Category: Fashion

10 dos melhores looks do Grammy 2017

Rolou neste domingo (12) a cerimônia de premiação do Grammy 2017, em Los Angeles, no Staples Center. Apresentada pelo muso do “Carpool Karaoke” James Corden, a celebração reuniu grandes nomes da música e, claro, acumulou alguns bafos. Adele, a grande vencedora do rolê, levou cinco prêmios, dedicando o último prêmio da noite a Beyoncé e seu Lemonade e mostrando no palco um troféu partido ao meio em homenagem à artista de sua vida, nas palavras da própria. Aliás, teve Bey cantando e aparecendo cheia de refs a Oxum, prêmios póstumos a David Bowie, Rihanna bebendo shots de sua garrafinha cravejada de cristais, Lady Gaga e Metallica numa performance tecnicamente confusa e, claro, muito pano bom. A gente, como sempre, fez uma lista dos nossos looks favoritos da noite. Repara:

Nick Jonas

Todo cheio de presença e belíssimo num look Balmain preto. A jaqueta rouba a cena, com um corte sem gola e esses studs dando um ar mais roqueiro à produça.

Chance the Rapper

Com apenas 23 anos, Chance the Rapper bombou na premiação desse ano, levando o prêmio de Revelação e o de Performance de Rap, passando na frente de Drake. Ele chegou tinindo num look Thom Browne que não é exatamente um terno, mas atravessa o tapete vermelho com elegância mesmo assim. Repare na barra da calça mais curta com as meias aparecendo, truque ótimo de styling para dar uma modernizada nas produções mais formais. O boné é um clássico do estilo de Chance.

Lil Yatchy

Elegantíssimo de Nautica. Veja, mais uma vez, o comprimento reduzido das calças, dessa vez revelando tornozelos desnudos. A gravata borboleta de veludo dá um tchan na coisa toda, muito bem arrematada.

James Corden

Nosso mozão do Carpool Karaoke, das internets diretamente para o palco do Grammy, quebrando a vibe tradicional do look Tom Ford com esse brilhante rosa pastel que tá em alta demais. Atenção, por favor, à lapela geométrica bem moderninha.

Flume

Apenas maravilhoso, com o look P&B perfeitamente ajustado, pronto para ganhar seu primeiro Grammy da vida numa produção belamente equilibrada entre o requintado e o descolado. Amamos!

John Legend

Portando um Gucci de corte preciso, migo Legend fomentou camisa e gravata borboleta salmão para dar aquele twist, aquela graça num look, no geral, bem certinho.

Diplo

Diplo chegou fomentando com sapato bicolor e pulando a parte da cartilha que diz que tem que usar terno com camisa e gravata. Bravo.

Gary Clark Jr.

De John Varvatos, todo de preto, com coturnos desgastados e chapéu. Rolou um fomento de concept aí, né? Quem curte?

Mitch Grassi

Falando em concept, tá aí o Mitch Grassi, do grupo a capella Pentatonix, ostentando uma estética bem provocativa. O look é Balenciaga e inclui veludo, camisa listrada, ombreiras e botas pesadas, além do comprimento mais curto da calça e os anéis (acessórios fazem diferença sim!). Moda é pra isso, né meu povo? Pra se jogar.

Gallant

Gallant é um cantor americano de R&B super adepto de looks elegantes e minimalistas como o que ele escolheu para esse tapete vermelho, tudo com corte impecável. Aliás, vale ficar de olho no estilo desse cara!

La La Land: o figurino que é tão maravilhoso quanto o filme em si e as gravatas de Ryan Gosling

Uma febre, uma obsessão, quase uma doença. Será que é exagero definir assim a relação do público com La La Land? Quem já viu pôde entender tamanha comoção em torno do filme e quem não viu ainda, não se preocupe, não daremos spoilers além do figurino, tão legal e encantador quanto a narrativa em si. O musical, dirigido por Damien Chazelle (Whiplash), abocanhou 7 categorias do Globo de Ouro e tem ainda 14 indicações ao Oscar. Tem gente que não entendeu tanto frisson, mas é que La La Land é um jovem clássico, remetendo à era de ouro de Hollywood enquanto conta a história desses dois jovens em busca de seus sonhos.

Pois bem, uma dessas indicações é inclusive a de “Melhor Figurino”, característica que realmente se destaca ali no meio de tanta coisa boa desse feel-good movie. A responsável pelo sucesso nessa área foi Mary Zophres, que trouxe aos personagens de Emma Stone (Mia) e Ryan Gosling (Sebastian) essa coisa retrô, mas pé no chão — afinal, o filme se passa nos tempos atuais. E nós amamos o resultado de Gosling! Sebastian é apaixonado por jazz de raiz e naturalmente seus looks têm uma pegada inspirada em gerações anteriores. Ele está sempre de camisa, calça e blazer; camisetas, de jeito nenhum. Ah, e sapatos bicolor! Perfeitos inclusive para os números de dança. Muito romântico e conquistador sim.

Além de tudo isso, um acessório em particular capturou o nosso olhar durante o filme: as gravatas de Sebastian! De design mais slim (mas sem ser aquele slim máximo, uma coisa meio termo), elas sempre traziam algum detalhe não só bonito, mas que claramente conversava com a cena ou o personagem. Algumas vezes mais minimalista, como a gravata azul marinho com o detalhe branco e o monograma vermelho, outras mais ousada, como a gravata preta com as teclas de piano. Ótimas!

Se você é do time dos que ainda não viu La La Land, corra pra assistir no cinema! Vale a pena.

Resumão das semanas de moda internacionais: macrofomentos para ficar de olho em 2017

Janeiro foi um mês agitado para o calendário fashion. Londres, Florença, Milão e Paris receberam desfiles de grandes marcas que apresentaram suas coleções masculinas de inverno 17/18. Muito close, vários fomentos, e a gente foi atrás dos nossos favoritos pra te deixar informado do rolê. Repara:

Uma coisa é importante ser dita. Essas semanas de moda trouxeram uma ideia de que o sonho acabou. Um ar de desencanto paira diante de tantas questões preocupantes e reviravoltas políticas que tomam o planeta. Agendas de extrema direita, Brexit, Donald Trump no poder. E de que forma isso se traduz? Especialmente nas referências à juventude, dessa vez mais anárquica, certamente melancólica, saindo das utopias e sonhos de infância e adentrando o mundo real. Referências à juventude pipocam até mesmo em marcas voltadas para um público mais maduro. A juventude é a esperança de um mundo melhor, mas será que ela vai aguentar o tranco?

Gosha Rubchinskiy

Vetements

A Louis Vuitton, que fez um desfile em parceria com a Supreme e inspirado em artistas de Nova York que viveram a glória entre 70 e 90 (Basquiat, Andy Warhol, Keith Haring…). Muito pop e trazendo a alta moda para um universo mais street (e jovem, claro).

De forma mais clara e prática, isso se mostra também no militarismo, que apareceu bastante. Não tanto como tema de uma coleção inteira, nem sempre de forma literal, mas ali, rondando, reforçando a ideia de nos equiparmos contra o que está por vir. Sim, é uma vibe bélica mesmo, reflexo dos atuais movimentos no mundo.

Moschino / Walter Van Beirendonck / Gosha Rubchinskiy / Rick Owens / Lanvin

Outra parada que bombou na temporada? Acessórios. Começando pela pochete se afirmando absoluta no reino fashionista e aparecendo em uma pá de desfiles, da óbvia Supreme em parceria com a Louis Vuitton até a Lanvin, passando quepes, bonés e boinas de variados materiais (couro especialmente, parece que vai bombar), até echarpes típicas do mundo futebolístico (alô Gosha Rubchinskiy e Lanvin).

Versace / Missoni / Louis Vuitton / Lanvin / Gosha Rubchinskiy

E sim, parece que a estampa xadrez está voltando com força. Tínhamos dado um tempo nas camisas de flanela (ou não) de estampa xadrez, especialmente aquelas estampas maiores, né? De alguma forma isso começou a voltar, as camisas amarradas na cintura foram reaparecendo (Justin Bieber usa muito e inclusive fez modelos para sua coleção Purpose Tour), e agora a estampa pode ser vista em diversos tamanhos e estilos, da pegada mais grunge à mais elegante, em casacos, camisas, sobretudos… A mistura de azul com preto marcou uma presença especial.

Versace / DSquared2 / Facetasm / Givenchy

É muito massa repararmos de que forma a moda molda nosso comportamento e também como rola o movimento inverso. Pois sem saber quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, fato é que nessa temporada algumas marcas trouxeram muitas referências do universo raver e techno, como a Dior (ahã!). “HarDior” foi a expressão escolhida para juntar hard techno e Dior numa coisa só. Particularmente em Londres essa leitura foi mais forte, com alusões encontradas em Christopher Shannon, Cottweiler e Topman (com sua psicodelia contraposta a uma pegada mais dark e, advinha, melancólica), entre outras marcas. Nada feliz e supercolorido, mas rebelde, indócil, dark. (Fun fact: no Rio de Janeiro a cultura techno tá voltando com tudo. A pegada é underground e da rua e vem se proliferando na cidade).

Dior

Christopher Shannon / Cottweiler / Topman

Agora, a macrotendência que foi puro fomento nessa temporada sem dúvidas é o street. Não importa muito a mensagem que o designer queria passar, pois o street se encaixa, se adapta a tudo. Inclusive à alta moda, que um dia já se esquivou declaradamente dessa tendência. Da Louis Vuitton ao Gosha, da Dior à Lanvin, da Vetements à Versace… Seja nos cortes super oversized que podem ser encontrados em cada vez mais marcas, seja nos jacos esportivos, nos tênis, nas referências a grupos underground e a manifestações de rua… Enquanto em alguns lugares as tentativas são de suprimir essas iniciativas, em outros elas são até de apropriação. Mas que a estética é mara, isso é.

Lanvin / Versace / Louis Vuitton / Ermenegildo Zegna / Comme des Garçons

Bolovo: uma marca bem massa e comprometida com os good times

Vamos falar de coisa boa? Vamos falar de Bolovo! “Hãm?”, você talvez pergunte. Sim, Bolovo, a marca que celebra 10 anos de estrada e que nasceu das mentes inquietas de Deco Neves e Lucas Stegmann de um jeito bem descompromissado e é divertidíssima.

Tudo começou em 2006, quando Deco e Lucas filmavam e fotografavam as suas viagens com os amigos. O nome “Bolovo” surgiu numa dessas viagens e acabou pegando. Como a turma era uma gangue, o nome foi parar em camisetas que o Deco fez com a mãe no Brás, em São Paulo, “elas eram muito podres”, ele diz. De lá pra cá surgiu um interesse natural e bem orgânico de produzir também umas peças de roupa que a galera tinha vontade de usar, mas não encontrava para comprar. Foi daí que veio a marca, que é definida como “de espírito livre” e inserida numa espécie de plataforma onde os caras também produzem vídeos, fotos e tudo que dá na telha.

A gente bateu um papo com o Deco pra saber mais dessa história, se liga:

Podemos definir a Bolovo como uma marca? Ela parece ser quase uma filosofia de vida… Acabou virando mesmo algo nesse sentido. A Bolovo é como se fosse uma “plataforma de lançamento” das nossas ideias. Um monte de coisas legais que temos interesse, a gente coloca dentro da Bolovo e lança pro mundo: vídeos, fotos, roupas, amigos, festas, viagens, esportes, ideias de “girico.com.br”… Isso tudo sempre com o norte que é: fazer memórias/ter boas histórias pra contar. Queremos ficar velhos e ser aqueles tiozinhos que sempre têm uma história boa na manga.

Como funciona o processo criativo de vocês? O que inspira as criações? Depois desses anos todos acho que a gente ainda não sabe da onde vem a inspiração, mas normalmente não é de onde procuramos na primeira vez. Nosso processo criativo é bem solto, não tem muito um caminho, mas as melhores ideias acabam sempre saindo de quando estamos todos juntos conversando sem muita preocupação. Aí depois a gente tenta lapidar as que achamos melhores. O que a gente acha mais legal mesmo é fazer as coisas acontecerem e nessa hora vem mais um milhão de ideias. A gente curte fazer coisas pra estrada e pros amigos. Daí já é um bom norte de “inspiração”. Também curtimos coisas extremamente bem feitas ou extremamente ridículas.

Quem usa Bolovo? Acho que são pessoas que entendem o valor de sair de casa e ter boas histórias pra contar, que curtem pôr a mão na massa mesmo e fazer coisas. Não ligamos pra classe social ou se curte isso ou aquilo. Acho que se você ver alguém usando Bolovo um dia deve ir trocar uma ideia com essa pessoa que ela deve ser bem gente fina.

Quais são seus planos para 2017? Tem sido uma fase muito legal e nova pra gente. Depois que saímos da MTV [os caras já trabalharam com a MTV e mais um monte de marca legal, tipo Nike, Vans, Void, Perestroika…] tivemos mais tempo para tocar a marca e estamos com bastante coisas no horizonte. Vamos lançar algumas colabs bem legais esse ano e novas peças que nunca tínhamos trabalhado antes.

Nós compramos um furgão 82! Vamos levar ele pra estrada e isso vai virar nossa websérie no youtube, que vai se chamar “Go Out” e deve estrear no fim de Março, começo de Abril. Nosso livro de 10 anos, financiado via crowdfounding, finalmente vai sair! Queremos fazer um campeonato de snowboard dentro da nossa casa e sei lá o que mais vamos inventar até o fim do ano.

Queria agradecer todo mundo que tem apoiado essa ideia louca que é a Bolovo e por deixar os Good Times rolarem. Ohhh Yeahhh!

Bem massa, né? A Bolovo tem loja online, então quem quiser fuçar mais das ideias, das loucuras e, claro, dos produtos dos caras, é só entrar lá e se jogar. Nós temos uma queda por tudo, das meias aos shorts, passando pelas camisetas que têm uma cara meio antiguinha. É tudo mega descolado e divertido e os preços começam nos R$ 25,00 (meias invisíveis) e vão até os R$ 209,00 (casacos).

Todas as fotos são do Instagram da marca!

Roupa de Homem: tudo que rolou na 3ª temporada da série lá no canal

Vocês devem ter visto que a terceira temporada da nossa série querida, a Roupa de Homem, finalmente saiu lá no canal do Youtube. Foram dois episódios por dia durante toda a semana, permitindo assim aquele binge watching maneiro que você respeita. Dá uma olhadinha aqui no making of:

Dessa vez a série foi apresentada pela C&A e foram dez episódios com muitos temas novos e que estão super em pauta na moda contemporânea, tipo agênero e activewear. Tudo naquela pegada “papo entre amigos” e troca de ideias que vocês estão ligados. Repara só:

Aliás, já começamos com agênero, onde falamos sobre como empurrar as fronteiras de gênero nos looks, relembramos que isso de alguma forma já existia há tempos (lembra do unisex?) e defendemos a liberdade na hora de se vestir!

Depois compartilhamos umas dicas pra quem vai para uma entrevista de emprego e não sabe em que look investir; dos lugares mais formais aos mais descolados.

Então, aquele evento que deixa todo mundo confuso pra dedéu. O casamento, é claro! Que cor de paletó, com que camisa, com que sapato? Calma que o Brazinho responde!

Uma das tendências que mais está bombando ultimamente é a do activewear. Tanto porque andamos muito malhadores mesmo quanto porque a roupa de pegada esportiva está mais estilosa, moderna e cheia de design do que nunca e já pode ser usada em tudo que é lugar! Duvida?

E claro que falamos bastante de estampas, afinal de contas, taí uma coisa que a gente adora usar e que carrega junto vários truques de styling que vale conhecer. Tem floral, poá, camuflado, xadrez…

Aí chegou a vez de falar de utilitários. Peças cheias de bolsos, zíper, velcros, tecidos tecnológicos, botas resistentes… É a união da funcionalidade com a praticidade que te deixa com cara de explorador e aventureiro. Perfeito para fugir da selva de pedra e adentrar selvas de verdade.

Quem entrou numa vibe mais clean nesses últimos tempos bate aqui! E nesse quesito o preto e branco leva nota dez. Uma misturinha muito prática, na qual tudo combina com tudo, que traz resultados elegantes, descolados, mais básicos; vai do estilo de cada um, mas são sempre muito bons, especialmente para o homem moderno que não quer gastar muito tempo pensando no que vestir. Rolou até um desafio pra vocês nesse vídeo, aperta o play pra descobrir qual!

Mas eis que Brazinho pisciano teve que trazer aquela coisa mais mística para essa temporada do programa, né não? Falamos de cores, seus significados, as energias que elas despertam e como elas funcionam juntas ou separadas. “Eu ando pelo mundo…” kkk.

Hoje em dia onde é que se acha surra de look por metro quadrado? É em semana de moda? Que nada, é em festival de música! O momento perfeito pra se jogar no guarda-roupa e montar aquele look mais elaborado e divertido que você sempre quis experimentar. Corre no vídeo pra descobrir as dicas espertas desse “festivaleiro” que vos fala pra otimizar a montação.

E pra fechar a temporada, um assunto que não poderia faltar de jeito nenhum, ainda mais em tempos de verão: praia. E o que colocar na malinha? Roupas leves: check. Chapéu? Check! Chinelos e sandálias? Sim, por favor. E mais vários itens básicos pra fomentar o concept praieiro.

Agora a gente quer saber: o que vocês acharam dessa temporada? Já mandem sugestões e pedidos de novos temas para o Roupa de Homem e, claro, se inscrevam no canal! É rapidinho e vocês ficam por dentro de tudo que ainda vamo aprontar por lá.

Moda Para Homens: um mural de inspirações de looks de verão – do trabalho à praia

Seguimos com a programação de verão por aqui, sim! Afinal de contas, a estação mais quentinha (pra não dizer outra coisa) do ano ainda nos brindará com muitos dias de calor pela frente e isso exige que a gente faça certas adaptações no guarda-roupa. Esteja você de férias e pegando altas praias ou de volta à labuta e comparecendo ao batente de segunda a sexta, aqui vão várias inspirações de looks! É pra salvar o post nos favoritos e voltar aqui sempre que o calor derreter sua cuca e você precisar de uma ajudinha pra pensar na produça. Se liga:

PRA TRABALHAR

Se o seu trabalho te permite aquela pegada mais informal na hora de se vestir, ótimo, já fica mais fácil não passar tanto calor. Se você precisa estar muito arrumado, alguns truques podem te ajudar (aliás, olha aqui no canal do Youtube o episódio do Roupa de Homem falando sobre looks para entrevista de emprego), como escolher cores e tecidos mais leves e dobrar a barra da camisa. Branco é sempre um acerto, camisas de manga curta, e se joga no algodão e no linho.

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CASUAL

No rolê não tem regra e você se veste como bem entender, né nom? No calorão pode ajudar o investimento nas modelagens amplas, que podem seguir a linha riponga de praia ou inusitada e moderna, além de ser um momento bem massa pra se jogar na tendência sporty e deixar o look de verão bem mais urbano e descolado. Cores e estampas, pra quê te quero!

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NA PRAIA

Meio que uma extensão dos looks casuais, tirando a hora do mergulho, né? As bermudinhas ainda estão rolando como boas pedidas, a sunga segue sendo “o sem erro” da praia, não tem muito mistério (quem aí ama uma pretinha clássica bate aqui). Pra dar uma graça na produça de praia o que se pode fazer é investir num chapéu legalzão (já falamos disso aqui) e em acessórios bacanas, tipo bolsas, pulseiras, sandálias style, um kimono (porque não?), um óculos massa e já foi.

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