Category: Fashion

Precisamos falar sobre esse ensaio do Brad Pitt na GQ

O momento é de tensão absoluta e o terremoto político desse país segue LOKO, mas vamos te dar um refresco para os olhos e para a mente agora, porque você merece. Na verdade, é provável que você já tenha cruzado com essas imagens por aí, mas a gente não pode deixar de falar disso também. “Que imagens?”, você nos pergunta. As do Brad Pitt na GQ Style desse mês, mores. De tirar o fôlego sim, com certeza.

Pitt foi capa na revista dos EUA e posou para muitos registros do fotógrafo Ryan McGinley, que foi junto ao ator numa viagem de carro por três grandes parques nacionais em busca dos cenários perfeitos. O resultado? Dezenas de imagens intensas e impressionantes do ator junto a uma entrevista profunda, que desnuda o cara e traz várias revelações bem íntimas de Pitt, como seu problema com consumo excessivo de bebida e maconha, seu lado sombrio, as batalhas que teve de enfrentar ao longo da vida, seu conturbado divórcio etc. O texto tão honesto de Brad junto às fotos de McGinley são de uma beleza ímpar e não é à toa que a reportagem viralizou na internet.

As imagens incomuns para ensaios de moda chamaram a atenção inclusive de muitos outros fotógrafos, que passaram a debater em fóruns e postagens online sobre as técnicas (ou falta delas) utilizadas por McGinley para registrar Brad Pitt. O trabalho de Ryan é bem famoso, especialmente uma série sua chamada “The Kids Were Alright” na qual ele retratou jovens em suas respectivas vibes e estilos de vida, e ele é hoje considerado um dos maiores fotógrafos dos Estados Unidos. Parece que uma das coisas mais incríveis feitas por ele nesse ensaio foi abrir mão de perfeccionismos em nome de contar uma boa história, com força, verdade e beleza, do tipo que dá vontade de pendurar numa parede bem especial de casa.

Muitas das fotos, cheias de estranheza, emoção e pegada cinematográfica, estão aqui no post, mas você pode ver o ensaio completo e a entrevista do ator nesse link!

Conta pra gente o que achou! Qual foi sua foto preferida?

Resumão da Casa de Criadores: saiba tudo que rolou na 41ª edição do evento

Ano após ano, edição após edição, a Casa de Criadores vem se confirmando como o espaço da experimentação e do ativismo na cena fashion brasileira. Sua 41ª edição, comemorativa de 20 anos do rolê, não foi diferente. Coleções para o Verão 2018 foram apresentadas na Oficina, em São Paulo, mostrando que a nova moda do país está sim preocupada com impactos ambientais, desconstrução de gêneros, representatividade, racismo e pautas LGBT. Nas passarelas que lançaram nomes como João Pimenta e Ronaldo Fraga vimos gente muito diversa representando as marcas, ao longo de cinco dias bombados de desfile. Aqui vai um resumão do que rolou pra você ficar por dentro!

08.05 SEGUNDA-FEIRA

Brechó Replay, Cemfreio, Fernando Cozendey, Filipe Freire, Rober Dagnani

O 1º dia do rolê juntou 5 estilistas: Brechó Replay e Diego Gama abriram a passarela com foco no empoderamento negro, enquanto Cemfreio trouxe referências quentes na coleção batizada de “Fogo na Babilônia”, com a trilha feita ao vivo por Pabllo Vittar. Fernando Cozendey surpreendeu ao trabalhar muito jeans e Felipe Freire estreou no evento, apostando em correntes nessa coleção. De quebra, rolou Rober Dognani, que investiu em produções all black.

09.05 TERÇA-FEIRA

Tarcísio Brandão, Felipe Fanaia, Weider Silveiro, Också, Ellias Kaleb

Na terça, Tarcísio Brandão chegou com tudo e resolveu explorar suas origens e sua história como estilista, trazendo tecidos de seu estoque e referências regionais. Felipe Fanaia brincou com o tema “Patricinhas de Beverly Hills” e abusou de alusões ao filme, passando pelas misturas de tecidos e padronagens típicas da época e do clássico. Weider Silveiro nos apresentou peças inspiradas na Espanha com o plus do upcycling e do jeans revisitado, enquanto a Också também quis relembrar a sua história ao trazer releituras de peças, que aparecem cada vez mais voltadas para a rua. Ellias Kaleb fez bordados como metáfora para o tempo em looks cheios de romantismo.

10.05 QUARTA-FEIRA

Diego Fávaro, Rafael Caetano, Alex Kazuo

No 3º dia da Casa, Diego Fávaro explorou o tema da depressão e de pedidos de ajuda tanto física quanto psicológica, inspirado por experiências próprias, na coleção “SOS”. O resultado de pegada streetwear e bem pop entregou as melhores pochetes da temporada. Rafael Caetano veio de universo queer, inspirado especialmente por “Kinky Boots” e “Priscilla: a Rainha do Deserto”. Alex Kazuo trouxe muitos looks pretos e referências do Japão em peças com reaproveitamento de tecidos. A abertura do dia ficou por conta do Projeto LAB, com Neriage por Rafaella Caniello, Acrvo, Rocio Canvas, Senplo, Caroline Funke, Renata Buzzo. Clica aqui pra saber as resenhas completas!

11.05 QUINTA-FEIRA

Isaac Silva, Ben, Igor Dadona, Karin Feller para Di Gaspi

Dia de muito “clôsy” na passarela com a Coleção de Isaac Silva em parceria com Magá Moura, claro, mega colorida e de pegada 80’s/90’s. Releituras de looks de praia com muito preto e branco e vibe modernosa foram vistas na coleção da Ben de Leandro Benites. Igor Dadona trouxe uma alfaiataria noturna e rolou ainda Karin Feller para a Di Gaspi, que homenageou o Brasil do concreto à Mata Atlântica.

12.05 SEXTA-FEIRA

Ale Brito, Heloisa Faria, Mrtns, Fila por Der Metropol

O último dia de Casa de Criadores apresentou Ale Brito, que super explorou a tendência do oversized em alfaiataria, Heloisa Faria, que se inspirou nos encontros e desencontros da vida e misturou cores, tecidos naturais e fluidos, a Mrtns e sua trupe de party people em looks da virada dos 70’s pros 80’s e a Fila por Der Metropol, que fechou a noite com inspiração no hip-hop e coleção preciosista, mas sem exageros.

Se tem uma dica amiga da moda brasileira que a gente dá, é a de ficar de olho nas marcas e estilistas que desfilam na Casa de Criadores! Cada vez mais ousados e fora da caixinha, é de dar gosto de ver. Quais foram as suas coleções preferidas? Conta pra gente!

AHLMA: nova marca de André Carvalhal coloca a moda com propósito em prática

Para acalentar os corações meio carentes de marcas alinhadas com propósitos que vão além do óbvio nasceu, nessa semana, a AHLMA, mais novo projeto do multitask André Carvalhal, autor dos livros “A Moda Imita a Vida” e “Moda Com Propósito” (duas leituras recomendadíssimas aos interessados no assunto, por sinal) e co-fundador da Malha, espaço colaborativo mara no Rio de Janeiro. Oficialmente lançada no dia 10, a AHLMA é uma marca de roupas, mas, como tudo que André costuma produzir, não só isso.

Evocando as energias da lua cheia, a AHLMA chega com vibes místicas e sustenta que a moda é a potência e a ferramenta para defender o que se acredita. Construída coletivamente, a marca se define como eixo de co-criação e promete fazer roupa enquanto reflete sobre consumo, indústria têxtil e os caminhos pra mudar nosso jeito de se relacionar com essas questões. Pretensiosos da melhor maneira! A gente volta e meia conversa por aqui sobre novas formas de fazer, consumir e pensar moda. Elas existem e têm mais é que ser postas em prática!

As propostas da nova brand se fazem verdade por meio de diferentes processos que abrangem de uma comunidade de parceiros, produtores e fornecedores engajados à comunicação, que deve ser bem transparente. Além disso, rola o O.V.N.E., “Onda Virtual da Nova Era”, que é um canal de conteúdo desenvolvido pelo The Summer Hunter e que traz reportagens, fotos, matérias, vídeos e entrevistas aprofundadas e cheias de qualidade; vale muito acompanhar.

Estamos animados com esse lançamento, deu pra ver, né? Agora é seguir acompanhando os desdobramentos dessa AHLMA!

A moda pode ser um movimento libertário e isso começa dentro da gente

Venhamos e convenhamos que a nossa relação com a moda é, de fato, bem ambígua. Amamos a indústria, mas nos sentimos pressionados por ela, deixados de lado, oprimidos por suas regras e por seus padrões muitas vezes inalcançáveis. Às vezes parece que a moda é feita só pra fazer a gente se sentir mal. Mas peraê, calminha, que ela pode ser extremamente libertadora e aqui vão algumas provas disso!

Um fato: pra começar a encarar a moda de um jeito fresco e libertário, é importante que esse movimento comece internamente. “Em que sentido, gente?”, no sentido de que quanto mais a gente passar por processos de autoconhecimento e, principalmente, aceitação, mais a gente é capaz de amar quem a gente é e expressar isso pro mundo com segurança, o que obrigatoriamente passa pelo que a gente veste (mesmo sem perceber).

É isso, quanto mais confortável você se sente na própria pele, mais coragem pra bater de frente com a cagação de regra do mundo. A moda vai se tornando um mecanismo libertário quando a gente começa a bater no próprio peito e desafiar a conjuntura com cada vez mais determinação! Veja bem, esse provavelmente é um processo eterno, mas ele tem que começar de algum lugar, e uma vez que começa, não retrocede mais. Parece blá blá blá? Pois existem ótimos, aliás perfeitos exemplos de gente que se encontrou dentro da sua própria personalidade e transformou isso numa estética forte, desafiadora e, claro, libertária pra caramba.

Talvez soe meio utópico ou irreal, mas é teoricamente simples. É mais um movimento de usar o que gosta ou não, e menos um movimento de levar em consideração se está na moda, se se encaixa no seu corpo porque OS OUTROS dizem, se é barato ou caro… É uma questão de se sentir bem, feliz, e não assustado dentro de uma roupa, ressignificando a parada. Longe da gente querer livrar a moda da culpa por seu comportamento excludente, tá? Mas, em vez de ficar esperando o momento da indústria se transformar, vamos nós mesmos começar esse processo internamente e fazer essa diaba trabalhar pra gente!

Alguns movimentos e pessoas são ótimos e públicos exemplos disso. A moda agênero, por exemplo, que vem tomando cada vez mais fôlego nas coleções e nas representações de rua, torce as definições de gênero e quebra a ideia de que existem roupas exclusivamente para homens e roupas exclusivamente para mulheres. Isso é fortalecedor para quem nunca se encaixou esteticamente só de um lado ou de outro dessa história. No fim das contas, é tudo pano, né não?!

O Jaden Smith, filho do Will Smith de quem somos fãs, é um ótimo representante dessa nova moda. Podemos chamar de genderless, gender-bender, agender, unissex ou o que for, mas sabemos que esse é sim um movimento fashion mega libertário.

Jaden Smith

E tem muito mais gente inspiradora nessa jogada, não só falando de moda agênero, mas de utilizar a moda como um mecanismo para ser cada vez mais livre e expressivo, sem medo de opiniões. É impossível não identificar, por exemplo, o estilo marcante de David Bowie, especialmente na sua época de Ziggy Stardust, mas, no geral, sempre acompanhado de peças icônicas, corajosas; maquiagem, perucas, brilhos, cores… Bowie foi um revolucionário, assim como Ney Matogrosso, com seu estilo genuíno, super ousado. “Nunca me travesti. Sempre gostei de ser do sexo masculino, mas não de ser restrito a ele”, disse numa entrevista ao GNT. Ney é performático e transcendental e a moda sempre foi uma ferramenta utilizada por ele para alcançar esses lugares.

David Bowie

Ney Matogrosso

Quer outro exemplo extremamente inspirador que pode te ajudar a entender esse lugar da moda como libertária? Experimente assistir ao documentário Iris, que narra a história de Iris Apfel, verdadeiro ícone fashion do alto de seus mais de 90 anos que nunca teve medo de ser ela mesma e de traduzir isso nas suas roupas e acessórios. Ela é, de fato, uma figura absurdamente entusiasmante nesse sentido e conhecer melhor Iris provavelmente vai te dar muito mais vontade de se descobrir e jogar essa energia pro mundo.

Iris Apfel

A idade, aliás, não deveria ser um limitante (mas o tempo inteiro estão exigindo da gente a juventude, assim como a magreza), e aí vale muito assistir também ao doc “Advanced Style”, que nos mostra sete idosas fashionistas e suas histórias, e buscar na internet blogs, sites, canais de manas e manos gordos que, diariamente, mostram pro mundo que todas as regras impostas sobre seus corpos e sua estética podem ser quebradas sim e ajudam centenas de pessoas a se amar mais e a ousar mais.

Nadia Aboulhosn

Esse não é um texto ingênuo; sabemos que esse universo pode ser extremamente limitante e que, mesmo com crescentes avanços nesse sentido, ainda é difícil nos desapegarmos de regras e do que nos é exigido. Mas olha, volta e meia é bom lembrarmos, por meio de tantos exemplos, que a desconstrução desses limites começa internamente, e que ao longo da história sempre existiu gente disposta a quebrar paradigmas e a utilizar a moda como mecanismo de libertação e de autoexpressão.

Magá Moura

A gente vai aprendendo que tem gente de tudo que é gosto, estilo, tamanho, vontade, e vai aprendendo que nós mesmos somos únicos nesse sentido, e quanto mais a gente se aceita, mais a gente aceita o próximo. O que vocês acham? Quais histórias vocês têm para contar da moda como libertadora? Bora trocar essa ideia!

Projeto Gaveta: colocando o “ser mais, possuir menos” em prática

Em tempos de pensar cada vez mais em maneiras de desconstruir processos da moda que já se tornaram engessados, ultrapassados, desconectados das nossas necessidades como sociedade, repensando nosso jeitinho de consumir, renovar o guarda-roupa sem exageros, falando de upcycling e tudo o mais, que delícia é se deparar com um projeto que se propõe exatamente a fomentar o consumo colaborativo, né? Esse é o Projeto Gaveta, criado pelas amigas Raquel Vitti e Giovanna Nader como uma alternativa para a troca de roupas já não usadas entre quem quiser participar.

O Gaveta nasceu em 2013 e, de lá pra cá, já envolveu centenas de pessoas e circulou milhares de peças. O rolê acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro por enquanto, em edições eventuais previamente avisadas pelas redes sociais. E, se ele começou com o objetivo de “difundir o conceito de clothing swap no Brasil”, logo as meninas viram potenciais mais profundos no projeto, transformando o Gaveta num movimento que quer “incentivar uma moda mais humana, mais real e sustentável”, de acordo com as elas.

Não é papinho. As peças não selecionadas para a rede de troca (porque rola uma seleção criteriosa) já eram doadas para instituições e pessoas necessitadas, mas em 2016 surgiu também o Gaveta na Rua, que leva essas peças diretamente para os moradores de rua em parceria com o SP Invisível e o The Street Store. Essa galera monta uma loja para essas pessoas em situação de rua, na qual elas têm a chance não apenas de receber doações, mas de escolher suas roupas favoritas. É um esforço de ajudar num reencontro do próprio estilo, um alimento da autoestima e confiança. O Coletivo Tripé produziu um mini-documentário sobre esse dia, que tá disponível no Youtube:

Quem é do Rio de Janeiro tá com sorte, já que a próxima edição do Projeto Gaveta acontece na cidade no dia 29 de abril, na Malha, como parte das atividades da Fashion Revolution Week. Quem quiser participar do rolê é só enviar um email para projetogaveta@gmail.com para enteder o passo-a-passo da experiência de troca, lembrando que a entrada e a participação no evento são gratuitas.

Partiu?

Moda: saiba mais sobre a Cacete Company e seu espírito livre e jovem

Uma nova paixão: a Cacete Company. Marca que está nas ruas desde 2015 e que tem como principais características uma moda jovem, de espírito livre e pegada inusitada, a Cacete traz peças provocativas, design super contemporâneo, a vibe do streetwear que estamos amando, tudo com personalidade própria.

Na Cacete a gente encontra também underwear que preza não só pela qualidade, mas também pelo estilo, afinal, por quê não? Esse é inclusive um dos maiores focos da marca, que tem um processo de produção 100% brasileiro. Além disso, essa galera é do fomento! Tanto de parcerias de criação e produção (dá pra ver tudo com detalhes no site deles) quanto das silhuetas que estão em alta; oversized, cortes desconstruídos etc. A gente bateu um papinho com o Raphael, um dos sócios da Cacete, pra saber um pouco mais dessa história!

Como surgiu a marca?

O processo de pensar a marca começou em meados de 2013. No início, não tínhamos um conceito determinado, porém queríamos explorar o universo do street. No começo de 2014 escolhemos o nome da firma e em abril de 2015 finalmente a lançamos. A vontade de atender o público masculino sempre existiu, mas foi durante este processo que definimos focar nas cuecas, por acreditarmos que fosse uma setor pouco explorado.

De onde veio esse nome?

Queríamos um nome 100% brasileiro, forte, irônico, debochado e principalmente fácil de guardar. A dualidade da palavra também foi super importante, pois existem regiões nas quais cacete significa palavrão e outras onde significa apenas um pãozin, rs! E além do mais, o nosso foco é vender cuecas, ou seja, porta cacete, haha!

CA.CE.TE.co na SPFW – N43 Março / 2017 foto: Marcelo Soubhia

Uma publicação compartilhada por CA.CE.TE.co (@cacetecompany) em

Como é o processo criativo de vocês?

O nosso slogan é da rua pra rua! E é bem isso que buscamos, referências do nosso cotidiano e principalmente o que gostaríamos de usar.

E que referências (artistas, universos, música, movimentos…) são essas que têm a ver com a Cacete?

Amamos ser locais! Nossas referências vêm de artistas de rua de BH, como #DESALIXO, e movimentos sociais, como Lá da Favelinha e Duelo de MC’s, por exemplo. Djonga e Cadu dos Anjos são músicos mineiros que a gente também admira. Somo bem mineirinsrs! Mas claro, curtimos muita música gringa: M.I.A (pela música e pelo ativismo político), Grimes, FKA, Robyn e Rihanna.

CA.CE.TE.co na SPFW – N43 Março / 2017 foto: Marcelo Soubhia

Uma publicação compartilhada por CA.CE.TE.co (@cacetecompany) em

Por fim, vocês falam no site que o processo de produção é 100% brasileiro. Conta mais detalhes pra gente!

Temos muito orgulho de onde viemos e fazemos questão de fazer tudo por aqui mesmo. Estar perto de quem produz pra gente é muito importante! Somos uma empresa de dois sócios que fazem tudo, a gente é empreendedor, mídias sociais, assessor de imprensa, officeboy, SAC…

Trabalhamos com duas mulheres maravilhosas, a modelista Ana, que está com a gente desde o início, e a pilotista Lau, que faz um acabamento perfeito. Os fornecedores de tecidos são todos nacionais. As malhas vêm do Sul do país e os tricolines do interior de Minas. Nosso processo serigráfico e de corte é todo produzido em BH, por empresas terceirizadas. Já os acessórios e sandálias são desenvolvidos em parceria com O Jambu e o artesão de calçados, Paolo, ambos também de BH.