Category: Listas

5 motivos para adorar Macklemore & Ryan Lewis

Os novos “caras mais legais do mundo” no momento são Macklemore e Ryan Lewis. A dupla dinâmica dos Estados Unidos já tinha sua carreira solo, mas há uns anos atrás quando começaram a trabalhar juntos, viram que mandavam bem melhor unindo as forças – Macklemore é o MC da vez, e Ryan Lewis, seu fiel escudeiro produtor! Veja nossos 5 motivos para adorá-los!

1. Dance, dance, dance

Quem não adora dançar um hip hop? Músicas como Thrift Shop, tem uma batida bem nasty – além disso, eles entram também nessa onda de música de festa que domina o pop!

2. Os clipes são o máximo!

Adoramos artistas que curtem encarnar personagens nos seus clipes, ainda mais quando esses personagens são super canastrões. Os clipes de M&RL são muito bem produzidos, originais e quase sempre com uma atmosfera surreal.

3. Eles têm muito estilo.

Pode parecer fútil e há quem diga que a única coisa que importa no artista é a música. Mas sim, estilo importa sim! E os meninos mandam muito, agregando referências mesmo quando estão assumindo personagens nos clipes!

4. Eles são engraçados…

Artista marrento e que se leva a sério é um saco. Kanye West, a gente te ama, mas você é um chatinho de galocha, né? Desse mal, a dupla não vai morrer. Eles são divertidíssimos e debochados. Arma infalível no pop!

5. … mas sabem falar sério.

O primeiro single de sucesso dos dois foi Otherside Remix sampleando a música homônima do Red Hot Chilli Peppers, um desabafo de Macklemore após se afundar nas drogas e ter sentido que não fez sucesso na carreira por não seguir os padrões do mainstream. Além disso defendem o casamento gay na música Same Love. Em várias entrevistas, Macklemore protestou contra a homofobia na música mainstream, principalmente no Hip Hop.

11 covers de músicas pop por artistas indie

Muitos dizem que o pop é descartável, mas se realmente fosse, não curtiríamos muitos hits que fazem as pistas (e iPods) tremerem até hoje. Pra provar que muitas músicas pop entraram para nossa cultura de forma visceral, listamos 11 covers de hits pop por bandas indie. Selando de vez a paz entre esses dois mundos! S2

1. Womanizer por Franz Ferdinand

A banda de dance-rock mais legal do planeta faz esse cover digno de um dos últimos bons hits de Britney.

2. Fireworks por Yoko Ono

Espécie de avó dos indies/hipsters, fez brotar o underground que existia em John Lennon. Décadas depois, Yoko Ono choca a sociedade com essa estranha performance de Fireworks.

3. SexyBack por Corine Bailey Rae

A angelical e poderosa Corine Bailey Rae dá um tom de cabaret ao clássico-pegação de Justin Timberlake. Gravação da do programa Live Lounge da Radio1. [perdão pelo vídeo com foto de Jennifer Love-Hewit, era o único com essa versão]

4. Get Ur Freak On por The Ping Pong Orchestra

O gênio nem-tão-conhecido Shawn Lee comanda a The Ping Pong Orchestra na versão surf music desse clássico de Missy Elliot. Poderia fazer parte da trilha de Pulp Fiction.

5. Boderline por The Flaming Lips

Os adoráveis psicodélicos do Flaming Lips homenageiam a diva absoluta do pop com um de seus grandes clássicos.

6. Dirrrtylicious por Keane

A banda rock-sapatênis Keane mandou até que bem nesse mash-up de Christina Aguilera com Destiny’s Child. Alguma hora tinham que acertar!

7. Don’t Stop The Music por Jammie Cullum

O bom moço Jammie Cullum regrava a naughty girl Rihanna. Contraditório e maravilhoso!

8. Whip My Hair por James Vincent McMorrow

O irlandes banquinho-e-violão deu uma relaxada no batidão de Willow Smith. É legalzinha, mas tirou toda a graça da música. Mirou no cool, acertou no boring.

9. I Will Survive por Cake

O clássico dos clássicos dos covers pop. Arrisco até dizer que é mais legal que a original. #prontopolemizei

10. Starchic por Bonde do Rolê

O deboche do Bonde consegue até deixar a chata da Nicki Minaj legal. Nem preciso dizer que também acho melhor que a original.

11. Hit Me Baby One More Time por Travis

Outro representante do rock-sapatênis, Travis também homenageia a princesinha do pop (hahaha adoro esse apelido) com esse cover legalzinho. Podia ser aquele mané na festa que quer fazer uma média com as meninas e se fazer de cool. Mas é apenas o Travizzzz.

Ruim não! Encaracolado, por favor.

Já se foi o tempo em que cabelo enrolado era sinônimo de cabelo ruim ou mal arrumado. A ditadura dos homens perfeitos com cabelo lisinho se foi, e hoje se busca cada vez mais um visual natural e masculino. Pra quem ainda não decidiu como usar o cabelo enrolado, seguem uns [ótimos] exemplos de como domar [ou não] essa feras! Grrrr!

– Anjinho

Quem tem cabelo loiro e encaracolado sempre vai sofrer com a sina do apelido anjinho… mas fazer o quê? Parece mesmo!

– Comportado

Se você trabalha num lugar careta em que o visual comportado é exigido, esse é um jeito de usar seu cabelo!

– Tipo indie

Mais cheio em cima, curto embaixo. O bom é que não incomoda a orelha!

– Tipo hipster

Se gosta da linha modernoso, fica a dica. As hipster pira.

– Black Power

Já é um clássico.

– Franja

Se não quiser deixar o cabelo crescer inteiro, mas quer um estilo, a franja encaracolada é pra você!

– Rocker

Curto e rebelde. Não dá trabalho e não compromete.

– Up!

Não se enganem, parece bagunçado, mas dá um trabalho deixar assim…

– Juba Ruiva

Só pra quem é ruivo e tem juba. Para poucos. Aceitem. Beijos.

– Caio Braz

Afinal é o novo representante dos Curly’s Club.

 

11 coisas que (ainda bem) ficaram nos anos 90!

Toda década produz muita coisa boa e muita coisa ruim. Aqui elencamos o que ficou nos anos 90 e não sentimos falta!

1. Clima Milênio

Duvido que entre 98 e 99 ninguém foi numa festa com tema “Milênio”. O clima da virada tomou conta de toda nossa cultura e logo figurinos, nomes de discos, filmes, músicas começaram a tentar reproduzir o que seria o futuro. Deu medo.

2. Séries teens dramáticas

Garotas problemáticas, garotos frouxos, famílias desunidas, cidade pequena, gravidez… várias séries teens abordaram esse temas, cada uma do seu jeito. E era duro aguentar todo esse dramalhão.

3. Movimento Clubber

Parecia que estava todo mundo pronto pra pegar uma nave espacial colorida e partir pra o Planet Party!

4. Vibe DEPRÊ

Espécie de ressaca moral do anos 80, que durou até 95 mais ou menos… Maiores representantes: Nirvana, Sinead O’Connor, Silverchair e The Cranberries.

5. Virgindade

Alavancada por Britney Spears (e no Brasil pela Sandy), nunca se discutiu tanto a virgindade. Qualquer artista novo que aparecia, a primeira pergunta era se a pessoa era virgem ou não e o que ela achava de se guardar para o casamento. Papo chato, ainda bem que deixou de ser tabu.

6. Vengaboys

Por motivos óbvios.

7. Banheira do Gugu

Uba uba uba He!

8. Enxurrada de suspense teen

Pânico foi legal. Eu Sei o Que Vocês Fizeram no verão passado foi legalzinho. Mas na sequência vieram filmes repetindo a mesma fórmula do “quem é o assassino” que acabaram com estilo.

9. Freddie Prinze Jr.

Freddie Prinze Jr. era um galã de filmezzz… teenzzzz…

10. Celulares gigantes

ops…

11. Internet discada

Porque se não acabasse, o mundo não seria assim.

12 motivos para respeitar Justin Timberlake (e vários para amar The 20/20 Experience)

Todo mundo adora Justin. Pelo menos é o que parece. Mas se você (ainda) tem dúvida do potencial dele e acha que ele é só um ex-boyband, dê o mínimo de atenção aos 12 motivos que temos para respeitar Justin Timberlake.

1. Gravou SexyBack, e iremos amá-lo para sempre por causa disso.

2. Era do N’ Sync, a melhor boyband da época.

3. Aprendeu a usar o cabelo decentemente

 Tô melhor, não?

4. Sensualiza quando dança sem parecer babaca

5. Sempre participa do SNL. E manda bem.

6. Já cantou com os Stones…

7. … gravou com o Jay-Z…

8. … e criou ciuminho no Kanye.

Remind me again who’s the original superfly. Man, I got love for Hov but I ain’t f***ing with that Suit & Tie. #chatiado

9. Fez um show surpresa no festival SXSW desse ano

os hipster pira

10. É elegante

né?

11. É um dos sócios do MySpace e ajudou na reformulação do site

12. Gravou SexyBack.

Porque essa música é demais para ser apenas um motivo.

E depois de 7 anos ele volta com The 20/20 Experience. E quem esperava o Justin do pop, viu e ouviu o Justin do RnB. Só que ele não decepcionou. Afinal já faz 7 anos de FutureSex/LoveSounds e se tem alguém que pode provar que um artista evolui, esse cara é o Justin.

Como um Frank Sinatra moderno, Justin reapareceu de smoking e cabelo alinhado. Cantando temas românticos e sacanas, mesclando arranjos de corda com beats graves, usa e abusa da malandragem que aprendeu com os amigos Jay Z e Timbaland. Frank Sinatra nunca foi santo, Justin Timberlake também não.

Referência: The Rat Pack (Dean Martin, Sammy Davis Jr. e Frank Sinatra) / JT e seus dançarinos

Do começo ao fim, o disco é bom. Acompanhado pelo orquestra RnB The Tennessee Kids, mostra uma maturidade sonora e uma sofisticação que há tempos não víamos no pop. Sim, é um disco de RnB, mas é um disco pop. Afinal, desde FutureSex/LoveSounds Justin aprendeu muito bem a fazer o que realmente queria e bem feito, sem perder o apelo pop que sempre o acompanhou.

O disco sai oficialmente hoje nos EUA, mas desde a semana passada pode ser ouvido via streaming pela iTunes Store ou no iPod do seu amigo mais esperto. Vale bem a pena. E preparem-se: dizem que existe um The 20/20 Experience Part II que será lançado no segundo semestre. Dizem…

UPDATE

Acabou de sair o novo clipe de Mirrors, segundo single de 20/20 Experience. Minha música preferida! [Caio Braz]