parceiros, produtores e fornecedores engajados à comunicação, que deve ser bem transparente. Além disso, rola o O.V.N.E., “Onda Virtual da Nova Era”, que é um canal de conteúdo desenvolvido pelo The Summer Hunter e que traz reportagens, fotos, matérias, vídeos e entrevistas aprofundadas e cheias de qualidade; vale muito acompanhar.

Estamos animados com esse lançamento, deu pra ver, né? Agora é seguir acompanhando os desdobramentos dessa AHLMA!