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Precisamos falar sobre esse ensaio do Brad Pitt na GQ

O momento é de tensão absoluta e o terremoto político desse país segue LOKO, mas vamos te dar um refresco para os olhos e para a mente agora, porque você merece. Na verdade, é provável que você já tenha cruzado com essas imagens por aí, mas a gente não pode deixar de falar disso também. “Que imagens?”, você nos pergunta. As do Brad Pitt na GQ Style desse mês, mores. De tirar o fôlego sim, com certeza.

Pitt foi capa na revista dos EUA e posou para muitos registros do fotógrafo Ryan McGinley, que foi junto ao ator numa viagem de carro por três grandes parques nacionais em busca dos cenários perfeitos. O resultado? Dezenas de imagens intensas e impressionantes do ator junto a uma entrevista profunda, que desnuda o cara e traz várias revelações bem íntimas de Pitt, como seu problema com consumo excessivo de bebida e maconha, seu lado sombrio, as batalhas que teve de enfrentar ao longo da vida, seu conturbado divórcio etc. O texto tão honesto de Brad junto às fotos de McGinley são de uma beleza ímpar e não é à toa que a reportagem viralizou na internet.

As imagens incomuns para ensaios de moda chamaram a atenção inclusive de muitos outros fotógrafos, que passaram a debater em fóruns e postagens online sobre as técnicas (ou falta delas) utilizadas por McGinley para registrar Brad Pitt. O trabalho de Ryan é bem famoso, especialmente uma série sua chamada “The Kids Were Alright” na qual ele retratou jovens em suas respectivas vibes e estilos de vida, e ele é hoje considerado um dos maiores fotógrafos dos Estados Unidos. Parece que uma das coisas mais incríveis feitas por ele nesse ensaio foi abrir mão de perfeccionismos em nome de contar uma boa história, com força, verdade e beleza, do tipo que dá vontade de pendurar numa parede bem especial de casa.

Muitas das fotos, cheias de estranheza, emoção e pegada cinematográfica, estão aqui no post, mas você pode ver o ensaio completo e a entrevista do ator nesse link!

Conta pra gente o que achou! Qual foi sua foto preferida?

AHLMA: nova marca de André Carvalhal coloca a moda com propósito em prática

Para acalentar os corações meio carentes de marcas alinhadas com propósitos que vão além do óbvio nasceu, nessa semana, a AHLMA, mais novo projeto do multitask André Carvalhal, autor dos livros “A Moda Imita a Vida” e “Moda Com Propósito” (duas leituras recomendadíssimas aos interessados no assunto, por sinal) e co-fundador da Malha, espaço colaborativo mara no Rio de Janeiro. Oficialmente lançada no dia 10, a AHLMA é uma marca de roupas, mas, como tudo que André costuma produzir, não só isso.

Evocando as energias da lua cheia, a AHLMA chega com vibes místicas e sustenta que a moda é a potência e a ferramenta para defender o que se acredita. Construída coletivamente, a marca se define como eixo de co-criação e promete fazer roupa enquanto reflete sobre consumo, indústria têxtil e os caminhos pra mudar nosso jeito de se relacionar com essas questões. Pretensiosos da melhor maneira! A gente volta e meia conversa por aqui sobre novas formas de fazer, consumir e pensar moda. Elas existem e têm mais é que ser postas em prática!

As propostas da nova brand se fazem verdade por meio de diferentes processos que abrangem de uma comunidade de parceiros, produtores e fornecedores engajados à comunicação, que deve ser bem transparente. Além disso, rola o O.V.N.E., “Onda Virtual da Nova Era”, que é um canal de conteúdo desenvolvido pelo The Summer Hunter e que traz reportagens, fotos, matérias, vídeos e entrevistas aprofundadas e cheias de qualidade; vale muito acompanhar.

Estamos animados com esse lançamento, deu pra ver, né? Agora é seguir acompanhando os desdobramentos dessa AHLMA!

Aconchego, acolhimento, tempo para si: o Hygge é o jeitinho dinamarquês de ser feliz

A Dinamarca, monarquia escandinava com 5,7 milhões de habitantes, se mantém entre os dez países mais felizes do mundo, de acordo com ranking feito pela ONU desde 2012. O país já esteve em primeiro lugar e, em 2017, ficou como segundo colocado, perdendo apenas para a Noruega. Qual será o segredo de tamanha satisfação de seu povo? Talvez, além da ótima qualidade de vida, o mistério esteja num tal de “hygge”, conceito totalmente dinamarquês sem tradução exata, mas que evoca a ideia de bem-estar por meio de ações do dia a dia que podem ser adotadas por qualquer um.

De pronúncia “hu-ga” e tendo aparecido pela primeira vez no século 19, “hygge” se tornou um estilo de vida que preza pelo conforto, pelo lar quentinho, pelas horas compartilhadas com quem se ama… É difícil de traduzir, talvez seja mais para se sentir, mas vem abarcando cada vez mais adeptos mundo afora. “Hygge” é se permitir momentos de lazer sem se privar de nada, sem se castigar. É aconchego, acolhimento, uma atitude diante da vida que é abraçada pelos dinamarqueses independente de sua classe social, pois necessita de pouco para acontecer.

Uma das explicações mais plausíveis para o surgimento desse jeito de encarar a vida vem do fato de a Dinamarca sofrer de invernos muito severos, extremamente frios e longos, quando as horas de sol chegam a ser apenas quatro. Com isso, os dinamarqueses passam muito tempo em ambientes fechados, e “truques” foram sendo desenvolvidos para tornar esses momentos bem gostosos: você pode aproveitar um banho quente de banheira enquanto degusta uma bela cerveja, dividir um bolo ou café com a família, acender algumas velas no seu ambiente de trabalho, criar um cantinho bem macio e de iluminação acolhedora para ler algo de que goste… E assim por diante. Percebe? Não existem regras propriamente ditas, mas esse jeito de deixar a rotina mais especial, o que faz bem para a alma.

Mas o inverno já não é mais “desculpa” para que se coloque “hygge” em prática. Já é um hábito que independe do tempo ruim e que vem sendo exportado para outros países. Nós também podemos colocar o rolê em prática, apesar de sermos privilegiados com um clima quente a maior parte do ano. Nos Estados Unidos já existem restaurantes e outros negócios que exploram esse conceito, e uma vez entendendo melhor como ele funciona, vai dizer que não dá vontade de adotar também?

Se, assim como a gente, você ficou com vontade de fomentar esse concept, tenha em mente que funciona melhor quando o espaço onde você está não é muito grande ou vazio. Pense sempre na ideia de aconchego e procure relaxar, se sentir acolhido, desencanar das tretas da vida por pelo menos algum tempinho do seu dia. O que você costuma fazer que te deixa assim?

Cara gente branca: já passou da hora de assistir a Dear White People

Caro amigo, cara amiga, cara gente: se vocês ainda não assistiram a “Dear White People”, nova série da Netflix lançada no dia 28 de abril, bem… o que estão esperando? Baseada no filme homônimo de 2014 de Justin Simien, a série satiriza a ideia de América “pós-racial” ao acompanhar um grupo de estudantes negros e suas tensões, desafios, dores e delícias como frequentadores de uma universidade de elite tipicamente americana, ou seja, muito branca.

De pegada inteligentíssima e extremamente envolvente, a série nos convida a mergulhar nos universos desses personagens de um jeito profundo para entender com mais clareza e uma série de exemplos práticos como o racismo segue vivo, firme e forte em nossa sociedade, se apresentando tanto por meio de macro quanto de microagressões. Aliás, um dos episódios, talvez o mais forte, é realizado pelo Barry Jenkins, o diretor de Moonlight.

Apesar de se passar num ambiente tipicamente americano, é extremamente fácil se relacionar com Dear White People e trazer muitas de suas situações à nossa realidade brasileira, e isso tanto para negros quanto para brancos — que verão na série um espelho de suas atitudes de racismo velado e explícito. Um dos debates em torno do lançamento da série diz respeito ao fato de pouco ter sido dito sobre a mesma na internet, ao contrário de “13 Reasons Why”, que causou comoção na web e motivou muitos textos do tipo “eu sou um dos porquês” ou “como não ser um porquê”. Afinal, por que não nos engajamos da mesma maneira quando vemos uma série que nos mostra como o racismo deprime, exclui, violenta e mata?

Uma das coisas mais legais de “Dear White People” é que ela vai fundo na construção de seus personagens e na demonstração da existência negra e de como ela é diversa. Sobre isso a gente recomenda muito que vocês assistam ao vídeo da youtuber Nátaly Neri falando sobre o assunto em seu canal “Afros e Afins”, afinal Nátaly é negra e tem todo o respaldo para nos contar sobre como é isso. No vídeo, ela chama atenção para as mais variadas possibilidades de existência do corpo negro, para a mania que alguns têm de resumir essa existência a uma coisa só e para como a série mostra isso com maestria. Aliás, longe de querer roubar qualquer lugar de fala, nós só queríamos recomendar fortemente “Dear White People” a todos, já que a série foi um forte tapa nas nossas caras pálidas.

Se você quer entender mais sobre racismo estrutural, colorismo, a solidão da mulher negra, estereótipos, violência policial, a importância da estética negra e do seu empoderamento, apropriação cultural, relacionamentos interraciais e o mito do racismo reverso (racismo reverso NÃO EXISTE! Racismo é uma opressão conjuntural e o negro simplesmente não tem o poder institucional para ser opressor com o branco, é uma questão histórica que não se resume ao seu exemplo como indivíduo branco), assista a essa série.

Vale lembrar que quando a Netflix soltou um teaser da série (com a personagem Sam falando para brancos sobre como blackface não é aceitável e existem dezenas de outras fantasias aceitáveis para serem usadas no Halloween) houve a maior treta e muita gente boicotou o serviço de streaming e acusou a série de racismo reverso, o que só nos mostra o quanto ela é necessária e super precisa.

E aqui vão mais dois links muito legais sobre “Dear White People”:

Dear White People e o silêncio ensurdecedor da internet – Gabriela Moura

Os temas importantíssimos de Dear White People – Carolina Moreira

O fomento continua: micro-influencers e o marketing mais efetivo + nova lista de influenciadores

Como bons apreciadores da cultura digital, andamos super interessados nos micro-influencers e nos impactos que essa nova turma de influenciadores vem trazendo para os negócios, o comportamento e os debates online. Pra quem não viu o primeiro post sobre o assunto, clica aqui e dá uma lida antes de seguir!

O papo que anda rolando é que maior já não é necessariamente melhor em termos de influência nas internê. Se antes o marketing feito pelas marcas era um jogo de (altos) números, agora ele vai se entendendo também como uma estratégia qualitativa, com as marcas indo atrás de personalidades que realmente se encaixam e se identificam com as suas respectivas vibes.

Basicamente, está ficando claro de que maneira os grandes números dos digital influencers causam uma forte impressão em potenciais clientes, mas não obrigatoriamente trazem ótimos resultados. Com os micro-influencers a coisa pode ser comparativamente muito mais válida, já que as marcas encontram bom conteúdo, uma comunidade dedicada e a perspectiva única de cada um dos influencers escolhidos, ou seja, autenticidade e profundidade.

E pra não dizer que tudo isso é só blá blá blá, já tem várias pesquisas rolando por aí que atestam a eficácia dos micro-influencers. A HelloSociety, por exemplo, uma agência que conecta marcas e influenciadores em campanhas específicas e que foi adquirida no ano passado pela The New York Times Company, investigou micro-influencers com 30 mil seguidores ou menos, descobrindo que essas pessoas entregam 60% mais engajamento em comparação aos influenciadores com mais seguidores, o que significa que eles também são mais rentáveis. Enquanto isso, a Markerly fez uma pesquisa com mais de 800 mil instagrammers, sendo que a maioria deles tinha o mínimo de mil seguidores, e descobriu que quanto mais seguidores se tem, menor a taxa de engajamento.

O engajamento, é claro, se reflete em curtidas, mas também em comentários. De um jeito resumido? As marcas estão começando a buscar diálogo, conversações reais, ao invés de pura e simples autopromoção. Isso não significa que os influenciadores com muitos seguidores se tornaram inúteis (kkk), mas sim que as marcas provavelmente levarão cada vez mais em conta O QUE elas querem para si antes de definir uma estratégia de marketing digital com um influenciador.

E como o fomento nunca para, aqui vai mais uma listinha de micro-influencers brasileiros, pra te deixar mais por dentro do assunto!

@AMANDADIVAGREEN

Amanda é mulher, negra, ativista, feminista e modelo plus, usando sua estética como política, compartilhando seus rolês e engajando seus seguidores na sua revolução. Ela tem mais de 5 mil seguidores.

@PEPERDIGAO

Pedro Perdigão é diretor criativo na Void e criativo na vida, mexe com moda, com fotografia, com cinema, com produção, surfa e circula pelas mais variadas rodas cariocas com muita tranquilidade. Ele tem pouco mais de 4 mil seguidores.

@GABZIRIGUIDUM

A Gab é dançarina, instrutora de afro vibe, faz parte da crew Batekoo. Junto a seus mais de 4 mil seguidores ela celebra o corpo, a autoestima e compartilha o seu dia a dia e sua arte.

@PANDORAYUME

Com mais de 17 mil seguidores, Pandora Yume é uma mega referência do universo drag. Ela é idealizadora do Drag Atack, faz parte do canal do Youtube Drag-se e, é claro, é completamente engajada na quebra de padrões de gênero, compartilhando suas performances e rolês.

@EVER___

Everson Barboza é estilista na Melissa. Seu Instagram surra de referências de moda e estilo pessoal, com seu jeito todo próprio de ler tendências e uma coleção de cliques maravilhosos, para a alegria de seus quase 2 mil seguidores.

@SISTAKATIA

Grafiteira, youtuber (olha lá o canal Divegana), toca o projeto @margginais, é mulher, gorda e ativista. Com seus mais de 5 mil seguidores ela troca mensagens de empoderamento, dicas de estilo e seus projetos.

@OLIVIANACHLE

Olivia é fotógrafa e jornalista, divide o comando do projeto @ser.agua e compartilha seus cliques de mulheres, viagens e natureza, numa pegada bem good vibes e muito sensível. Ela tem mais de 6 mil seguidores.

@VITINHOCARVALHEIRA

Victor Carvalheira é produtor cultural e empreendedor e está por trás de mega eventos, como o Carvalheira na Ladeira, que rola durante o carnaval o carnaval de Olinda, e o mais recente Réveillon Fernando de Noronha, que rola na ilha, claro. Ele tem 15 mil seguidores.

Saiba mais sobre os micro-influencers, a nova turma influenciadora da internet

Esqueça aquela história de influenciadores com muitos milhares ou mesmo milhões de seguidores nas redes sociais. Não que essa classe vá deixar de existir, pelo contrário, mas surge um novo nicho de influência online, muito mais específico: é o micro-influencer.

Com bem menos seguidores que as celebridades e os grandes influenciadores (algo entre mil e 10 mil), o micro-influencer é um especialista em pequenas coisas, um defensor de pequenas causas, alguém reconhecido por algo numa turma particular que o segue por dar muito crédito ao que ele diz, faz ou produz. Ele saca de temas pontuais, está bem mais próximo de seus seguidores e tem maior facilidade de comunicação com essas pessoas, formando um grupo onde o diálogo é real e consistente. Por isso mesmo, ele é o novo foco da propaganda online!

Isso porque, imagine você, vários micro-influencers envolvidos na estratégia de marketing de alguma coisa pontual acabam formando uma enorme rede em audiência. Além disso, pesquisas já demonstram que esses influenciadores menores têm capacidade de engajamento de seu público consideravelmente superior aos influenciadores com mais de 100 mil seguidores. Seus seguidores refletem muito mais sobre a possibilidade de fazer algo ou de, ao menos, debater sobre esse algo apontado pelo micro-influencer, do que os seguidores de gente muito famosa na internet.

Beleza, mas a questão aqui não é só marketing, né?! Por quê isso vem acontecendo? A verdade é que os mega-ultra-ninja-influenciadores (kkk) acabaram, ao mesmo tempo que alcançando números exorbitantes, perdendo qualidade em termos de conteúdo, ou mesmo nunca tiveram preocupação com esse tipo de coisa. Para conteúdos superficiais, um interesse superficial. Muitos dos seguidores de pessoas assim acabam, eventualmente, se cansando daquela persona, duvidando de suas dicas, não se sentindo mais envolvidos ou contemplados por suas postagens. Até que ponto aquela dica é verdadeira, aquela pessoa é real, esse universo que é apresentado me acrescenta?

Em 2017 esse “segmento” do universo online deve ficar mais claro tanto para seguidores quanto para influenciadores e marcas, mas com certeza você já segue, confia e gosta de alguns micro-influencers, dê uma olhada na sua lista do Instagram!

Aliás, aqui vai uma seleção com alguns exemplos atuais de micro-influencers, essa galera que forma opinião dentro de seus nichos e mundos, pra você sacar melhor do que estamos falando!

@RONCCA

Com quase 4 mil seguidores, o fotógrafo Victor Ronccally mora no Rio, vive viajando e fazendo seus cliques e é, obviamente, uma referência de fotografia para seus seguidores.

@ZEHPRETIM

DJ, empreendedor e referência da night carioca, Zeh Pretim tá mais na frente na conta dos seguidores, com quase 19 mil. Ainda assim, ele saca demais do nicho musical e de festas, produz seus próprios rolês e, consequentemente, entende também de vários elementos ligados a esse mundo. Certo que se ele indica, seus seguidores levam bem a sério.

@FERNANDALENSKY

Fernanda tem um perfil de pegada super feminista e empoderada, com muitas referências a arte e fotografia, além de sacar muito de brechós e ter uma marca de artes integradas, slow-fashion e handmade, a Madreputa. Ela tem cerca de 16 mil seguidores.

@FIGARTUR & @UYLL

Os gêmeos Artur Figueiredo e Uyl Neto são uma surra de referências, moda contemporânea, jovem e descolada, muito estilo e fotos incríveis, de forma que não dá pra falar de um sem falar do outro. Eles são figurinhas carimbadas do melhor do rolê carioca e o Artur é também um beauty artist de responsa. Eles têm entre 3 e 4 mil seguidores no Insta.

@MILIANDOLLA

Mílian é DJ, fervida e referência de estilo. Cheia de personalidade, sua estética é extravagante, colorida, estampada, ousada e com muitos acessórios inusitados. Ela tem pouco mais de 8 mil seguidores.

@MARI_MATS

Mariana Mats tem um trabalho de responsa como artista e grafiteira, além de fazer altos sons como DJ em festas incríveis. Seu Insta, que tem mais de 8 mil seguidores, intercala fotos de suas artes com suas fotos pessoais, e ainda registros dos rolês onde ela toca.

@BRENNOMELO_

Beauty Artist, Brenno faz peles negras como ninguém! Ele trabalha muito com a Lellêzinha, do Dream Team do Passinho, com a Luiza Brasil do Mequetrefismos e muito mais gente, sempre compartilhando as belezas que ele faz no Instagram, onde ele tem mais de 4 mil seguidores.

@JOAOARRAES

João é um fotógrafo recifense que ganhou o mundo da moda com seus cliques de extremo bom gosto. Seu perfil no Instagram é uma surra de editoriais, retratos e referências, a maioria do mundo fashion, por ele fotografadas. Ele tem uns 9 mil seguidores.

@VIOLETAULTRA

A Jeanne Yépez é feminista, ativista e produtora cultural. Além de circular por alguns dos rolês mais legais do Rio, ela produz e participa de vários bate-papos sobre feminismo, compartilhando com outras minas e rapazes as suas vivências e insights. Coisa que ela também faz no Insta, onde tem pouco mais de 3 mil seguidores. GRL PWR!