Ano Novo: 8 metas alto astral para adotar em 2018

Adeus ano velho, feliz ano novo, e o que você fez? Opa, pera, misturamos as canções de fim de ano kkk. Pois bem, 2017 vai chegando ao fim e com ele muita coisa ruim em termos mais amplos, mas também muita coisa boa pela qual a gente tem que agradecer (aliás, você já viu o vídeo de retrospectiva das coisas boas de 2017 lá no canal? Então corre né more). E chega aquele momentinho de relembrar tudo que vivemos no stories do Instagram, mas também de fazer um balanço interno e de colocar no papel o que a gente quer alcançar ano que vem.

2018 promete ser um bom ano. Falando de astrologia (porque a gente não resiste), será um ano regido por Júpiter, de mudanças, conquistas, expansão de projetos, ótimo ano para o desenvolvimento intelectual… Ou seja: bora botar essa p*#@$ pra funcionar!!!

Aqui, listamos 8 metas legais, good vaibes, que você pode acrescentar à sua lista:

ESTUDAR FILOSOFIA

Vamos direcionar todo esse existencialismo a um estudo? A filosofia investiga de maneira profunda as questões a existência, da natureza humana, da verdade, da ética, da política, da moral, da beleza… Enfim. A palavra significa “amor à sabedoria” e, em tempos de textão na Internet e de muita gente falando bobagem como imposição online, provavelmente estamos precisando dar um salto de humildade que é mergulhar em algo do tipo.

FAZER A RAPA NO ARMÁRIO E TIRAR UM TROCO

Nesse ano, alguns dos temas mais recorrentes na moda foram o uso e o consumo conscientes, o lowsumerism e a redefinição das nossas relações com as tendências fashion e com tudo que acumulamos em casa. Que tal unir o útil ao agradável e fazer aquela limpa maravilhosa no seu armário, aproveitar e montar uma lojinha no Enjoei? Você junta um dinheirinho, coloca esses panos parados pra jogo e ainda faz um monte de gente interessada nas suas roupas feliz, sem que ninguém precise gastar com (mais) coisa nova.

ESTUDAR UMA NOVA LÍNGUA

Sim salabim, tá mais do que na hora de se engajar no aprendizado daquela língua marota que você fica protelando. Aliás, dica boa é se jogar no Italki, um app que te permite ter aulas de conversação particulares no idioma que você tá estudando. Ou seja, até se a crise ainda tá apertando por aí, já dá pra seguir estudando ou começar seus estudos com ele, que oferece aulas em mais de 100 idiomas.

CANCELAR SERVIÇOS QUE VOCÊ NÃO USA

Migos, vamos falar sério aqui: quantas assinaturas de streaming e outros serviços online (ou coisas do tipo) você tem que não usa? Muitas vezes a gente sai investindo em vários desses pela emoção do momento, mas acaba utilizando apenas os mesmos serviços de sempre. Menos é mais, vamos acreditar nessa sabedoria.

FAZER UM DETOX DE ROLÊ

Escolha um período pós festas de fim de ano e carnaval, um tempo bom, tipo um mês, e fique sem beber e outras coisitas mais. Sem moralismos, tá? Por aqui tentamos evitá-los, mas pra dar ao corpo tempo de se recuperar de tantos excessos e também pra passar um tempo de sobriedade consigo mesmo — esses períodos costumam trazer bons insights. E outra: a maioria de nós já não têm mais dezoito anos e cuidar da saúde deixa de ser luxo e passa a ser necessidade <3. Aproveita o ensejo e vá mais a cinemas e museus, acorde cedo no domingo porque você não tá de ressaca e vá dar uma corridinha… Se ame.

APRENDER A FAZER ALGO COM AS MÃOS

Para viver das coisas que a natureza dá! Brinks, mas que tal fazer aulas de jardinagem, marcenaria, culinária ou artesanato? Saber esse tipo de coisa acaba se tornando muito útil pra você dar jeito nos pepinos de casa, produzir seus próprios objetos de decoração, presentear amigos queridos com muito amor e gastando pouco… E o legal é que não precisa necessariamente pagar uma aula. Peça ensinamentos aos amigos que já sabem. Você aproveita para passar um tempo de qualidade com eles e depois pode passar os conhecimentos a outra pessoa. Legal, né?

DAR CHOCOLATE PARA O VIZINHO

Quando foi que nos tornamos tão frios e passamos a achar essas coisas tão bobas, hein? Em 2018, uma boa meta pode ser conhecer as pessoas que vivem literalmente do seu lado (ou na sua frente, ou em cima, ou embaixo) um pouco melhor. Toque a campainha com um chocolate na mão e tente fazer novas amizades. E isso serve também para aquele colega de trabalho, para o motorista do seu ônibus de sempre ou para aquela colega que todo santo dia pega o mesmo metrô que você.

ESTUDAR BITCOINS

A moeda digital que deu o que falar em 2017 porque fez com que algumas pessoas antenadas multiplicassem sua riqueza virtual. Pra quem não sabe, bitcoin é uma criptomoeda descentralizada que representa um sistema econômico alternativo. Foi criada em 2009 e, nesse ano, sofreu um verdadeiro boom de uso e valorização. Tipo de coisa que merece nossa atenção. Por que não ficar ligado nos novos rumos da economia?

É isso. Em 2018, desejamos que você desapegue do que já não te serve, seja material ou emocional, seja uma roupa que não faz o seu estilo ou uma pessoa que não te faz bem, uma assinatura sem sentido ou um trabalho sem tesão. Que você cuide da mente e do corpo e que você exercite sua humanidade e seu cérebro, se abra para o novo, conheça pessoas e realize alguns sonhos!

Feliz 2018 pra gente! E queremos saber o que você acrescentaria nessa listinha.

8 dicas de presentes de Natal que não são coisas, mas gestos

O fim de ano chega, é a hora de investir nos presentes de Natal, todo mundo fica meio surtado, entrando e saindo de shopping centers lotados, em busca de coisas que provavelmente não vão agradar tanto assim, que logo serão esquecidas e que talvez tenham sido feitas com a ajuda de trabalho escravo #verdades.

Temos falado tanto e cada vez mais sobre consumo consciente, lowsumerism, moda com propósito e economia criativa, que alguma, aliás, várias coisas nesse comportamento consumista parecem não se encaixar mais em quem somos ou buscamos ser. Né?! E de que adianta defender o discurso o ano inteiro, mas perder as estribeiras do crédito agora?

A proposta desse texto é te convidar a hackear o capitalismo nesse Natal, dando gestos e experiências de presente ao invés de coisas e gastando o mínimo possível. A boa é investir numa troca genuína com quem se ama, em tempo de qualidade com a família e os amigos, enfim… Criatividade e afeto sincero para um Natal mucho mais legal kkkk e com menos impacto ambiental, menos produção de lixo, menos treta financeira. Menos é mais <3!

1. USE SEUS TALENTOS

Se você é músico, cantor, artista, bom com as mãos, massagista, faz uns artesanatos daora, vive das coisas que a natureza dá ou tem qualquer tipo de talento, conhecimento ou trabalho que pode ser transformado num gesto ou num presente legal, por que não usar isso a seu favor (e a favor de quem se ama), não é mesmo?

2. ESCREVA UM CARTÃO BELÍSSIMO

A mais clichê das dicas, mas cada vez menos comum (especialmente entre a geração das internets, né nom). Tire uma tarde para produzir cartões originais, feitos à mão, com palavras sinceras pra quem você ama. Vale fazer o processo todo do zero: montar o cartão, pintá-lo, pensar nas palavras e tudo o mais.

Annie Spratt/Unsplash

3. REGISTRE OS MOMENTOS

Se você acha que tem as manhas de tirar boas fotos, saca de umas edições legais, tem uma máquina massa (ou um celular massa, pq né) ou até mesmo é fotógrafo, se dedique a tirar umas fotos bem incríveis da família e das confras dos amigos e depois envie para cada um uma imagem em alta resolução com um textinho legal.

4. ESPALHE O VERDE

Sua casa é cheia de plantinhas? Não pode ver um quiosque de plantas na rua que já leva uma nova pra casa? Saca tudo de jardinagem? Então que tal separar mudinhas de algumas das suas plantas mais legais e saudáveis e presentear para outras pessoas que curtem o rolê ou que estão precisando dar uma vida ao próprio lar? É um presente bem mara, pode ser a boa para aquela prima que se mudou recentemente!

Patrick Hendry/Unsplash

5. UMA MSG POR ANO

Sabe aqueles potes de vidro que vão se acumulando em casa? Então! Use-os para acomodar várias mensagens (pode ser até uma coisa bem-humorada, tipo trechos de músicas que amamos #sódátu #vaimalandra hahaha). A ideia é que a pessoa tenha um papelzinho por ano pra tirar dali. Fofo e um presente que vai durar 2018 inteirinho sem gastar nada além da sua criatividade.

6. TROCA-TROCA

Ao invés de fomentar o velho concept do amigo secreto e receber um presente que não vai gostar pela milésima vez, que tal propor aos migues um troca-troca de livros? Façam o mesmo rolê de sorteio, e cada um leva de casa um livro em bom estado que já tenha lido. Uma das coisas mais bacanas da vida é fazer a literatura circular e pensar que aquela história que te tocou tanto está passando por novas mãos.

Toa Heftiba/Unsplash

7. ROLÊZEIRO CULTURAL

Convide geral pra uns rolês culturais (shows, peças de teatro, cineminha de bairro) por sua conta. Você vai gastar um dinheirinho, mas no incentivo à arte e não em algo que vai virar lixo. Se quiser fazer um combo, dê uma olhada nos dias gratuitos dos museus de sua cidade e una as programações. Dê uma força à cena e ao intelecto seu e de quem você ama.

8. MUITOS LANCHOS

Comida é amor e não é à toa que, nesses momentos de celebração, a gente gosta mesmo de juntar geral em torno de uma mesa bonita. Por isso, pequenos gestos relacionados a uma barriga cheia podem ser mil vezes mais simbólicos do que um par de meias. Faça um bolinho caseiro e leve um pedaço pro amigo (junto com um café quentinho, ~claro~) no intervalo do trabalho dele. Ou junte a molecada da família pra fazer um prato enorme de brigadeiro, depois distribua as colheres e veja a festa dentro da festa que vai ser.

E como não custa nada lembrar: se as compras forem inevitáveis ou muito desejadas, se jogue nos pequenos negócios, compre de quem faz, de marcas artesanais, de gente que conhece de sua cadeia e garante a procedência dos seus produtos. Dica de ouro pra uma economia mais saudável!

Tom Rickhuss/Unsplash

Agora bora compartilhar essas ideias com os migues e contar pra gente outros jeitos legais de dar presentes de Natal “fora da caixinha”? Boas festas!

11 dicas para uma viagem inesquecível em Amsterdã


A Holanda é um país ainda desconhecido da maioria dos brasileiros. Sim, nós temos um voo direto operado pela KLM desde 1946 com frequências entre São Paulo e Rio de Janeiro para a capital Amsterdã (ou Amesterdão, como diriam os portugueses), mas quantas pessoas você realmente conhece que circularam pelo país e conhecem bem a Holanda?

Preciso confessar o quanto fiquei fascinado com a Holanda vista mais de perto e com calma. Estive lá a primeira vez em um mochilão aos 23 anos, em 2009. Fiquei apenas dois dias e não consegui fazer muita coisa além dos coffee shops, embora me lembre nitidamente da experiência de ficar muito chapado na casa de Anne Frank e ter sido inesquecível. Mas a Holanda vai bem além das garotas de programa, dos coffee shops e dos shows de sexo do Red Light District. Muito além.

O idioma holandês nem de longe é um problema, visto que a grande maioria dos holandeses fala inglês. Este dado é chocante, e ao mesmo tempo explica muito sobre a cultura holandesa. Os holandeses são os pais do neoliberalismo. Eles inventaram o comércio internacional e são super workaholics. Significa que eles fazem de tudo para facilitar o fluxo de dinheiro, seja desde um cafezinho até um container de exportação. Falar inglês é uma necessidade de sobrevivência para um país cuja língua-mãe é dominada por apenas poucas pessoas, em uma posição tão estratégica. Como bom estudante de idiomas que sou, fiquei louco para aprender.

A sensação que eu tive é que Amsterdã é a nova cidade perfeita da Europa para turismo. Na capital holandesa, esta pressão turismofóbica se descomprime com leveza e uma melhor recepção aos turistas. Entre a aspereza do serviço parisiense e a loucura veloz e apocalíptica de Londres, Amsterdã se situa como uma cidade que tem tudo o que você precisa: excelentes lojas, noitadas, parques, museus, e a proximidade das demais capitais, que estão a apenas 2-3h de trem, em média.

Fica a dica para quem está querendo visitar a Europa e quer fugir dos lugares mais batidos como Londres, Paris, Barcelona ou Roma, hoje mais saturadas do turismo.

Parques

A cidade tem vários parques incríveis, em dias de sol, o Oosterpark e o Willemspark são imbatíveis para curtir como os holandeses. Pegue sua bike, ache seu cantinho no gramado e faça o seu picnic com toda a tranquilidade do mundo. Viajei no outono e o cenário é mesmo um sonho, com as folhas acobreadas e avermelhadas pelo gramado. Paisagem raríssima para nós, brasileiros.

Albert-Heijn Supermarket

O supermercado Albert-Heijn é uma instituição holandesa! Ele está por todas as partes da cidade e para mim que sempre gostei de comida on-the-go (não à toa apresento um programa sobre marmitas, né, risos) virou meu lugar preferido para comer. Frutas, queijos, jamones ibéricos, sushis, antepastos, pães, saladas, sopas, sucos, tudo embalado individualmente, cortadinho, higienizado, pronto para comer. É o sonho de qualquer pessoa que viaja, ou mesmo mora só e tem preguiça de cozinhar. Fui todos os dias e sempre passava lá antes de qualquer picnic. Preços excelentes.



Museus

Amsterdã tem mais de 50 museus! No fim das contas, acabei indo apenas em um pequeno museu chamado Moco, na Museumsplein, esplanada onde ficam situados o Rijksmuseum, o “Louvre” da Holanda, e o Stedelijk Museum, o museu de arte contemporânea da cidade. Fui no Moco principalmente porque havia uma exposição de Bansky, quem eu adoro.

Este lance de ver museus é sempre uma contradição: não consigo ver mais do que um ou dois por dia, para poder decantar a arte com um pouco mais de calma. A minha lista de museus que eu não gostaria de ter deixado de ir, e que ficam mercadinhos para a próxima viagem: Van Gogh, Rijks, Stedelijk, Eye Museum, etc. Como eu já senti que me apaixonei pela cidade, vou querer voltar a Amsterdã várias vezes e posso vê-los no futuro! Lembrem-se: turismo é para se divertir e se inspirar, e não sair que nem um louco marcando check numa listinha de que foi lá e fez.

Daily Paper

Provavelmente a marca mais cool de streetwear de Amsterdã, para quem gosta de roupas com essa pegada meio skate/street urbana. Design minimal, excelentes formas, fotos de campanhas maravilhosas, lojas bacanas e staff lindo. Adorei ter descoberto essa crew, comprei uma camiseta e pochete.

Nine Streets

Sabemos que os brasileiros tem taquicardia quando chegam de uma H&M porque encontram tanta roupa barata num lugar só, mas é muito interessante ver a cena mais autoral de design holandesa. Há muitas marcas de produtos de design que vão além das roupas, como móveis, sapatos, objetos de decoração e a maioria delas se situa na região de compras da Nine Street, na região dos canais. Vale à pena conhecer.

De Pijp

Um casal de amigos meus atualmente mora em Amsterdã e nos últimos dias da viagem fiquei na casa deles no charmosíssimo bairro De Pijp (lê se Dê Páipe). É um bairro que está a 10 minutos dos canais de bicicleta, mas tem todo o charme e a tranquilidade de uma Amsterdã mais residencial e um pouco menos barulhenta. Acho uma dica muito boa de localização para quem curte mais AirBnBs do que hotéis. Ficar no Red Light District não é legal.

Coffee-Shops

Sim, a maconha é descriminalizada em Amsterdã e você pode comprar até 5 gramas da erva para fumar nos coffeeshops ou em casa. Fumar na rua é ilegal, embora vez por outra você sinta o cheiro de maconha na rua e não veja repressão policial acontecendo por isso.

O Coffee Shop mais famoso é o Bulldog, que tem quatro unidades na rua mais movimentada dos canais do Red Light District. É um ponto turístico obrigatório, mas há outros mais legais, como o Bagheera, em estilo neo-raver, e o BlueBird, que tem um astral bacana.

A maconha é muito mais forte e pura do que a que se consome no Brasil, comece devagar com variedades de sativa, que te deixam mais animado. O tipo indica é para quem é mais experiente e quer uma onda mais introspectiva.

Nos coffee shops não se bebe álcool: tome café, chá, água, refrigerante, e brise muito.

Amsterdam Dance Event

O AME (Amsterdam Dance Event) é um super festival de música que acontece em Outubro e durante todos os anos a cidade se transforma para receber artistas do mundo inteiro. A vibe é fantástica, os line-ups absurdos, os clubes enormes e cheios de pistas não-convencionais, iluminações malucas, soundsystems poderosos, enfim. AMS é uma das mecas mundiais da música eletrônica, fiquei de coração partido por não poder ficar mais tempo. Espero voltar na próxima!

Volkshotel

Muito bom, muito bonito e preço muito justo. O VolksHotel foi uma grande surpresa da viagem para mim. Imagine um prédio de oito andares com boate, café, coworking, restaurantes (no plural), ioga, rooftop, sauna, tudo com o design mais absurdo e milimetricamente conceitual.

O Volks é também divertido – o staff muito alegre e simpático faz a diferença, o café da manhã é um banquete, e os quartos são sensacionais. O meu tinha um telão enorme com Netflix, Chromecast, Youtube e tudo mais que um millenial pode desejar. Era tão bom que às vezes dava raiva de ter que sair pra rua. Um perigo. As diárias custam em média 90-100 euros.

Norte de Amsterdã

O Norte de Amsterdã é a ‘nova fronteira’ da cidade, um fenômeno tal qual o Brooklyn representou em Nova Iorque alguns anos atrás. A região é ligada ao centro de Amsterdã por um ferry boat gratuito que funciona 24 horas e liga as regiões em poucos minutos. Bicicletas são permitidas no ferry, é claro.

Lá no Norte descobri um dos lugares mais bacanas da cidade, o FC Hyena. Restaurante delicioso num armazém onde também funcionam duas salas de cinema com ótima programação. Lugar frequentado por millenials criativos, super ligados em moda, cultura, arte. Fiquei apaixonado por esse lugar, se morasse em AMS iria frequentar sempre. Quero voltar!

Alugar uma bicicleta

O metrô de Amsterdã funciona bem, os trams também, mas realmente não há comparação entre transitar de bicicleta como um bom amsterdamer. As ciclovias tem faixa dupla de ida e volta, a cidade é completamente organizada para o trânsito de bicicletas, a grande maioria do território é de planície, pedalar é seguro, prático, um bom exercício e é muito mais rápido do que ficar esperando o trem chegar.

O lado negativo é que não é muito barato: as locadoras de bicicleta se aproveitam um pouco do fato da cidade ser tão bicicletável e cobram em média 17 euros por dia para alugar um bike. Achei caro. Mas valeu cada centavo, acreditem.

Moda: 8 marcas brasileiras de meias pra incrementar seus looks

Um dia nós já tivemos certa relação esquisita com meias. Exclusivamente usadas para malhar ou em ambientes e lukinhos mega formais, escondidas, elas eram meio negligenciadas quando o assunto passava a ser tendências, looks descolados, coisa e tal. Simplesmente ficavam ali, de escanteio. Acontece que essa fase passou, né nom?! Agora as bichinhas são inclusive e muitas vezes o centro das atenções, e várias marcas bem bacanas surgiram — ou cresceram — com essa nossa mudança de hábito.

Aqui, uma seleção super brazuca que merece sua atenção!

BOLOVO

Nós já falamos da Bolovo aqui no blog e não escondemos nossa admiração pela marca “de espírito livre” e que defende que a gente vá lá criar umas memórias. Ela surgiu em 2006, criada por Lucas Stegmann e Deco Neves, e tá inserida numa plataforma, porque os caras produzem, além de peças de roupa, peças criativas tipo vídeos, fotos e o que mais vier. Dentro de tudo isso estão as meias — eles são os responsáveis por um hit do universo das meias: a estampa “Deus abençoe o rolê”.

SURREAL SÃO PAULO

A Surreal é uma marca de produção limitada e independente, tocada por Bruno Paschoal, Clibas Pacheco e Fábio Ayrosa, e que desenvolve todas as suas peças nacionalmente e se preocupa com a procedência de seus fornecedores. As inspirações são super urbanas: cidade, música, skate e arte, mas joga uma natureza aí na receita também. Eles foram até responsáveis por uma parte do merch do Mac DeMarco quando ele veio ao Brasi. Babado!

ALTAI COMPANY

“Nosso produto é um mero manifesto criado por uma pequena geração de degenerados, criativos e curiosos”. Assim a Altai se apresenta. Com o objetivo de fazer meias de qualidade confortáveis e brasileiras, a marca tem ar jovem, mas defende como seu amadurecimento vem acontecendo: ela começou há alguns anos atrás, mas foi oficialmente fundada em 2016 e inaugurada em 2017. Tudo, tudinho mesmo, é feito aqui no Brasa. E o resultado é bem, bem massa.

MEIAS 6

A 6 é uma marca de DNA carioca fundada em 2012 com a ideia de dar adeus ao monopólio das meias brancas e querendo mergulhar mesmo nas meias com experimentações gráficas de padrões e cores. Visionária, né mores? Seus pares são confeccionados na Turquia em máquinas italianas de precisão. São muitas as possibilidades, de estampas fun a outras mais chiques.

ENJOY MEIAS

A Enjoy nasceu inspirada pelo design, pela geometria e pelas cores do dia a dia pra trazer mais alternativas às nossas meias brancas furadas e sem graça kkk. A marca surgiu pra facilitar a vida inclusive dos próprios donos, que estavam enjoados do que havia disponível no mercado de meias por aí. Mais uma de produção 100% nacional com foco em dar uma força à economia local. Eles fazem modelos old school, de estampas florais, tie-dye e de lurex, pra dar uma ideia.

INVERNESS

A Inverness é uma marca madura. Ela nasceu há 24 anos!!! Atualmente, seu leque de modelos é enorme, tem meia pra todos os gostos, com diferentes tamanhos, modelos e cores. A marca tem até uma parceria com a estilista Glória Coelho, desenvolvendo as meias de sua grife com exclusividade. A qualidade é uma preocupação séria.

FEED THE FEET

A Feed the Feet tem uma vibe super verão. Marca cheinha de modelos com referências pop (tipo um monte de meias inspiradas em Game of Thrones para os fãs ficarem bem doidos rsrs). Todos os produtos são unissex e eles também vendem camisetas e acessórios.

🌴V E N I C E🌴 socks | foto do incrível @anendfor

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NEPHEW

Marca mineira suuuper moderna, a Nephew faz umas roupas perfeitas pra vestir no rolê. A gente já falou dela aqui e de sua pegada fresh, antenada e com um toque de cultura pop que a gente ama. Criada pelo Vitor Sobrinho, que também é DJ, ela traz essas referências de lifestyle para suas criações. Criações essas que incluem meias!

“Dad look”: desvendamos a tendência da cintura alta + camisa por dentro

Por aqui, seguimos firmes e fortes na missão de descobrir e esmiuçar as tendências mais legais da moda pós-contemporânea que mais tem cara de século passado (hahaha!) e dessa vez escolhemos nos debruçar sobre uma trend que está abalando as estruturas das calças e bermudas mundo afora: a cintura alta, acompanhada, certamente, de uma bela camiseta ou camisa por dentro. Repetimos: por dentro!

Não tem mais cara de “look de papai” que nos impeça de ostentar uma cintura mais alta, ainda que a gente sempre corra o risco de parecer meio caretão. Talvez, em algum lugar no imaginário dos estilistas, a inspiração tenha sido o pai de alguém, até. Se nos últimos dez anos ou mais, o cara descolado segurava o look com um belo par de jeans super skinny e bem baixos, naquela pegada rockeiro indie que a gente já conhece, parece que o jogo virou de repente e uma nova possibilidade se abriu no horizonte dos lukinhos.

Brad Pitt por Ryan McGinley para GQ

Foram muitas as marcas que adotaram uma subida de cós ao longo das últimas temporadas, e estamos falando de marcas de peso, como Giorgio Armani, Louis Vuitton, Bottega Veneta, Fendi, Dries Van Noten, Lanvin e Prada, para citar algumas das mais importantes. Alguns modelos tinham pegada mais retrô mesmo, e outros, surpreendentemente, pareciam a coisa mais futurista dos últimos tempos. Claro que a turma do street style já havia captado a mensagem e não ia deixar toda aquela cintura escondida por baixo de suas T-shirts, nascendo assim, aliás, renascendo assim uma produção completa rs.

Dries Van Noten

Fendi / Kenzo

Haider Ackermann

Louis Vuitton

Sabe uma camiseta branca, uma calça de cintura alta, sneakers feios (outra trend que tá bombani haha) e pochete como o suprassumo do cara-que-não-curte-moda-e-quer-deixar-isso-bem-claro ou ainda do cara-que-está-completamente-alheio-ao-que-veste? Pois agora é o oposto e, só pra esclarecer: a gente ama, viu? Manda mais.

A calça preta ou jeans de corte simples com uma camiseta branca é a combinação que você pode assumir quando não quer pensar muito, mas ainda assim parecer legal (invista em sneakers ou sandálias bem massa). Agora, troque por uma calça de alfaiataria e corte amplo pra ficar mais chique, e ainda uma calça mais curtinha nos tornozelos pra ficar mucho moderno. Sem falar que a gente fica assim, achando careta, mas a verdade é que uma camisa por dentro da calça pode fazer maravilhas na hora de te deixar instantaneamente mais CHIQUE. Lembrança importante: a cintura da calça não precisa ser super lá em cima, ela pode inclusive ser no lugar “normal”, com a camiseta por dentro o efeito já rola e fica menos “abusado”pra quem quer experimentar, mas tá meio inseguro.

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Claramente já adotamos. E por aí, quem anima e quem nem de graça?

Muito além do Lolla: 12 festivais brasileiros fora do circuitão que merecem seu investimento

O circuito de festivais vem crescendo a passos largos. Volta e meia recebemos a notícia de mais e mais festivais gringos planejam suas edições brazucas, sem falar naqueles que já se consagraram por aqui. Maravilhoso: com estruturas estupendas e preços não exatamente módicos, esses eventos acabam nos dando a oportunidade de ver muitas das nossas bandas gringas favoritas sem termos que investir em viagens ao exterior. Mas vale ressaltar que o Brasil é grande, é bonito e tá cheio de iniciativas com a cara do país no que diz respeito à música: rolês muito mais baratos, quando não gratuitos, e que abrem espaço para artistas daqui (e a gente é bom de fazer música, hein!). Separamos 12 desses festivais, em diferentes regiões, para diferentes bolsos e gostos. Certo que você vai terminar esse post cheio de vontade! Let’s ferver, shall we?

MIMO Festival

Beto Figueroa

A MIMO surgiu em 2004 no interior das igrejas de Olinda e, de lá pra cá, tornou-se um enorme e reconhecido movimento, do tipo que une música da melhor qualidade a outras manifestações culturais, passando por várias cidades brasileiras. O festival ganhou uma Etapa Educativa, a Chuva de Poesias e ainda editais de música e cinema e hoje visita Recife, João Pessoa, Ouro Preto, Tiradentes, Paraty, Rio de Janeiro e até Amarante, em Portugal, ganhou sua edição em 2016.

A próxima edição, no Rio de Janeiro, acontece de 10 a 12 de novembro com shows de Criolo, Ondatrópica, Emir Kusturica and the No Smoking Orchestra, Didier Lockwood, Nouvelle Vague e mais. Depois disso, o fest parte pra Olinda, dos dias 17 a 19 de novembro. O melhor? É tudo gratuito! Imperdível real oficial, meus anjos.

MECAFestival

I Hate Flash

O MECA é provavelmente um dos festivais mais descolados dessa lista. Fundado há 7 anos, ele nasceu no litoral do Rio Grande do Sul e passeou por algumas cidades do Brasa, levando sua pegada indie de apresentações musicais e eventos culturais. Artistas do naipe de Two Door Cinema Club, Friendly Fires, La Roux e AlunaGeorge passaram por seus palcos. O MECA abarca também palestras, workshops e performances e nesse ano rolou a segunda edição do MECAInhotim: imagine curtir os shows de bandas que você ama no museu a céu aberto e até acampar por lá… Imaginou? Pois foi essa mesmo a proposta, por R$ 490,00 os dois dias.

A experiência é bem única, o festival transborda personalidade e é impossível não sair de lá inspirado. Ah, e no dia 4 de novembro rola MECAUrca no Rio de Janeiro. Aonde? No Morro da Urca (apenas) com shows de Washed Out, Homeshake, Nomi Ruiz, Minha Luz é de LED, Heavy Baile e mucho mais.

Festival DoSol

DoSol

Rolê já tradicional de Natal, o DoSol é considerado o maior festival alternativo de música do estado e acontece nos dias 11 e 12 de novembro em novo local, o Beach Club, na Via Costeira. Ou seja: fervo com brisa do mar. Como não amar?! Nesta edição, o festival terá quatro palcos e um line-up poderoso e super conectado com o que vivemos agora na música brasileira, com artistas como Liniker e os Caramelows, Boogarins, Francisco, El Hombre, Far From Alaska, Scalene e mais. Ainda rolam os side shows que aquecem o público entre os dias 22 de outubro e 19 de novembro. A casadinha na promoção tá R$ 50,00. Corre na página do festival pra ficar sabendo mais detalhes (afinal, ainda dá tempo!).

Psicodália

Psicodália

Talvez o mais alternativão dessa lista, o Psicodália é uma opção das boas pra muita gente que quer fugir do carnaval, mas não do fervo! Festival multicultural independente, fomenta o concept psicodélico de acampamento, expressões artísticas, vivência imersiva e rock’n’roll, mas não só. Desde 2006 o Psicodália é realizado na cidade de Rio Negrinho (SC), e vale ressaltar que a edição do ano que vem tá recheada de atrações maravilhosas, como Jorge Ben Jor, Arrigo Barnabé, Bixiga 70, Carne Doce, Boogarins, Tulipa Ruiz, Pata de Elefante e mais. Por lá já passou gente ~muito importante~ ao longo desses anos, como Os Mutantes, Elza Soares, Baby do Brasil, Hermeto Pascoal, Yamandú Costa, Jards Macalé e Ney Matogrosso, só pra citar alguns. Pra ter direito ao camping, toda a infra do lugar e seis dias de festival, é só investir no ingresso de R$ 400,00 a meia.

Rec-Beat

Ariel Martini

O Festival Rec-Beat é uma bela de uma alternativa pra quem tá no Recife durante o carnaval e quer dar uma variada nos ritmos ou curtir artistas consagrados da nossa música naquele clima 0800. O projeto quer sempre e cada vez mais alimentar um olhar atento às novidades sonoras de Pernambuco, do Brasil e do mundo. O público é diverso: tem gente fugindo da folia do Momo, tem gente mais velha que formou seu gosto musical indo ao Rec-Beat, tem criança, tem turista… Nesse ano, entre os dias 25 e 28 de fevereiro, o evento celebrou sua 22ª edição no Cais da Alfândega e recebeu The Baggios, ÀTTOXXÁ, As Bahias e a Cozinha Mineira, Teto Preto, La Dame Blanche, O Terno, Jards Macalé e mais. E tem também o Recbitinho, com uma programação especial pra criançada curtir junto.

Festival Bananada

Martini/I Hate Flash

Em 2017 o Bananada chegou à sua 19ª edição com uma lista de atrações de babar e se consolidando como um dos eventos de música mais importantes do país! Ao longo de uma semana, Goiânia é tomada por atrações musicais, expressões artísticas diversas, intervenções culturais, arte urbana, gastronomia e até um campeonato de skate. Ramificações do evento que tem na sua principal manifestação o festival de música propriamente dito. Mais de 100 atrações e nomes como Mutantes, Mano Brown, Maria Gadú, BaianaSystem, Céu, Karol Conka e Tulipa Ruiz subiram aos palcos do rolê.

Quem vai não se arrepende de jeito nenhum. Aliás, já fica a dica: o festival está programado para comemorar seus 20 anos de história em 2018 entre 7 e 13 de maio e já revelou algumas de suas atrações, como Gilberto Gil com seu show Refavela 40. Os blind tickets já estão sendo vendidos a R$ 120,00 e dão acesso a todos os dias de festival. Bora?

Vento Festival

Flashit

Vibes, vibes, muitas vibes essas que o Vento Festival fomenta! Imagina que delícia um festivalzão de graça na praia… Em sua terceira edição, o Vento mudou de local, deixando Ilhabela e se jogando pra São Sebastião, ambos no litoral norte de São Paulo. A mudança de local aconteceu por problemas com a nova gestão da prefeitura de Ilhabela, que não sacou muito os benefícios do rolê. Mas tudo bem, porque o Vento seguiu firme, forte, próximo e mais independente, contando com a colaboração das pessoas por meio de um crowdfunding. Uma das características mais importantes desse festival é a gratuidade, que engaja muita gente na missão de pegar a estrada para chegar ao litoral e curtir sons incríveis, políticos, provocadores, como Metá Metá, Mombojó, Ava Rocha e Anelis Assumpção. Em 2017 também foi a primeira vez que o fest aconteceu durante o feriadão de Corpus Christi.

Coala Festival

Fernando Schlaepfer/I Hate Flash

Criado em 2014, o Coala rapidinho conquistou o coração da cidade de São Paulo com sua proposta: som de qualidade, fomento à nova cena da MPB, preço amigo e galera legal. Desde o início o fest rola no Memorial da América Latina, espaço clássico dos eventos culturais da cidade que fica mais belo ainda quando recebe o Coala — pense num povo que capricha na decoração! A edição desse ano foi no dia 12 de agosto e a programação contou com Caetano Veloso como atração principal, Liniker e os Caramelows, Tulipa Ruiz, Aíla, Emicida e Rincon Sapiência, além de discotecagem. O festival tem uma pegada entre o indie e o mainstream e vale super o investimento: a último lote estava em R$ 180,00 a inteira e havia meia social para quem doasse um livro.

Vaca Amarela

Vaca Amarela

A edição desse ano foi a 16ª do Vaca Amarela, rolê que fomenta a diversidade musical e os debates sobre questões sociais em Goiânia. O Vaca Amarela já foi mais “rockeiro”, mas abraçou a multiplicidade e passou a defender a misturinha sonora que a gente ama, hoje recebendo uma galera bem diversa, de Pabllo Vittar a Curumin, de MC Carol a Carne Doce. O objetivo do festival é pluralizar mesmo, como forma de combater o ódio e a polarização que vivemos no país nesse momento delicado. O Vaca Amarela dura vários dias e sua última edição foi de 18 a 24 de setembro. Nos primeiros dias, os shows rolam em diversos pontos da cidade e na sexta e no sábado, principais dias do evento, o babado acontece no Centro Cultural Oscar Niemeyer. Segundo lote inteira a R$ 120,00.

Festival Radioca

Rafael Passos

O que o festival Radioca quer é atravessar as fronteiras do rádio e investir em atrações que representem os novos nomes da nova música independente, tudo isso num dos lugares mais legais de Salvador, o Trapiche Barnabé — local belíssimo e carregado de história na capital baiana. Nesse ano o festival realizou sua terceira edição, reunindo, entre os dias 7 e 8 de outubro, nomes como Far From Alaska, Rincon Sapiência, Metá Metá e Curumin. Em 2016, passaram pelo seu palco outros nomes bem massa, como Giovani Cidreira, Jards Macalé, Karina Buhr, Aláfia e Dona Onete. Além disso, o espaço também oferece várias opções gastronômicas e a feirinha de produtos musicais. O último ingresso custou R$ 50,00 a inteira. Shows babadeiros e Bahia, quem não gosta?

Pilantragi Festival

Pilantragi

Festa já pra lá de conhecida do circuitinho paulistano, a Pilantragi celebra a música brasileira na capital desde 2012, além de comemorar o carnaval com o seu próprio bloco (que costuma entupir de foliões as ruas por onde passa). Nesse ano, a festa cresceu e ganhou seu próprio festival, que realizou sua primeira edição no dia 21 de outubro no Estádio Ícaro de Castro Melo, também em São Paulo. É claro que a pegada foi de muita sonoridade do nosso Brasilzão, tipo Daniela Mercury (sim!!!), Karol Conka, Bixiga 70, Johnny Hooker e Karina Buhr, entre outros nomes da nossa nova música e discotecagem de qualidade. Quem foi garante que foi vibe total e absoluta! Pelo ingresso que custou entre R$ 100,00 e R$ 240,00, com opções de meia, era possível curtir tudo isso e outras atividades, como performances artísticas, intervenções visuais, live painting, exercícios físicos etc. Pra ficar de olho no ano que vem real oficial.

No Ar: Coquetel Molotov

I Hate Flash

O Coquetel Molotov é um verdadeiro clássico do Recife e chegou em 2017 à sua 14ª edição, que rolou no dia 21 de outubro. Foram mais de 10 horas de evento no Caxangá Golf & Country Club, com os artistas se dividindo entre dois palcos maiores e um palco menor. O público ainda pôde se inscrever para diversas oficinas e prestigiar a Mostra Play The Movie. No line-up do festival, artistas locais, brasileiros e internacionais, como Rincon Sapiência, Arnaldo Batista, Linn da Quebrada, O Terno, DIIV, Hinds, Mamba Negra, NoPorn e mais. Bapho, né mores?! Dessa vez a organização do evento ainda deu ingressos para quem doou sangue, numa parceria com a Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (Homope).

Ah! Rola também, já há três anos, o Espaço uPlanet, cheio de ações voltadas para repensar uma vida com propósito e sustentabilidade. Aliás, o Coquetel Molotov possui o Selo Evento Neutro, neutralizando suas emissões em prol de um projeto ambiental. “Beleza lindos, tudo isso por quanto, hein?”: R$ 100,00 a inteira no 3º lote, com opção de meia. Óbvio que a gente recomenda que se chegue ao Recife antes da data exata, pra aproveitar a cidade e ainda as prévias do festival que rolam a partir de um mês antes do rolê todo.

Só mais umas coisinhas: nesse ano o festival se expandiu, realizando sua primeira etapa em Belo Horizonte no dia 15 de outubro, no Espaço Centoequatro, levando aos mineiros revelações do atual cenário como Ava Rocha e Boogarins. Rola ainda a etapa da cidade de Belo Jardim, no Agreste pernambucano, que recebeu no dia 18 de outubro sua edição aberta ao público. Ufa!

E aí, que festivais da sua cidade/região também merecem figurar nessa lista? Queremos saber!